
Editorial
Da batota eleitoral no Irão aos primeiros maus sinais em Moçambique
Maputo (Canal de Moçambique) - Nas ruas de Teerão e de outras cidades iranianas, milhares de manifestantes mantêm-se firmes na sua determinação de revogar o que já é tido como batota eleitoral. Não obstante a onda repressiva desencadeada pelos senhores no poder, que se saldou na morte de oito manifestantes, na prisão de dirigentes da oposição e no encarceramento de jornalistas, os iranianos, representando a vontade da maioria do eleitorado, vitima de burla a 12 de Junho, não arredam pé. Em cada hora que passa, multiplica-se o número de pessoas apinhadas em locais públicos. Não obstante a expulsão de correspondentes estrangeiros e o coarctar da livre actividade jornalística no país, as cadeias de televisão de todo o mundo recebem, em cada minuto que passa, imagens difundidas por vulgares cidadãos através de telefones celulares dando conta do estoicismo de todo um povo que se recusa a ser ludibriado por aparentes falcatruas nas urnas.
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China should stop hoarding food and fertiliser, says former World Bank chief
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David Malpass also said that Beijing's claim to be a developing nation is
no longer credible.
6 hours ago
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