Tuesday, 26 August 2008

MICHELLE OBAMA E FILHAS

RUSSIA RECOGNIZES GEORGIA REBEL REGIONS



By Denis Dyomkin Reuters -SOCHI, Russia (Reuters) - Russia recognised two rebel regions of Georgia as independent states on Tuesday, escalating tension in the volatile Caucasus and putting Moscow on a collision course with the West.

Flanked by a Russian flag and a presidential banner, President Dmitry Medvedev said Tbilisi's desire to seize back Abkhazia and South Ossetia by force had killed all hopes for their peaceful co-existence in one state with Georgia.

"(Georgian President Mikheil) Saakashvili chose genocide to solve his political tasks," Medvedev declared in a statement broadcast from his summer residence in the resort of Sochi.

"The peoples of South Ossetia and Abkhazia have more than once spoken in referenda supporting the independence of their republics. We understand that after what had happened ... they have the right to decide their fate themselves.

Saakashvili, after a meeting of his National Security Council, branded the move "completely illegal".

"This decision is completely illegal and has no legal basis," he said in an address to the nation.

Russian tanks and troops are still occupying parts of Georgia after a brief war over South Ossetia earlier this month -- the first time Moscow has sent troops into another country since the end of the Soviet Union in 1991.

In an interview with CNN Medvedev later said Russia would help defend Abkhazia and South Ossetia if they were attacked, and said Moscow had no plans to intervene militarily in other conflicts in former Soviet states.

"As far as involvement in other conflicts is concerned, we naturally are not going to do this," Medvedev told CNN. "But Russia is a state which has to ensure its interests along the whole length of its border, this is absolutely clear."

The United States, NATO, the European Union and European powers swiftly attacked Moscow's recognition move.

U.S. Secretary of State Condoleezza Rice described it as "regrettable", German Chancellor Angela Merkel termed it "absolutely unacceptable" and Britain "categorically rejected" the decision.

EU president France joined in condemnation of the Russian move. "It (the EU) calls for a political solution to the conflicts in Georgia. It will examine the consequences of Russia's decision from this point of view," President Nicolas Sarkozy's office said in a statement.

The value of Russian assets tumbled as tension grew between Moscow and the West. Ratings agencies foresaw a knock-on effect across eastern Europe as far as Poland.

Russian stocks lost 4.2 percent, putting them down 31 percent so far this year. At one stage in the day they were down 6.1 percent and at their lowest since October 2006.
For more details please click here

ZAPHIRO

Centro de Estudos Moçambicanos e Internacionais


PROGRAMA DE DEBATE

Data: 28 de Agosto (Quinta Feira), Local: (HOTEL VIP)

17:00-17.15 Chegada e registo dos participantes Comité Organizador
17.15 -17.30 Boas Vindas e Problematização Hortêncio Lopes (CEMO)
TEMA:

“A Zona de Comércio Livre da SADC: Uma Avaliação da Sociedade Moçambicana sobre a Fase Experimental da sua Implementação” Moderador: Fernando Gonçalves (SAVANA)

Oradora. Cerina Mussá (MIC)
Comentador: Orlando da Conceição (CTA)
Comentador: Adolfo Inguane (ISRI)
Comentador: Domingos Fernandes (CONSADC) – TBC
Comentador: Sudenkar Novela (Associação Mukhero)

ENCERRAMENTO

19:30-19:35 Considerações Finais e Agradecimentos Celso Gusse (CEMO)
19:40-20:00 Café Participantes

O RISO NAO PAGA IMPOSTO!

PR em plena presidência aberta:

- Caros compatriotas, o nosso governo tem tido uma preocupação constante com o bem estar do nosso povo e isto foi bem visível aquando das cheias quando o nosso governo distribuiu gratuitamente as redes mosquiteiras às vítimas....

E no âmbito do combate ao HIV-SIDA, o nosso governo...

Eis que um popular interrompendo o PR, pede a palavra e diz o seguinte:

- Camarada presidente, as redes mosquiteiras nós recebemos e agradecemos bastante ao nosso governo. Mas quanto a HIV-SIDA, só ouvimos falar, não chegou aqui, os chefes distriburam-se lá entre eles!!!

ICC


Para refutar a declaração do Presidente do Sudão, Omar Al-Bashir, que disse que o trabalho do Tribunal Penal Internacional é uma "Cruzada Ocidental", nós lançamos uma campanha de anúncios focada na mídia Árabe. 4.500 membros de 80 países fizeram doações para pagar pelos anúncios, que mostravam que tanto o Bush quanto o Al-Bashir se opõem fortemente ao tribunal. A mídia árabe relatou que Al-Bashir convidou pessoalmente o editor de um jornal que se recusou a publicar nosso anúncio a visitar o Sudão e receber sua gratidão. Nossa campanha irá continuar até que o povo do Sudão possa conquistar a tão almejada paz e justiça.

Outras conquistas

Canal de Opinião: por João Chamusse

Fauvet da AIM de novo contra o ZAMBEZE

Maputo (Canal de Moçambique) – Num artigo da AIM com data de 21 de Agosto Paul Fauvet volta a carga contra o semanário ZAMBEZE na sequência do processo que o Ministério entendeu levantar contra aquele semanário devido ao artigo publicado em Maio em que questionava a nacionalidade da actual Primeira Ministra, Luísa Diogo com base na lei da nacionalidade que foi aplicada na altura a milhares de mulheres de moçambicanas para as fazer perder a nacionalidade por via do casamento com estrangeiros mas que no caso desta ilustre cidadã se está a querer fazer passar a ideia de que a lei para ela não se aplica.
Como sempre, Fauvet começa por chamar o jornal como sendo da extrema direita. Quer ignorar a lei e passar por si do caso de milhares de outras mulheres que perderam a nacionalidade por causa do casamento com estrangeiros. Essas outras mulheres não contam?
Fauvet na sua prosa, sob pretexto de reportar a conferência de Imprensa convocada pelo acusador do Ministério Público para justificar a decisão do aludido julgamento ter sido à porta fechada, entre várias situações, classifica de “absurda” a história contada pelo ZAMBEZE.
Diz Fauvet, funcionário da AIM que está sob alçada de Luisa Diogo e é como quem diz sua chefe, que “em Maio o ZAMBEZE publicou uma história com uma sugestão absurda de que a mulher moçambicana, nascida de parentes moçambicanos, na província moçambicana de Tete, não era moçambicana de todo”.
“A base para isso é de que Diogo contraiu matrimónio com um cidadão português na altura em que vigorava uma lei de nacionalidade discriminatória que forçava a perca de nacionalidade moçambicana a toda mulher que casasse com um estrangeiro caso este não tivesse apelado pela nacionalidade moçambicana. O artigo assume que o esposo da Luísa Diogo, não tinha nacionalidade moçambicana quando em 1981 contraíram matrimónio”, refere Fauvet e prossegue afirmando ser “fácil provar que o ZAMBEZE não fez nenhum dos procedimentos básicos para apurar os factos”.
“De facto, documentos existem que demonstram que Albano Silva apelou pela nacionalidade moçambicana em 1975” e que “de facto a mesma viria a ser-lhe concedida em 1977”, adianta ainda Fauvet.
Ainda segundo Fauvet “a matéria do ZAMBEZE e seus repórteres parecia idiota até que o Ministério Público os transformou em mártires ao acusá-los como tendo cometido crime contra a segurança do Estado”.
Vou-me concentrar no ponto onde Fauvet alega existirem documentos que provam que Albano Silva adquiriu a nacionalidade moçambicana, questionando o seguinte: Onde está a portaria do ministro do Interior publicada no Boletim da República a autorizar a aquisição da nacionalidade ao senhor Albano Silva? Saberá ou lembrar-se à Paul Fauvet que Albano Silva casou a 7 de Novembro de 1981 com Luisa Dias Diogo e que nessa altura a única lei que existia discriminatória ou não era a lei que havia e foi aplicada para milhares de outras mulheres e não foi aplicada neste caso?
O ZAMBEZE apresenta documentos que até os publicou. Os leitores ficaram a saber que Albano Silva nunca deixou de ser português. Apresenta uma certidão de nascimento obtida nos serviços apropriados portugueses em cujo assento nada consta que Albano Silva tenha perdido a nacionalidade portuguesa. Ou seja, para o Estado português ele ainda é tido como cidadão luso. Por outro lado, tanto Albano Silva, assim como o próprio Ministério Público não apresentam nenhum Boletim da República onde conste a concessão da nacionalidade moçambicana a Albano Silva, tal como a lei manda. Onde está o BR a anunciar publicamente que ao cidadão que viria a casar com a cidadã Luisa Dias Diogo foi autorizada por portaria a aquisição da nacionalidade moçambicana?
Importa alertar os leitores que estamos perante um caso em que o ZAMBEZE apresenta provas documentais que ninguém contesta serem verdadeiras e que provam sem margem para dúvidas que o marido da primeira-ministra nunca deixou de ter a nacionalidade do país onde nasceu e de onde saiu apenas aos oito anos para ir fixar residência em Vila Trigo de Morais, hoje Chókwe.
Onde está a portaria do ministro do Interior da época que até era o actual chefe de Estado Armando Guebuza? Foi Guebuza que não cumpriu a lei e não fez publicar em BR a portaria a autorizar a aquisição da nacionalidade moçambicana ao cidadão Albano Silva?
O que faz correr Fauvet, sempre à carga contra o ZAMBEZE? Ora chama o jornal de anti-governamental, ora da extrema direita, ora o de menor circulação no país como diz no seu artigo de 21 de Agosto. Porque em vez de insultar não vai aos factos, à lei? Só falta chamar ao Zambeze de assassino de Samora… E mais não disse!

(João Chamusse)



2008-08-26 06:38:00

ZIMBABWE

Membro do MDC eleito presidente do Parlamento

• Deputados da ZANU-PF votaram a favor do candidato da oposição

De acordo com a estação emissora, SW Radio Africa, os 110 votos arrecadados por Lovemore Moyo, incluíram os 99 do MDC, 7 do MDC (Mutambara) e 4 da ZANU-PF.

Pretoria (Canal de Moçambique) - O Movimento para a Mudança Democrática (MDC), partido liderado por Morgan Tsvangirai, vencedor das eleições legislativas de 29 de Março último, conseguiu eleger um membro seu para a presidente do Parlamento nacional, não obstante as tentativas da ZANU-PF para que o cargo viesse a ser ocupado por um deputado representando a facção do MDC liderada por Arthur Mutambara.
Lovemore Moyo foi eleito por 110 votos dos 208 depositados nas urnas, após a tomada de posse dos deputados do novo Parlamento, realizada ontem em Harare.
Especulava-se que a ZANU-PF iria votar a favor de um candidato da facção do MDC liderada por Arthur Mutambara.
Nas eleições de Março último, o MDC ganhou 100 assentos no Parlamento, a ZANU-PF 99, e a facção do MDC liderada por Mutambara 10. Há um deputado independente no novo Parlamento.
De acordo com a estação emissora, SW Radio Africa, os 110 votos arrecadados por Lovemore Moyo, incluíram os 99 do MDC, 7 do MDC (Mutambara) e 4 da ZANU-PF. Correspondentes referem que Paul Themba Nyathi, pertencente à facção Mutambara, obteve 98 votos. Nomalanga Khumalo, um outro membro do MDC, foi eleito vice-presidente do Parlamento.

(Redacção / SW Radio Africa)

MOYO ELECTED SPEAKER OF ZIMBABWEAN PARLIAMENT

Blow for Robert Mugabe as Morgan Tsvangirai's man elected Speaker
The Telegraph

Zimbabwe's president Robert Mugabe suffered a major blow to his attempts to
hold on to power when an MP from Morgan Tsvangirai's Movement for Democratic
Change was elected as speaker of parliament.

By Sebastien Berger, Southern Africa Correspondent and Peta Thornycroft in
Harare

In a stunning upset Lovemore Moyo, chairman of Mr Tsvangirai's MDC faction,
defeated Paul Themba Nyathi, of the smaller MDC grouping led by Arthur
Mutambara, by 110 votes to 98.

Mr Mugabe's Zanu-PF party did not put up a candidate itself, instead
ordering its newly sworn-in MPs to support the Mutambara faction's man. Mr
Mugabe will undoubtedly have been infuriated by the result.

The indications are that Mr Mugabe had been hoping to engineer a deal with
Mr Mutambara's faction to exclude Mr Tsvangirai from a government of
national unity, and that enough of its MPs would support the government in
parliament to enable it to function.

Barack's Vice-President!


MANUEL --

I have some important news that I want to make official.

I've chosen Joe Biden to be my running mate.

Joe and I will appear for the first time as running mates this afternoon in Springfield, Illinois -- the same place this campaign began more than 19 months ago.

I'm excited about hitting the campaign trail with Joe, but the two of us can't do this alone. We need your help to keep building this movement for change.

Please let Joe know that you're glad he's part of our team. Share your personal welcome note and we'll make sure he gets it:

http://my.barackobama.com/welcomejoe

Thanks for your support,

Barack


P.S. -- Make sure to turn on your TV at 2:00 p.m. Central Time to join us or watch online at http://www.BarackObama.com.

BARACK OBAMA CAMPAIGN


MANUEL -- I'd like to thank you for the warm welcome I've received as the newest member of this campaign. What you and Barack have accomplished over the past 19 months is incredible, and it's an honor to be part of it. I'm looking forward to rolling up my sleeves and getting involved. I recorded a short video message about how I hope to help in the weeks ahead. Please take a minute to watch the video and share it with your friends: Over the next few weeks, I'll be doing a lot of the things you've done to grow this movement -- reaching out day after day in neighborhoods all across the country, connecting with people who are hungry for the change we need. This is no ordinary time, and this is no ordinary election. I plan to do everything I can to help Barack take back the White House. I don't need to tell you that John McCain will just bring us another four years of the same. You can't change America when you supported George Bush's policies 95% of the time. Barack has the vision and the courage to bring real change to Washington. But even he can't do this alone. Join me by getting involved in your community -- and reach out to your friends and family to get them involved as well. Please watch this video and pass it on: http://my.barackobama.com/bidenvideo Thank you, Joe Paid for by Obama for America This email was sent to: alculete@yahoo.com To unsubscribe, go to: http://my.barackobama.com/unsubscribe

A OPINIAO DE MANUEL DE ARAUJO SOBRE AS INTERNAS DA FRELIMO


Canal de Opinião: por Manuel Araújo (*) O que será de Comiche? Maputo (Canal de Moçambique) - Eram cerca das 20.00 horas de Sexta feira, quando uma mensagem de um amigo, confirmava que David Simango acabava de vencer o pleito interno do seu partido para candidato as eleicoes municipais da capital do pais, deixando de fora o actual Edil, Eneas Comiche e Generosa Cossa. Ainda no mesmo dia, numa das nossas entradas (no blog) vaticináramos já este resultado, pois Simango parecia ser o candidato do Cachimbo (NR.: imagem de marca de Armando Guebuza). E que não faria sentido nenhum, pelo menos dentro da cultura do partido do «batuque e da maçaroca» (NR: os símbolos do Partido Frelimo), que um membro júnior do partido ousasse desafiar um membro da Comissão Politica! O Caso do mediático HM (NR: Helder Muteia) e paradigmático. Com a derrota de Eneas Comiche, termina assim, literalmente o reinado de Joaquim Chissano, uma vez que Comiche era o ultimo Chissanista não convertido à causa e música Guebuziana a manter-se no poder, mercê do mandato popular das ultimas eleições municipais. Comiche recusou terminantemente a ceder as pressões e chantagens de que era alvo no sentido de passar a cantar e a dançar a musica do novo DJ, AEG (NR: sigla do nome de Gubeuza). Como numa pista só se pode dançar a musica que o DJ principal toca, Comiche não tinha outra saída ou dançava ou então caía fora! Pelos vistos Comiche preferiu cair fora de cabeça erguida a vender-se por cinco cobres! O ponto mais alto da sua não conversão ocorreu quando Comiche desafiou a autoridade de AEG, no que se refere a nomeação da Governadora da Cidade de Maputo. Não era segredo para ninguémm que a «Mana» Rosa da Silva teria que se contentar com as migalhas da mana Luisa e não teria qualquer espaço de manobra governativa na gestão da capital enquanto Comiche tivesse o mandato popular. A partir daquele momento, Comiche assinara já a sentença da sua morte política, da mesma forma que HM o fez, quando desafiou AEG na sua ascensão triunfal ao Secretariado Geral do Batuque e da maçaroca. A lição ficou para a história: quem desafia o chefe, vai para a rua ou para o exílio forçado. As opções de Comiche: Comiche sai deste embate de cabeça erguida, apesar da derrota. Sai com uma folha de serviço impecável, e também sai com a vantagem de ter sido vítima, uma vez que sabia de antemão que não era o candidato do chefe. E mais, sabia que as regras de jogo haviam sido mudadas no meio do jogo, pois não faz sentido para ninguém que um membro da Comissão Política de um partido no poder não conheça as regras de jogo da casa. Ou é muito maquiavelismo ou então incompetência pura. Explico-me. Começou a ficar evidente que AEG jogaria qualquer cartada para descartar-se de Comiche, quando este aparentemente, não foi informado de que haveria primárias dentro do partido, facto que fez com que Comiche não participasse nelas, primárias essas que acabaram abrindo caminho para a homologação de David Simango como o candidato. Ora, que ginásticas legais foram feitas para incluir Comiche e Generosa sabendo-se que não foram às primárias, só a Pereira do Lago (NR. Rua da sede do Comité Central da Frelimo) nos pode dizer. O que será de Comiche? No entanto, a carreira política de Comiche pode apenas estar a começar. Ele tem várias opções: Umas férias no Algarve, Inhambane ou então um lugar discreto na Fundação Joaquim Chissano, à moda do ex-timoneiro da nossa diplomacia, Leonardo Simão, que não tendo conseguido ser eleito deputado, refugiou-se no cemitério dos ministros de Chissano. Haverá lugar para mais um desempregado na Fundação? A ver vamos. Ou vamos ter mais um banco, já que o lema dos ex-governadores do Banco Central e ou ex-ministros das Finanças passou a ser a criação de bancos! Oxalá seja um banco rural, lá em Cheringoma, Morrumbene ou Pebane! A última cartada de Comiche poderia ser, o lançamento de uma candidatura independente ou então tornar-se o candidato do Juntos pela Cidade. Esta atitude demonstraria a independência e coragem de Comiche. Aliás não seria a primeira vez no mundo que tal aconteceria. O ex-mayor de Londres, Ken Livingstone fez o mesmo e ganhou as eleições. Lembro-me de ter participado na campanha de Ken Livingstone e até de ter votado para Ken Levingstone, quando era estudante na Universidade de Londres. Livingstone era membro sénior do partido Trabalhista tendo liderado a Grande London Authority, que entretanto fora abolida pela Dama de ferro, Margaret Thatcher. Quando Tony Blair decidiu devolver o poder, o partido achou que Ken Levingstone não deveria ser o candidato dos Trabalhistas. Ao que Ken respondeu lançando uma candidatura independente e acabou ganhando a liderança do Município de Londres. A questão que se coloca é: será que um membro da comissão política (da Frelimo) pode dar tal salto? A realizar-se seria o cumprimento do vaticínio do Padre Couto (NR: Reitor da Universidade Eduardo Mondlane), segundo o qual o «batuque e a maçaroca» se desmembraria um dia. À luz da lei eleitoral que regula os pleitos municipais, Comiche ainda vai a tempo? Com a consagração de David Simango, pensamos que começou finalmente, apesar de tardia, a coroação de AEG à guiza de Luis XIV, que proclamou que O Estado Era Ele! ou seja L Etat Ce Moi, onde passara a reinar o quero, posso e mando! Uma nova era, onde o moto será sempre - faça aquilo que lhe mando fazer; não pense, execute! E, como não deixaria de ser o: se não estás comigo é porque estás contra mim! Agora resta sabermos quem será o concorrente de David Simango pela parte da Perdiz: Eduardo Namburete, Fernando Mazanga ou o mediático Jeremias Pondeca? (*) Manuel de Araujo,

BOLSAS DE ESTUDO/SCHOLARSHIPS

CALL FOR Ph.D. PROPOSALS


The Development Research Institute (IVO) of Tilburg University is looking for female Ph.D. candidates from African countries, who would be interested in applying for a Dutch fellowship to follow a doctoral program in topics related to ecological economics (Ph.D. in economics) . The subjects that are priority for our Ph.D. program are the following:

• Market-based and innovative mechanisms for improving environmental stewardship, such as payments for environmental services
• Innovative uses of local (agro)biodiversity for trade purposes (biotrade)
• Assessment of local development effects of certification schemes applied to global value chains, including environmental concerns
• Integrated impact assessment of exports of natural resources to China in African countries
• Forest resources and value chains
• Economic and institutional issues of water supply and sanitation in poor urban areas
• Analysis of the long-term development implications of trade specialization in the primary sector

Interested candidates should provide a C.V. and a proposal (max 4 pages) in order to apply for acceptance at the Development Research Institute of Tilburg University. To hold a master degree and a good academic record are requisites. Once accepted in the PhD program, the candidates must later apply to the Netherland Fellowship Program of the Dutch Organization for International Cooperation in Higher Education (Nuffic). The next deadline for applying to the fellowship is the 1st October 2008. This implies that the candidates should apply the first weeks of September 2008 to IVO, in order to obtain the acceptance letter on time. Application to the fellowship must be done through the Dutch Embassies in the countries of origin. All the information concerning the fellowship program may be found at http://www.nuffic.nl/nederlandse-organisaties/services/capacity-building/nfp/nfp-phd. For checking the expertise and facilities of Tilburg University, please go to www.tilburguniversity.nl

Interested candidates please contact Dr Roldan Muradian (roldan@uvt.nl)

Monday, 25 August 2008

Assessor de Simango detido! Ja agora de que Simango, Davis ou David?

Detenção de assessor de Daviz Simango gera polémica na Beira

Beira (Canal de Moçambique) – A detenção há mais de uma semana do assessor de marketing do presidente do Conselho Municipal da Beira, Alexandre Gonçalves Júnior gerou polémica no passado dia 20 de Agosto – dia em que a cidade celebrou 101 anos – quando o edil Daviz Simango e outros quadros do Município da capital de Sofala, tentaram visitar o detido que se encontra nos calabouços do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique nas imediações do quartel dos Bombeiros.
Alexandre Gonçalves Júnior, mais conhecido por "Alex", encontra-se detido nas celas da PIC na capital provincial de Sofala, Beira, desde o passado dia 19 de Agosto de 2008, sob acusação de não possuir a nacionalidade moçambicana.
Depois de ter cumprido com as cerimónias oficiais das celebrações do dia da Cidade da Beira, o eng.º Daviz Simango decidiu visitar o seu assessor “num gesto de
solidariedade” enquanto Alexandre Júnior aguarda pelos trâmites legais para a solução do problema que segundo alegam fontes na polícia terá sido “causado por uma denúncia” cuja fonte não foi revelada embora o seu nome esteja a correr em vários círculos da Beira.
Na altura, o presidente do Município, eng.º Daviz Simango fez-se acompanhar de seus vereadores e outros quadros que também se sentiam chocados com a notícia da detenção de Alexandre Júnior que os colheu de surpresa.
Chegados à PIC, e depois de antecipadamente a Polícia ter autorizado a visita do edil da Beira ao seu assessor detido, Daviz Simango foi confrontado como uma reacção deselegante por parte do Comandante da PRM em Sofala, Zacarias Cossa que, acompanhado do comandante da FIR, tentou, “sem modos escorraçá-los” daquele
local.
Segundo constatou uma fonte do «Canal de Moçambique» no local, Zacarias Cossa “de forma arrogante travou um «bate-boca», com Daviz Simango alegando que o edil e os
seus acompanhantes não deviam introduzir-se naquela zona por ser considerada restrita”.
Pouco tempo depois, o comandante Cossa, segundo nos conta a fonte que nos pediu para não usarmos a sua identidade, “aparentemente apercebeu-se que agiu mal e permitiu que apenas o presidente do Conselho Municipal da Beira e o presidente da Assembleia Municipal da Beira, Gada Cassicussa, visitassem o senhor Alexandre Júnior”. Os restantes quadros do Conselho Municipal, incluindo um jurista daquela edilidade, tiveram mesmo que sair e aguardar fora do comando da PRM em Sofala.
Depois da visita de Daviz Simango, o presidente do Conselho Municipal da Beira reuniu-se, à porta fechada, no gabinete do Comandante da PRM, com Zacarias Cossa onde este lhe terá pedido desculpas pelo incidente.
Sobre a situação de "Alex", soubemos também que o assessor de markting de Daviz Simango tem um advogado que está a tratar do respectivo processo.
O eng. Simango afirma não entender como é que a Direcção de Migração em Sofala agiu da maneira como agiu, uma vez que tem a certeza que o seu assessor é moçambicano nascido na província da Zambézia.
Apesar do secretismo com que as autoridades lidam com o presente caso, o «Canal de Moçambique» apurou que a Migração não agiu de sua livre iniciativa, e afirma ter agido dessa maneira fruto de uma denúncia de um cidadão que alega que Alexandre Júnior é um estrangeiro. Também não está claro qual a nacionalidade que lhe é atribuída dado o secretismo que envolve o assunto. Correm duas versões. Uma versão considera que o assessor de Daviz Simango é angolano, outra considera-o português, outros ainda alegam que ele é realmente moçambicano, natural da Zambézia, embora conhecido pela alcunha de “Alex angolano”.
A Polícia proíbe visitas aos familiares do detido.

(Edy Ndapona)

O DOCUMENTO QUE TSVANGUIRAI RECUSOU ASSINAR! THE DOCUMENT TSVANGUIRAI REFUSED TO SIGN

ROLE OF THE PRIME MINISTER

1. Cabinet is the organ of state that carries the principal responsibility of formulating and implementing the government policies agreed to in the Global Agreement. The Executive Authority of the Inclusive Government resides in the President, the Prime Minister and the Cabinet.

2. The Prime Minister is a Member of the Cabinet and its Deputy Chairperson. In that regard, he carries the responsibility to oversee the formulation of policies by the Cabinet.

3. The Prime Minister must ensure all the policies formulated are implemented in accordance with the programme developed by the Ministries and agreed to in Cabinet.

4. In overseeing the implementation of the agreed policies, the Prime Minister must ensure that the state has sufficient resources and appropriate operational capacity to carry out its functions effectively. Accordingly, the Prime Minister will necessarily have to ensure that all state organs are geared towards the implementation of the policies of the inclusive government.

5. The President and the Prime Minister will agree on the allocation of Ministries between them for the purpose of day-to-day supervision.

6. The Prime Minister must ensure that the legislation necessary to enable government to carry out its functions is in place. In this regard, he carries the responsibility of conducting the business of government in Parliament.

7. The Prime Minister also advises the President on key appointments the President is required to make under and in terms of the Constitution or any Act of Parliament.

8. The Prime Minister can make recommendations on such disciplinary measures as may be necessary.

9. The Prime Minister shall serve as a member of the National Security Council and this will ensure his participation in deliberations on matters of national security and operations pertaining thereto.

10. As the work of the Inclusive Government evolves, the President or Cabinet may assign such additional functions as necessary to further enhance the work of the Inclusive Government.

11. The Prime Minister shall report regularly to the President.

Internas da F: Chimoio, Manica, e Catandica

Já são conhecidos os candidatos do Partido Frelimo a presidentes
dos Conselhos Municipais de Chimoio e Manica




Raúl Conde e Mogan Candieiro, são os candidatos do Partido Frelimo a presidentes dos
Conselhos Municipais de Chimoio e Manica, respectivamente.



Para a vila de Catandica foi escolhido Eusébio Lambo, enquanto para o futuro
município de Gondola foi apurado Eduardo Gimo.



O processo de eleições internas do Partido Frelimo, em Manica, para o escurtínio de
Novembro próximo, foi orientado por uma brigada central encabeçada por José Pacheco,

membro da Comissão Política daquela formação política

Saturday, 23 August 2008

Sera a era dos Simangos? Um na Beira e outro no Maputo, um Davis e outro David!



Eram cerca das 20.00 horas de ontem, Sexta feira, quando uma mensagem de um amigo, confirmava que David Simango acabava de vencer o pleito interno do seu partido para candidato as eleicoes municipais da capital do pais, deixando de fora o actual Edil, Eneas Comiche e Generosa Cossa.

Ainda ontem (Sexta feira), numa das nossas entradas (no blog) vaticinavamos ja este resultado, pois Simango parecia ser o candidato do 'Cachimbo'. E que nao faria sentido nenhum, pelo menos dentro da cultura do partido do 'Batuque e da Macaroca', que um membro junior do partido, como o e David Simango, ousasse desafiar um membro da Comissao Politica! O Caso do exilio involuntario do mediatico HM e paradigmatico.

Com a derrota de Eneas Comiche, termina assim, literalmente o reinado de Joaquim Alberto Chissano, uma vez que Comiche era o ultimo 'Chissanista' nao convertido a causa e musica Guebuziana a manter-se no poder, merce do mandato popular das ultimas eleicoes municipais. Comiche recusou terminantemente a ceder as pressoes e chantagens de que era alvo, no sentido de passar a cantar e a dancar a musica do novo DJ, AEG. Como numa pista so se pode dancar a musica que o DJ principal toca, Comiche nao tinha outra saida: ou dancava a musica do DJ ou entao caia fora! Pelos vistos Comiche preferiu cair fora de cabeca erguida, como o fez HM, a vender-se por cinco cobres, preco pelo qual o filho de Deus, Jesus Cristo, foi vendido!! O ponto mais alto da sua 'nao conversao' ocorre quando Comiche desafiou a autoridade de AEG, no que se refere a nomeacao da Governadora da Cidade de Maputo, Rosa da Silva. Que eu saiba, nao era segredo para ninguem que a Mana Rosa da Silva nao so teria que se contentar com as migalhas da mana Luisa, como tambem, com o facto de que nao teria qualquer espaco de manobra governativa na gestao da capital, enquanto Comiche tivesse o mandato popular. A partir daquele momento, Comiche assinara ja a sentenca da sua morte politica, da mesma forma que HM o fez, quando desafiou AEG na sua ascensao triunfal ao Secretariado Geral do 'Batuque e da Macaroca'. A licao ficou para a historia: quem desafia o chefe ou seja, quem desafia a AEG, das duas uma: ou vai para a rua ou para entao para o 'exilio voluntario ou forcado'.

As opcoes de Comiche:

Na nossa modeata optica, Comiche sai deste embate de cabeca erguida, apesar da derrota. Sai com uma folha de servico 'impecavel', e como se nao bastasse tambem sai com a vantagem de ter sido 'vitima', uma vez que sabia e todo o mundo sabis de antemao, que Comiche nao era o candidato do 'chefe'. E mais, sabia que as regras de jogo haviam sido mudadas no meio da partida, pois nao faz sentido para ninguem, que um membro da Comissao Politica de um partido no poder nao conheca as regras de jogo da casa. Ou e muito maquiavelismo ou entao incompetencia pura. Explicamo-nos. Comecou a ficar evidente que AEG jogaria qualquer cartada para descartar-se de Comiche, quando este aparentemente, nao foi informado de que haveria 'primarias' dentro do partido, facto que fez com que Comiche nao participasse nas nelas, primarias essas que acabaram abrindo caminho para a homologacao de David Simango como candidato. Ora, que ginasticas legais foram feitas para incluir Comiche e Generosa Cossa, sabendo-se que nao foram as primarias, so a 'Pereira do Lago' nos pode dizer.!

O que sera de Comiche?


No entanto, a carreira politica de Comiche pode ter chegado ao fim ou entao apenas estar a comecar. Comiche tem a nosso modesto ver varias opcoes: Umas ferias no Algarve, em Inhambane ou entao um lugar discreto na Fundacao Joaquim Chissano, a moda do ex-timoneiro da nossa diplomacia, Leonardo Simao, que nao tendo conseguido ser eleito deputado, refugiou-se no 'cemiterio' dos ministros de Chissano. Havera lugar para mais um 'desempregado' na Fundacao? A ver vamos. Ou vamos ter mais um banco, ja que o lema dos ex-governadores do Banco Central e ou ex-Ministros das Financas passou a ser a criacao de bancos! Oxala seja um banco rural, la em Cheringoma, Morrumbene ou Pebane!

A ultima cartada de Comiche poderia ser, o lancamento de uma candidatura independente ou entao tornar-se o candidato do 'Juntos pela Cidade'. Esta atitude demonstraria a independencia e coragem de Comiche, alias nao seria a primeira vez no mundo que tal aconteceria. O ex-Mayor de Londres, Ken Livingstone fez o mesmo e ganhou as eleicoes, batendo na altura ao candidato do seu proprio partido. Lembro-me de ter participado na campanha de Ken Livingstone e ate de ter votado para Ken Levingstone, quando era ainda estudante na Universidade de Londres. Livingstone era membro senior do partido Trabalhista tendo liderado a Grande London Authority, que entretando fora abolida pela Dama de ferro, Margaret Thatcher. Quando Tony Blair decidiu devolver o poder as intituicoes locais, o partido achou que Ken Levingstone nao deveria ser o candidato dos Trabalhistas. Ao que Ken respondeu lancando uma candidatura independente e acabou ganhando a lideranca do Municipio de Londres. A questao que se coloca e: sera que um membro da Comissao Politica da F pode dar tal pino mortal?

A realizar-se seria o cumprimento do vaticinio do Padre Couto, Reitor da UEM, segundo o qual o 'Batuque e a Macaroca' se desmembraria um dia. A luz da lei eleitoral que regula os pleitos municipais Comiche ainda vai a tempo? A nosso ver parece que sim!

Com a consagracao de David Simango, pensamos nos que comecou finalmente, apesar de tardia, a coroacao de AEG a guiza de Luis XIV, que proclamou que 'O Estado Era Ele! ou seja 'L' Etat Ce Moi', onde passara a reinar o 'quero, posso e mando'! Uma nova era, onde o moto sera sempre- faca aquilo que lhe mando fazer; nao pense, execute! E, como nao deixaria de ser o: 'se nao estas comigo e porque estas contra mim!'

Agora resta sabermos quem sera o concorrente de David Simango pela parte da Perdiz: Eduardo Namburete, Fernando Mazanga ou o mediatico Jeremias Pondeca?

Joseph R. Biden Jr e o escolhido para Vice-presidente de Obama!



Ja nao e segredo para ninguem! o Senador Joseph R. Biden Jr e o candidato a vice-presidencia, caso Obama ganhe as eleicoes, alias ambos terao que trabalhar para que isso aconteca!

His abundant foreign policy experience is considered a boost to the Democratic ticket.
By Stuart Silverstein and Johanna Neuman, Los Angeles Times Staff Writers



CHICAGO -- Barack Obama has tapped Joseph R. Biden Jr. as his running mate, bringing to the Democratic ticket a veteran senator with deep expertise in international relations, the campaign announced around midnight Pacific time.

The confirmation came hours after The Times and other news outlets reported that Biden was Obama's choice -- and after a full day of intense media speculation that included stakeouts at the homes of the top three contenders.

London 2012/ Jogos Olimpicos de Londres


Johnson in London 2012 pledge
Press Assoc.

Saturday, August 23 01:28 amLondon mayor Boris Johnson has insisted that British ingenuity and resourcefulness would make the 2012 Olympics as impressive as the Beijing Games, despite concerns over the budget.

Mr Johnson said he was determined that the London Games would come in under the £9.3 billion budget allocated for them but would be "just as fantastic" as the extravaganza in China.

Speaking from Beijing, where the Olympics will be handed over to the capital, the mayor said officials were looking at "economising" but said there would be no difficulty in meeting the budget.

He told BBC2's Newsnight: "These have been an absolutely fantastic games and there's no doubt that in terms of performance and theatre the Chinese have set the bar pretty high.

"But I think with British ingenuity, wit and all the rest of it, resourcefulness, we are going to produce a games - an opening ceremony, a closing ceremony and all the stuff in between - that is going to be, in our own sweet way, just as fantastic."

He added: "I am absolutely determined that we come in under the £9.3 billion. I have no reason to think that we will have any difficulty in doing that.

"We are looking at ways of economising, finding ways of moving things around, perhaps, but in no way do I want to prejudice the legacy value of the Olympics."

Mr Johnson said he would "ensure that London's taxpayers and indeed British taxpayers do not pay a penny more".

The Conservative mayor this week put himself at odds with party leader David Cameron by by flatly rejecting his claim that Britain was a "broken society".

Mr Johnson branded the mantra - regularly used by the Tory leader to attack Labour - "piffle" and insisted that the success of young Britons at the Olympics proved the criticisms were wrong.

Friday, 22 August 2008

MEDICINE AND CONFLICT IN ZIMBABWE

Zimbabwe’s unsung heroes
Editorial, doi: 10.1136/bmj.a1286
A human rights lawyer reports how medical professionals responded during recent political violence in Zimbabwe
From 29 March 2008, when Zimbabweans voted in the presidential and parliamentary elections, to 27 June when the presidential run-off election was held, Zimbabwe was hit by successive waves of gruesome political violence. The greatest intensity was in the rural provinces of east and central Mashonaland, but as 27 June approached violence engulfed urban areas and the numbers of victims of political violence increased. The world’s attention was on the political nature of the violence, and little focus was given to medical professionals, who risked their lives to assist the victims of political violence.
Zimbabwe became a highly polarised society after the formation of the opposition political party Movement of Democratic Change in 1999—the ruling Zanu PF party insisted that it alone had a right to rule Zimbabwe. The latest political violence occurred when Zimbabwe was already in dire economic difficulties that had adversely affected the health sector. Most doctors and nurses had left the country to work elsewhere, leaving less than a quarter capacity. And most hospitals had no drugs or other forms of treatment because of the economic situation. Against this backdrop the political violence produced thousands of people with serious injuries who needed urgent medical attention.
Access to care
Medical staff at various rural district hospitals and mission hospitals around the country were prohibited from admitting victims of political violence—most notably Kotwa Rural District Hospital in Mudzi, the district which had the largest number of victims. Nevertheless, doctors and nurses risked their lives to help victims of political violence. But although there was the will to help, hospitals were under-resourced and had neither the drugs nor the capacity to meet demand.
Hospitals were also prohibited from sending their ambulances to retrieve seriously injured people in rural areas despite rural district hospitals in Zimbabwe having limited capacity to deal with people with serious injuries. Many of the victims of political violence required specialised medical care that could only be offered in Harare, where all the country’s orthopaedic specialists and x ray machines are located.
Zanu PF militia set up informal road blocks to search vehicles for victims of violence and turn back ambulances intending to assist victims of political violence. Ordinarily, ambulances are not stopped or searched at routine police road traffic checkpoints. However, from 5 April the police were instructed to stop all ambulances and ensure that no victims of political violence were transported to urban areas for better care. Scores of victims of political violence had to be kept in rural district hospitals without adequate or proper medical care. One example of political violence was in Gokwe on 20 June. People were attacked by soldiers and suffered serious injuries. Although they were admitted to Gokwe hospital, many needed immediate transfer to Harare for specialist care. However, Zanu PF militia ordered the medical staff at the hospital not to transfer them or face death. On three occasions ambulances from Harare were turned back and returned to Harare empty.
Attacks on staff
Medical staff were victims of political violence themselves. At times they were targeted because they dared treat victims of political violence or because their status in rural areas made Zanu PF militia view them with mistrust and suspicion. Reports of assault of medical staff came from several hospitals, including All Souls in Mutoko, Nyadire in Mutoko, Driefontein in Mvuma, and Murambinda in Buhera.
The true heroes are rural district hospital medical staff across the country, who are going to extraordinary lengths to attend to victims. I recently met a doctor who had travelled from a distant rural district hospital to Harare, at his expense, to seek vital drugs for his patients, who were victims of political violence. Another doctor drove five nurses who had been seriously assaulted by Zanu PF militia to Harare at night to get them medical attention. Some doctors advise their victims to indicate that they have been injured in non-political circumstances such as falling down, so that they could be admitted. Police patrol hospitals and ask to see patient records to identify political victims. Many are under 24 hour police guard, which interferes with their medical care.
Perhaps the greatest challenge to medical staff in Zimbabwe arose from the fact that Zanu PF militia started using poison to assault their victims. On 20 June in Chiweshe, Zanu militia beat people with tree branches dipped in paraquat, a herbicide that burns the skin and is highly corrosive. Some of the victims were later forced to drink the paraquat. The use of poison presented new challenges to medical staff, who are not familiar with dealing with injuries sustained from a combination of beating and use of poison. I spoke to five women in hospital in Harare whose wounds on the buttocks were not healing properly; medical staff attributed this to use of poison. To date, skin grafts have been unsuccessful.
Cite this as: BMJ 2008;337:a1303
Editorial, doi: 10.1136/bmj.a1286
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