A ORGANIZAÇÃO da Mulher Moçambicana (OMM) juntou-se no último sábado em Maputo, à cerimónia do dia da Mulher Sul-Africana, que coincidiu com a despedida da Alta Comissária, Thandi Luzabe-Randoe, que terminou a sua missão no país.
Maputo, Segunda-Feira, 24 de Agosto de 2009:: Notícias
Comemorado este ano sob o tema “Juntas Empodeirando a Mulher para o Desenvolvimento e Equidade de Género”, o dia da Mulher Sul-Africana é celebrado a 9 de Agosto em recordação da marcha realizada em 1962 por mais de 20 mil mulheres daquele país, em Pretória, em protesto contra a introdução do passe para elas.
“Aquelas mulheres vieram com bebés nas costas, cestos de comida à cabeça, muitas delas trajadas de preto e verde, cores do Congresso Nacional Africano (ANC)”, recordou a Alta Comissária.
As Nações Unidas declararam o 9 de Agosto Dia da Mulher Sul-Africana em solidariedade com as mulheres da República de África do Sul e da Namíbia.
Em Maputo, a celebração da data contou com a deposição de uma coroa de flores na Praça de Destacamento Feminino, seguida de uma marcha de mulheres, moçambicanas e Sul-Africanas, em conjunto com a Banda Militar, até ao Hotel Indy Villge, onde foi servido um almoço para mais de 300 convidados.
Dirigindo-se aos presentes, a Alta Comissária disse que a mulher sul-africana tem orgulho das suas conquistas, do que ela está a fazer para se tornar livre da discriminação, do racismo, da pobreza e do subdesenvolvimento. “Demos, para além disso, passos largos para o progresso da causa da mulher no país”.
Falando ainda das conquistas, Thandi enalteceu o Governo do seu país, que decidiu adoptar a meta de 50 por cento de representação feminina a todos os níveis de tomada de decisão, em todas as esferas governamentais. “A adopção desta meta tornou possível que mulheres sul-africanas ocupem presentemente posições-chave de tomada de decisões”.
Segundo Thandi Luzabe-Randoe, a mulher sul-africana não irá se tornar complacente, reconhecendo que ela tem ainda muito que caminhar para atingir os seus ideais. “A nossa visão de uma sociedade inclusiva, depende do esforço colectivo de todos os sul-africanos. A nossa liberdade não está completa até que todas as mulheres sejam vistas como parceiras de pleno direito na nossa busca por uma vida melhor”.
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