
By Steve Kingstone
BBC News, Madrid
Stella Obasanjo was considered Olusegun's official wife
A Spanish doctor has been sentenced to a year in prison, for his role in the death of the former first-lady of Nigeria, Stella Obasanjo.
The wife of Olusegun Obasanjo had visited a clinic in Marbella in October 2005 to undergo cosmetic surgery.
She underwent liposuction to reduce the size of her abdomen, but left the operating theatre with fatal injuries.
The judges said the surgeon had shown carelessness and neglect.
Mrs Obasanjo, 59, came to Spain in October 2005, checking in at the Molding Clinic - a discreet and luxury facility, specialising in cosmetic surgery.
The court heard that a tube used for removing fat had been placed by mistake into the patient's abdominal cavity - puncturing her colon and lacerating her liver.
Mrs Obasanjo became seriously ill the following day.
But prosecutors said the surgeon initially failed to answer his mobile phone, and then waited more than four hours before driving the patient in his own car to an intensive care unit, where she died an hour later.
The doctor - identified in court documents only by the initials AM - was sentenced to a year's imprisonment for causing homicide through negligence.
He was disqualified from practising medicine for three years, and ordered to pay $176,000 (£108,000) in compensation to Mrs Obasanjo's son.
The court said simple blood tests or an ultrasound procedure would have detected the internal injuries - which, with more time, could have been treated.
Saturday, 26 September 2009
Doctor jailed for Obasanjo death
Eleições 2009 Boletim sobre o processo político em Moçambique
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Número 6
22 de Setembro de 2009
www.eleicoes2009.cip.org.mz
Editor: Joseph Hanlon (j.hanlon@open.ac.uk)
Editor Adjunto: Adriano Nuvunga; Assistente da Pesquisa: Tânia Frechauth
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Publicado por CIP, Centro de Integridade Pública, e AWEPA, Parlamentares Europeus para a Africa
O material pode ser reproduzido livremente, mencionando a fonte.
Para assinar em Português: http://tinyurl.com/mz-pt-sub To subscribe in English: http://tinyurl.com/mz-en-sub
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A CNE teria seguido as suas próprias
regras sobre fundos eleitorais?
A distribuição dos fundos para as campanhas dos partidos pela Comisssão Nacionl de Eleições, CNE, parece não ter seguido as regras da própria CNE.
Na Deliberação n°61 de 26 de Agosto, a CNE disse que os fundos para cada partido seriam “divididos em 3 partes iguais, sendo uma para as eleições presidenciais, outra para as eleições legislativas e a outra para as eleições das assembleias províncias.”
Mas no seu website, numa declaração sobre “Fundos para campanha” a CNE diz que “75 por centro do valor vai financiar a campanha para as eleições gerais (presidenciais e legislativas) e os restantes 25 por cento para as assembleias provinciais.”
Como enunciámos no Boletim 2, isto foi feito na distribuicão e os 50 milhões de Meticais foram distribuidos em quatro partes iguais (não três):
1) por igual pelos três candidatos presidenciais,
2) para os dois partidos com assentos no parlamento, proporcionalmente ao número de assentos,
3) para partidos que contestam lugares na Assembleia da República, proporcionalmente ao número de candidatos, e,
4) para partidos que contestam as assembleias provinciais, na proporcão do número de candidatos.
Na verdade a Deliberação n°61 é de certo modo confusa. O parágrafo 1 define três partes iguais, e o parágrafo 2 diz que a fraccão presidencial vai para os três candidatos em partes iguais.
Mas depois o parágrafo 3 define que “o primeiro terço do fundo destinado as eleições legislativas” vai para os dois partidos na Assembleia da República e o segundo terço é dividido em partes iguais pelos partidos com candidatos às assembleias nacional e provinciais. Não há nenhuma referência a um terceiro terço.
Fundos para campanha: http://www.stae.org.mz/pages/fundos-para-campanha.php
Deliberação n°61: http://www.stae.org.mz/modules/download_gallery/dlc.php?file=26
Contráriamente ao que afirmou na semana passada
O MDM pediu à CNE flexibilidade
nas regras para candidato à AR
Ao contrário do que nos foi dito na semana passada (Boletim 4), o MDM pediu que a CNE fosse flexível nas regras para candidatos à Assembleia da República e candidatos às assembleias provinciais. A nós afirmou que só tinha feito o pedido relativamente aos candidatos provinciais. Mas as suas cartas demonstram que pediu também para candidatos de duas províncias às eleições nacionais, um em Manica outro na Zambézia, onde não conseguiu apresentar listas completas. Numa carta datada de 15 de Agosto, José Manuel de Sousa, mandatário do MDM, admitia à CNE que os documentos para dois candidatos “não estão físicamente em Vosso poder”. O MDM disse ao Boletim que a 17 de Agosto todos os documentos seriam apresentados à CNE, mas claramente este não foi o caso.
Na mesma carta, Sousa disse que ”os candidatos do MDM estão enfrentando enormes dificuldades para a obtenção de atestados de residência em diversos círculos eleitorais por todo o pais. Esta situação verifica-se, sobretudo, nas províncias de Gaza, Inhambane e Maputo, com maior incidência no Distrito de Manhiça, onde as autoridades municipais locais pouco colaboram.”
Numa segunda carta a 28 de Agosto, Sousa fez uma lista de 160 candidatos em nove províncias que não tinham conseguido obter atestados de residência.
O MDM é o Movimento Democrático de Moçambique de Daviz Simango.
As duas cartas estão postadas no nosso website:
www.eleicoes2009.cip.org.mz
Brotando para terceiro maior partido?
Pelo critério de número de círculos eleitorais em que os partidos concorrem, O Partido de Liberdade e Desenvolvimento (PLD) e o terceiro maior partido político do país, que vai concorrer em todos os círculos eleitorais, excetuando Zambézia, África e Europa. O partido é novo e somente duas semanas antes do início da submissão das candidaturas na CNE, foi inscrito no Ministério da Justiça.
PLD é liderado por Caetano Sabinde e a sua sede é na casa dele onde também tem o seu negócio de venda de flores. Trata-se da casa de madeira em Maputo que fica na Av. Marginal a cerca de 500 metros depois do Game, em direção à Costa do Sol. Caetano Sabinde diz ser o presidente mas ao mesmo tempo não presidente: “sou o presidente para as pessoas de fora mas dentro do partido não sou presidente”.
Sabinde é desmobilizado das FADM, e o PLD tem fortes ligações com à AMODEG (Associação dos Desmobilizados de Guerra) e à Associação dos Desmobilizados da Casa Militar. O presidente da AMODEG, Almeida Tores, é o assessor de informática e o único computador que existe na sede deste partido ia ser ligado Sábado (19/09). Também tem ligações com o Centro de Formação Artística e Cultural em Maputo e Chiúre em Cabo Delgado.
O PLD já recebeu 50% dos 1 554 641 milhões de Meticais ($58,000) a que tem direito para financiar a campanha eleitoral mas a nossa rede de 120 jornalistas espalhada por este país, ainda não viu nenhuma mandeira e simbolo deste partido.
Incidentes de campanha em resumo
Os actos de violência e uso de meios do estado ainda continuam nalguns pontos do país, informações recolhidas dos nossos correspondentes e jornalistas espalhados por todo o país dão conta dos seguintes acontecimentos:
Violência eleitoral
Nacala Porto, Nampula: o repórter Alfane Momode António, da rádio comunitária local, foi agredido na sede do partido Renamo quando marcava uma entrevista com Rafael Sousa Gusmão, chefe da campanha eleitoral da Renamo.
Memba, Nampula: um membro da Renamo, identificado por Faher, foi espancado por membros da caravana da Frelimo. O indivíduo que vinha numa motorizada da praia dos pescadores empunhava no momento uma bandeira da Renamo e quando se cruzou com a caravana da Frelimo, saudou-a levantando o braço. O motorista da viatura onde seguiam os membros da Frelimo estacionou o carro do qual desceram todos os membros da Frelimo que espancaram o cidadão e, de seguida, vandalizaram completamente a sua motorizada.
Ribaué, Nampula: dois indivíduos do partido Renamo foram flagrados a destruírem o material propagandísco do partido Frelimo, neste momento os mesmos encontram-se sob custódia policial.
Mogincual, Nampula: o régulo Muahano, do povoado de Nakira no Posto Administrativo de Namige, foi forçado a abandonar, na última sexta-feira, a sua residência, por membros da Renamo alegadamente por ter renunciado à Renamo. A situação resultou em tumultos contra familiares do régulo que se refugiado na vila sede de Liúpo, onde faz campanha a favor do partido no poder. Em consequêcia, um individuou de nome Victor Moutinho foi recolhido às celas da PRM, depois de vários confrontos entre os agentes da PRM e membros da Renamo. Moutinho é indiciado de destruição do material de propaganda eleitoral da Frelimo que estava colado na residência do régulo.
Chibuto, Gaza: cerca de 35 membros da OJM, chefiados pelo secretário distrital da Frelimo, António Macuácua, arremessou pedras contra membros da caravana do MDM, impedindo-os de entrar na vila de Chibuto, no dia 19 de Setembro. Três pessoas contrairam ferimentos ligeiros. O delegado do MDM refugiou-se no comando distrital da PRM, onde veio a ser aconselhado pelo respectivo comandante distrital a abandonar a cidade de Chibuto.
Chokwé, Gaza: um grupo de indivíduos que trajavam camisetas e bandeiras da Frelimo assaltou, no dia 17 de Setembro, a delegada da cidade do partido Renamo, Ricardina Nhumaio, arrancando-a a bandeira e as camisetas que trazia.
Cahora Bassa, Tete: a policia, na tarde do dia 20 de Setembro, impediu a realização da campanha do partido MDM, devido à falta de credencial.
Moatize, Tete: o partido Renamo acusou, no dia 14 de Setembro, a Frelimo de ter queimado a sua sede em Kidjia no posto administrativo de zobué. O nosso jornalista confirma apenas o facto de que a sede foi queimada.
Lichinga, Niassa: as caravanas da Frelimo e Renamo cruzaram-se no bairro Chinaúla, no dia 16 de Setembro, tendo se levantado forte tensão que veio a culminar em agressão fisíca entre os membros dos dois partidos, que foi prontamente estancada por elementos da PRM que na altura se encontravam no local.
Zavala, Inhambane: elementos trajados de camisetas do partido Frelimo, destruíram, no dia 18 de Setembro, o material propagandístico do partido MDM, na zona de Quissico.
Namacura, Zambézia: dois membros pertencentes ao partido Renamo encontram-se sob custódia policial, acusados de terem rasgado plásticos contendo material de propaganda eleitoral do partido Frelimo, que vinha na posse de uma cidadã que saia do mercado local.
Tambara, Manica: cinco individuos, três pertecentes ao partido Renamo e dois do MDM encontram-se sob custódia policial indiciados de destruírem o material propagandístico do partido Frelimo, no dia 17 de Setembro, na zona sede do distrito de Tambara
Catandica, Manica: dois indivíduos trajados de camisetes do partido Frelimo foram detidos na manhã do dia 21 de Setembro acusados de inviabilizar a campanha do partido MDM no bairro senhanthunge.
Chibabava, Sofala: um individuo de nome José Mutacata Chango aparentemente pertencente ao partido Frelimo foi agredido na tarde da última Sexta-feira, 19 de Setembro, por simpatizantes do partido Renamo quando este circulava numa bicicleta que esvoaçava a bandeira da Frelimo.
Magude, Província de Maputo: membros do partido Frelimo e os da Renamo envolveram-se em actos de vandalismo (destruição de material de propaganda) na manhã do dia 21 de Setembro na vila sede de Magude.
Uso de meios do estado
Guvuro, Inhambane: a Frelimo usou, no dia 19 de Setembro, uma viatura pertencente ao Governo distrital com a chapa de matrícula MMI 12-83.
Balama, Cabo Delgado: a Frelimo usou, no dia 19 de Setembro, uma viatura de marca Toyota MMJ 51-41, pertencente à administração do distrito.
Maputo Cidade: o partido Frelimo afixou, no dia 17 de Setembro, distícos e panfletos ostentando fotos e símbolos do seu candidato e partido, na entrada das instalações do círculo do bairro de Xipamanine (trata-se de instalações do Conselho Municipal).
Búzi, Sofala: a Frelimo usou, no dia 18 de Setembro, uma viatura de marca Toyota Hilax côr branca com a matrícula MMF 63-19 e MBH 17-61, ambas pertencentes à Direção Provincial da Agricultura de Sofala.
Mabalane, Gaza: a comitiva liderada pela primeira-dama, Maria da Luz Guebuza, usou uma viatura com a chapa de matrícula MMF 95-18 dos serviços distritais das actividades económicas, uma Toyota MMJ 92-97 pertencente ao Ministério da Ciência e Tecnologia, MLQ 03-39, MLW 09-70 da Administração Distrital e MLQ 82-50, MMQ 34-55 todas pertencentes à Administração do Governo da cidade de Xai-Xai.
Mabalane, Gaza: afixação de cartazes pertencente ao partido frelimo e o seu candidato na Escola Secundaria Geral.
Ulóngue, Tete:o partido Frelimo usou, no dia 18 de Setembro, duas viaturas com as matrículas MTB 17-21 e MMJ 77-25 pertencentes ao Instituto de Comunicação Social e Serviços distritais da Educação Juventude e Cultura, respectivamente.
Murrumbala, Zambézia: as Escolas Secundária, Pré-Universitária 4 de Outubro e Artes e Ofícios paralisaram as aulas no dia 16 e 17 de Setembro, em virtude da chegada em campanha do candidato da Frelimo, Armando Emílio Guebuza.
Lichinga, Niassa: o partido Frelimo colou, no dia 14 de Setembro, os seus panfletos nas instalações da Rádio Moçambique e no Instituto de Comunicação Social.
Marringué, Sofala: o partido Frelimo usou duas motorizadas com a chapas de inscrições MMG 03-57 e MMC 95-57 pertencentes aos serviços distritais de educação e administração no desfile da sua caravana eleitoral.
Ilha de Moçambique, Nampula: a Frelimo usou uma viatura Mishubishi de cor azul MLI 95-84 pertecente ao Conselho Municipal; uma viatura Toyota MMH 33-73 protocolar do
presidente do Conselho Municipal; Toyota branca MMI 24-74 pertecente a Direcção da Agricultura e Nissan Hard Bord MMM 73-82 pertecente à Escola Secundaria.
Renamo
A Renamo encontra-se dividida em Cabo Delgado. Enquanto um grupo liderado pelo delegado provincial, Mustagibo Bachir, desdobra-se em todos os cantos da província pedindo voto para a Renamo e seu candidato, um outro grupo, liderado por Manuel Abudo Patia, aglomera-se todas as manhãs na sede provincial contestando a liderança de Bachir. No dia 19 de Setembro, só a intervenção policial consegiu evitar a confrontação das duas alas.
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Boletim sobre o processo político em Moçambique
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A Father's Day Message from President Obama
As the father of two young girls who have shown such poise, humor, and patience in the unconventional life into which they have been thrust, I mark this Father’s Day—our first in the White House—with a deep sense of gratitude. One of the greatest benefits of being President is that I now live right above the office. I see my girls off to school nearly every morning and have dinner with them nearly every night. It is a welcome change after so many years out on the campaign trail and commuting between Chicago and Capitol Hill.
But I observe this Father’s Day not just as a father grateful to be present in my daughters’ lives but also as a son who grew up without a father in my own life. My father left my family when I was 2 years old, and I knew him mainly from the letters he wrote and the stories my family told. And while I was lucky to have two wonderful grandparents who poured everything they had into helping my mother raise my sister and me, I still felt the weight of his absence throughout my childhood.
As an adult, working as a community organizer and later as a legislator, I would often walk through the streets of Chicago’s South Side and see boys marked by that same absence—boys without supervision or direction or anyone to help them as they struggled to grow into men. I identified with their frustration and disengagement—with their sense of having been let down.
In many ways, I came to understand the importance of fatherhood through its absence—both in my life and in the lives of others. I came to understand that the hole a man leaves when he abandons his responsibility to his children is one that no government can fill. We can do everything possible to provide good jobs and good schools and safe streets for our kids, but it will never be enough to fully make up the difference.
That is why we need fathers to step up, to realize that their job does not end at conception; that what makes you a man is not the ability to have a child but the courage to raise one.
As fathers, we need to be involved in our children’s lives not just when it’s convenient or easy, and not just when they’re doing well—but when it’s difficult and thankless, and they’re struggling. That is when they need us most.
And it’s not enough to just be physically present. Too often, especially during tough economic times like these, we are emotionally absent: distracted, consumed by what’s happening in our own lives, worried about keeping our jobs and paying our bills, unsure if we’ll be able to give our kids the same opportunities we had.
Our children can tell. They know when we’re not fully there. And that disengagement sends a clear message—whether we mean it or not—about where among our priorities they fall.
So we need to step out of our own heads and tune in. We need to turn off the television and start talking with our kids, and listening to them, and understanding what’s going on in their lives.
We need to set limits and expectations. We need to replace that video game with a book and make sure that homework gets done. We need to say to our daughters, Don’t ever let images on TV tell you what you are worth, because I expect you to dream without limit and reach for your goals. We need to tell our sons, Those songs on the radio may glorify violence, but in our house, we find glory in achievement, self-respect, and hard work.
We need to realize that we are our children’s first and best teachers. When we are selfish or inconsiderate, when we mistreat our wives or girlfriends, when we cut corners or fail to control our tempers, our children learn from that—and it’s no surprise when we see those behaviors in our schools or on our streets.
But it also works the other way around. When we work hard, treat others with respect, spend within our means, and contribute to our communities, those are the lessons our children learn. And that is what so many fathers are doing every day—coaching soccer and Little League, going to those school assemblies and parent-teacher conferences, scrimping and saving and working that extra shift so their kids can go to college. They are fulfilling their most fundamental duty as fathers: to show their children, by example, the kind of people they want them to become.
It is rarely easy. There are plenty of days of struggle and heartache when, despite our best efforts, we fail to live up to our responsibilities. I know I have been an imperfect father. I know I have made mistakes. I have lost count of all the times, over the years, when the demands of work have taken me from the duties of fatherhood. There were many days out on the campaign trail when I felt like my family was a million miles away, and I knew I was missing moments of my daughters’ lives that I’d never get back. It is a loss I will never fully accept.
But on this Father’s Day, I think back to the day I drove Michelle and a newborn Malia home from the hospital nearly 11 years ago—crawling along, miles under the speed limit, feeling the weight of my daughter’s future resting in my hands. I think about the pledge I made to her that day: that I would give her what I never had—that if I could be anything in life, I would be a good father. I knew that day that my own life wouldn’t count for much unless she had every opportunity in hers. And I knew I had an obligation, as we all do, to help create those opportunities and leave a better world for her and all our children.
On this Father’s Day, I am recommitting myself to that work, to those duties that all parents share: to build a foundation for our children’s dreams, to give them the love and support they need to fulfill them, and to stick with them the whole way through, no matter what doubts we may feel or difficulties we may face. That is my prayer for all of us on this Father’s Day, and that is my hope for this nation in the months and years ahead.
President Barack Obama
DE REGRESSO!
Permitam-me apresentar as minhas sinceras desculpas pelo meu desaparecimento abrupto da blogosfera num momento tao importante da vida politica mocambicana. De facto desde o dia 15 de Setembro que nao actualizava o meu/nosso blog.
Ocupacoes profissionais e uma viagem relampago ao Mocambique real obrigaram-me ao inesperado divorcio momentaneo com a blogosfera! Para alem de Maputo desloquei-me a Cidade de Quelimane e ao distrito de Nicoadala.
Foi interessante sentir o vibrar dos compatriotas neste momento singular da consolidacao da nossa democracia. Trocar impressoes sobre as eleicoe com as mamanas do mercado peixe no Maputo ou do mercado do Waquima em Quelimane, bem com no mercado de Nicoadala permitiram-me mergulhar no amigo das crencas e descrencas do processo socio-democratico. Conversar com varios actores sociais, incluindo candidatos a proxima legislatura permitiu-nos sentir em primeira mao as incertezas dos actores sobre o processo eleitoral. Falar com membros dos organismos eleitorais a varios niveis, foi sem margem para duvidas uma escola. Conversar com jornalistas de varias tendencias, lideres juvenis, membros da 'sociedade civil' deu-nos uma imagem se nao proxima pelo menos nao distante do epicentro de tomada de decisoes.
Mas como era de esperar, o tempo (7 dias) foi escasso e mais uma vez aumentou a minha divida para com os amigos! Fiquei devendo visitas e promessas feitas!
Sei que nao mereco o vosso perdao, mas mesmo assim peco-vos encarecidamente que me perdoem! Conciliar as agendas profissionais, academicas, socais, e familiares tem sido uma constante dor de cabeca!
Oxala um dia encontre a formula perfeita! Se nao conseguir no tera sido or alta de vontade ou por nao ter tentado! Defeitos de fabrico so se concertam na fabrica!
Um abraco patriotico,
MA
Boletim Sobre o Processo Politico em Mocambique
CNE: um peso, duas medidas?
O PLD foi notificado pela CNE para suprir algumas irregularidades: tratava-se de candidatos que tinham apresentado o talão de espera de BI como documento de identificação. A forma de suprir esta irregularidade era a apresentação de Boletim de Nascimento ou de Certidão de Narativa Simples que demora entre 10 a 15 dias para tratar. O PLD teve uma ideia genial: pediu os candidatos nesta situação para escreverem uma carta de desistência da candidatura e procedeu à substituição dos candidatos desistentes por candidatos que tivessem BI. Isto foi aceite pela CNE mas um outro partido, PARENA, que, tendo sido notificado pela CNE pelo mesmo problema, usou a mesma estratégia, precisamente sob orientação do próprio Caetano Sabile, viu os seus documentos recusados pela CNE e, por isso, excluido.
Terá a CNE usado uma dualidade de critérios? Fica difícil apurar porque o PARENA até hoje não conhece as causas da sua exclusão. Mais transparência da CNE ia ajudar a apurar e esclarecer este suspeição à volta deste partido e possível tratamento benevolente pela própria CNE.
Candidatos do PLD são de Maputo e Chiúre
Os candidatos do PLD nos 10 círculos eleitorais em que concorre são de Maputo e Cabo Delgado, particularmente de Chiúre, distrito natal do presidente Caetano Sabile. “Não são todos residentes em Maputo mas a grande maioria vive em Maputo e Chiúre em Cabo Delgado”, disse Sabile em entrevista ao Boletim, na manhã de 25 de Setembro. Na verdade, isto não é ilegal e muitos partidos pequenos recorrem à estas práticas desde 1994. Ao que tudo indica, a base social do PLD é o Centro de Formação Artística e Cultural baseado em Maputo e Chiúre, em Cabo Delgado.
Legalmente, o PLD é um partido politico mas registado às pressas. Sabile era até Dezembro de 2008 do partido PADELIMO, digido por Joaquim Nhota. Foi por desentendimentos com Joaquim Nhota que decidiu fundar seu próprio partido em Dezembro de 2008 mas antes tentou concorrer a cargo de edil de Maputo nas autárquicas de 2008. Pelos documentos a que o Boletim teve acesso, o PLD obteve o despacho ministerial (Ministério da Justiça) favorável à 11 de Junho e é registado na Conservatória dos Registos Centrais à 30 de Junho. Por este órgão obteve, no dia 29 de Julho, a certidão para efeitos de publicação do partido em Boletim da República.
No dia 29 de Julho apresentou a sua candidatura à CNE para as eleições legislativas apenas em todos os círculos eleitorais, exceptuando a diáspora. Um dos requisitos exigidos pela CNE para concorrer nas legislativas e provinciais de 2009 era a apresentação do Boletim da República que oficialmente publica o partido. O PLD não tinha isto mas a sua candidatura foi aceite. Sendo o PLD o único partido nesta situação fica difícil dizer se a CNE foi benevolente com o PLD.
Somente a 17 de setembro, o PLD efectuou o pagamento à Imprensa Nacional para a publicação dos Estatutos em BR. Isto aconteceu porque o banco exigiu o BR como condição para a movimentação dos fundos recebidos da CNE, via transferência.
O PLD inicia a sua campanha em Inharrime, Inhambane. No dia 24 de Setembro, o PLD saiu à rua numa caravana de 30 pessoas, entre adultos e crianças trajadas de camisetes com emblema do partido, a gritar as iniciais do partido.
Nampula: 19 detidos desde início da campanha
A campanha eleitoral que iniciou a 13 de Setembro, só na província de Nampula, resultou em 19 detenções dos 29 casos de incidentes registados ao longo das primeiras duas semanas do seu decurso naquele maior circulo eleitoral do país. O chefe do departamento das relações públicas no comando Provincial da PRM, António de Oliveiras Manique, confirmou, no dia 24 de Setembro, que maior parte deste grupo pertence à Renamo. Disse ainda que, no dia 23 de Setembro, a guarda pessoal do candidato da Renamo, Afonso Dlakama, espancou violentamente dois membros da Frelimo no distrito de Mogovolas.
Paus e pedras contra Renamo
Um grupo de cidadãos trajados de camisetes e bandeiras da Frelimo interpelou às 9 horas do dia 22 de Setembro em Chiúta, Tete, a caravana da Renamo que se dirigia à Maràvia. Usando paus e pedras alvejaram os integranteda caravana da Renamo causando ferimentos a seis pessoas, sendo uma pessoa em crítico e causando danos materiais, inclvandalização da viatura de marca Ford Ranger, cabine dupla, matrícula MMJ 89-46, pertencente ao deputado da Renamo pelo círculo eleitoral de Tete, Rui de Sousa, que na Paulino Mponha, membro da Renamo, altura vinha na mesma caravana. A polícia que ferido em Chiúta, Tete estave presente na hora do incidente nada fez para impedir a violência.
Queixas da Oposição em Tambara
Partidos da oposição em Tambara, Manica, acusam a polícia e funcionários públicos de favorecimento à Frelimo.
Os delegados políticos distritais da Renamo (Francisco Ferro) e MDM (Humberto Escova) acusaram no dia 24 de Setembro a Polícia no distrito de Tambara de estar a favorecer a
Frelimo nas suas acções visando estabelecer a lei e ordem no distrito. “Na madrugada do início da campanha, houve um cruzamento das caravanas da Renamo e Frelimo, onde os nossos membros (da Renamo) acabaram sendo espancados. Remetemos queixa à polícia e para o nosso espanto, fomos acusados de sermos os protagonistas da violência” – disse Francisco Ferro, delegado distrital da Renamo em Tambara.
A Renamo apresentou até agora 11 queixas, denunciando violência contra os seus membros, que não mereceram nenhuma tramitação processual. Recorde-se que das agressões, 5 membros desta formação politica contraíram ferimentos. Contrariamente a isto, a Frelimo encaminhou casos de membros da Renamo que destruíram o seu material, casos que estão nas barras do tribunal.
Membros do partido Frelimo, no dia 25 de Setembro, destruíram e queimaram panfletos do partido MDM. O mais agravante, o MDM acusa os membros da Frelimo de ameaçar os seus membros de morte e de os ter obrigado a se retirarem para o distrito de Macossa, alegando que Tambara pertencia à Frelimo.
No dia 20 de Setembro O MDM, acusou o primeiro Secretário da Frelimo, Manuel Singano, e os seus membros, de terem destruído a sua sede e a respectiva bandeira, no distrito de Tambara. O primeiro secretário da Frelimo, justifica este acto, como resposta à intransigência do MDM, por não ocuparem o espaço atribuído, preferindo montar a sede à beira da estrada.
O partido Frelimo, obrigou no dia 24 de Setembro, funcionários públicos a tomarem parte da sua caravana política a partir das 15:30 horas. Um funcionário, disse ao nosso correspondente, que a medida dada pelo respectivo administrador, Gilberto Canhaze, é de carácter obrigatória mas o primeiro secretário local da Frelimo, Manuel Singano, negou que esta orientação tenha vindo do seu partido.
Incidentes de campanha em resumo
Os actos de violência e uso de meios do estado ainda continuam nalguns pontos do país, informações recolhidas dos nossos correspondentes e jornalistas espalhados por todo o país dão conta dos seguintes acontecimentos:
Violência eleitoral
Sussundenga, Manica: um membro do partido Frelimo, Rachidi Mário, foi espancado na manhã de dia 24 de Setembro, pela polícia na sede do distrito de Sussundenga, quando tentava infiltrar-se na caravana do partido MDM com o objectivo de inviabilizar a sua campanha.
Barué, Manica: um membro do partido Frelimo, foi detido no dia 23 de Setembro, pelas 17 horas, no bairro militar, quando tentava inviabilizar a caravana do partido Renamo lançando pedras. O mesmo encontra-se no comando distrital da PRM do distrito de Barué, onde aguarda a instrução processual.
Sussundenga, Manica: um membro do MDM de nome Alexandre Alberto Macambene, encontra-se sub custódia policial desde 23 de Setembro na sequência de ter sido flagrado na posse de um panfleto do partido Frelimo no seu bolso.
Macomia, Pemba, Cabo Delgado: o chefe dos membros da Renamo na Comissão Distrital de Eleições, Mário António Samade, acusou no dia 24 de Setembro, os elementos do policiamento comunitário da aldeia de Machova, de terem espancado o seu colega, Ali Machado, que se encontrava em plena campanha eleitoral.
Namarrói, Zambézia: membros do partido Renamo, inviabilizaram no dia 24 Setembro, um comício da Frelimo, bloqueando a estrada que dá acesso ao posto administrativo de Regome, de modo a impedir a passagem da caravana do partido Frelimo.
Muanza, Sofala: dois membros da Renamo foram detidos na localidade de Wiliqueze que dista a 75 km da vila sede do distrito, acusados de inviabilizarem o comicío da Frelimo no dia 16 de Setembro, tendo permanecidos algemados até ao dia 18.
Muanza, Sofala: três jovens (Titos João, Elias Joaquim e Chaque Inácio), pertencentes ao partido Renamo foram detidos na tarde do dia 19 de Setembro, na zona de Muchinaeanimda na localidade de Muanza indiciados de destruírem material propagandístico do partido Frelimo. Os mesmos foram transferidos na tarde do dia 20 de Setembro para o Comando distrital, onde foram setenciados a 20 chambocos e imediatamente postos em liberdade.
Cahora-Bassa, Tete: membros do partido Frelimo espancaram às 18 horas do dia 21 de Setembro, uma cidadã pertencente ao partido MDM, no posto administrativo de Xitima, o mais povoado do distrito de Cahora Bassa.
Mutarara, Tete: três membros do partido Renamo encontram-se sob custódia policial desde a madrugada do dia 19 de Setembro, indiciados de promover escaramuças contra uma brigada do partido Frelimo, na localidade de Sinjal, posto administrativo de Nhamaiague.
Mutarra, Tete: membros da Renamo espacam o motorista da direcção da Saúde, Vinte Jaime Vinte, no bairro 1 de Maio, supostamente por a viatura que conduzia portar panfletos do partido Frelimo, no dia 22 de Setembro de 2009.
Uso de Meios de Estado
Machanga, Sofala: A Frelimo usou na sua campanha do dia 24 de Setembro uma viatura
de marca Toyota Hilux MBF 82-09, e uma motorizada MLU 43-61, pertencentes aos Serviços Distritais das Actividades Económicas.
Buzi, Sofala: nas Escolas Secundária de Buzi, primária 3 de Fevereiro, Primária do II grau da vila sede, Primária 25 de Setembro, Primária Completa 1 de Junho não houve aulas no dia 22 de Setembro em virtude da chegada em campanha do Secretário geral da Frelimo, Filipe Paúnde.
Montepuez, Cabo Delgado: a Frelimo usou no dia 25 de Setembro, uma motorizada com chapa de inscrição MTC 05-93, pertencente aos serviços distritais de Educação, Juventude e Tecnologia.
Cahora Bassa, Tete: A Frelimo usou no desfile da sua campanha do dia 22 de Setembro, uma viatura pertencente ao Ministério da Saúde, trata-se duma Nissan MMM 20-14 de côr branca.
Tete, Tete: a Frelimo usou uma viatura dupla cabine Toyota Hilax de côr cinzenta no seu desfile de 22 de Setembro, pertencente à direcção Provincial de Educação; uma Toyota Hilax pertencente à Saúde, uma Isuzu e Mitshubishi pertencentes ao Conselho Municipal de Tete, cujas matrículas não foi possível apurar em virtude de se encontrarem acobertadas por panfletos.
Vilanculos, Inhambane: os alunos das Escolas Secundária de Mucoque, de Vilanculos, do Instituto de Formação dos Professores, da Escola Superior de Desenvolvimento (ESUDER), não tiveram aulas no dia 23 de Setembro, em virtude do Partido Frelimo ter orientado às respectivas dirrecções para participarem no comício orientado pelo membro da comissão política e chefe da brigada central da Frelimo, Aires Aly.
Frelimo numa campanha “luxuosa”
Numa corrida onde quase todos os partidos concorrentes se recentem da falta de meios, incluindo panfletos, a Frelimo protagonizou na cidade de Quelimane, nos dias 19 e 20 de Setembro, um show de luxo, ao desfilar uma caravana composta por cerca de 50 viaturas, 100 motorizadas e dezenas de bicicletas.
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Boletim sobre o processo político em Moçambique
Editor: Joseph Hanlon (j.hanlon@open.ac.uk)
Editor Adjunto: Adriano Nuvunga -- Assistente da Pesquisa: Tânia Frechauth
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Publicado por CIP, Centro de Integridade Pública, e AWEPA, Parlamentares Europeus para a Africa
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Thursday, 24 September 2009
Agenda Cultural da Semana 23 – 29 de Setembro
Quarta-Feira, 23 de Setembro
• Lançamento site. 18h. Sobre a exposição. Intersecções. www.interseccoes.net. Consulado de Portugal
• Palestra. 18h. Brasil e a luta de libertação em Moçambique por José Luís Cabaço. CCBM
• Concerto de Jazz. 19:30h. Just Jazz. Waterfront
• Concerto. 22:30h. Muzila Project. Gil Vicente
Quinta-Feira, 24 de Setembro
• Concerto fusão. 21:30h. Afonso Bhaka. Mafalala Libre. 100 Mt
• Concerto. 22h. Eyuphuro e amigos. Xima Bar
• Concerto. 22h. Bonga + convidados. Coconuts
• Concerto. 22:30h. Seth Suazi. Gil Vicente.
• Concerto fusão. 22:30h. Napalma & Timbila Muzimba. Rua D´Arte. 200 Mt
• Concerto. 23h. Miss Zav & Miss Diddy . África-Bar.
Sexta-Feira, 25 de Setembro
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 Mt
• Concerto. Sexta tropical. 19:30h. Trio Chamanculo. Waterfront.
• Concerto. 22h. Xitende. Xima Bar
• Música electrónica. 22h. Afro House. Rua D´Arte
• Concerto. 22:30h. Jirbo Ntunta & Casablanca. Gil Vicente
• Concerto de Jazz. 22:30h. Umbrella Jazz. África-Bar.
Sábado, 26 de Setembro.
• Teatro sobre homossexualidade. 18h. O Quarto. Teatro Avenida. Até 10 Outubro
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 Mt
• Jam Session. 18h. Associação dos Músicos Moçambicanos
• Concerto. 19h. Gabriel Chiau Quinteto. Waterfront
• Documentário musical. 20:30h. Mahaleo (Madagáscar) de Cesar Paes e Raymond Rajaonarivelo. Núcleo de Arte
• Concerto de soul. 21h. Soulciedade. África-Bar
• Concerto de jazz. 21:30h. Umbrella Jazz. Rua D´Arte
• Concerto. 22h. Mozpipa e amigos. Xima Bar
• Jam Session. 22:30h. Gil Vicente.
• Música variada. 23h. Dj Ras (USA). Rua D´Arte
Domingo, 27 de Setembro
• Teatro sobre homossexualidade. 18h. O Quarto. Teatro Avenida. Até 10 Outubro
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 MT
• Concerto. 18h.. Bonga + convidados. Coconuts
• Concerto. 18:30h. Núcleo de Arte 50 MT
• Concerto. 19h. Djazz. Xima Bar
Terça-Feira, 29 de Setembro
• Karaoke. 22:30h. Queres cantar? Gil Vicente
E também…
• 10ª Bienal de Artes Plásticas. 11h – 18h. Bienal TDM – 09. Museu Nacional de Arte. Até 15 Novembro
• Exposição de Artes Pláticas. Chauffeur de Butcheca. CCFM. Até 4 Outubro
• Exposição Videoarte. 8h – 12h e 14h – 17h. Africalls? Associação Moçambicana de Fotografia. Até 27 de Setembro
• Exposição. Um olhar das mulheres sobre as mulheres. Associação Kulungwana. Até 24 de Setembro
• Exposição de Artes Plásticas. 8:30h – 14:30h. Intersecções. Consulado de Portugal.
Até 27 Setembro
• Exposição. Onde as artes se fundem de Mariana Megre e Margarida Damião Ferreira. Rua D´Arte. Até 30 Setembro
• Exposição de Videoarte. 11h – 19h. 25 Frames por segundo em Moçambique. I. Camões.
Até 24 Setembro
• Exposição de Fotografia. 10h – 18h | Fim-de-semana e feriados: 10h – 14h No Topo da Gorongosa de “Moçambique Aventura”. CCBM
NEWS SUMMARY. 24TH SEPTEMBER, 2009.
DEMOCRACY, GOVERNANCE AND CORRUPTION
2009 Elections: CNE dialogues with African diplomats
The national law for the parliamentary elections and the provincial assemblies is based on an election list of candidates for each constituency and not the selection of an individual as such, which implies that if any list does not meet the requirements by law loses the right to be submitted to the popular vote.
This explanation was given yesterday in Maputo, to the ambassadors of African, Asian and Latin American countries accredited in Mozambique, by the President of the National Electoral Commission (CNE), Leopoldo da Costa, in a meeting requested by them to become aware of the national electoral process as a whole.
http://www.jornalnoticias.co.mz/pls/notimz2/getxml/pt/contentx/890942
Elections: UN is closely monitoring the process of exclusion of parties
The UN says it is following closely the process of reviewing candidacies of Mozambican political parties excluded from the electoral race of 28 October. "We want transparent, free and inclusive elections", because "we are following it closely (the evaluation of the Constitutional Council) and we have to follow it closely," said UN Resident Coordinator in Mozambique, Ndolamb Ngokwey.http://www.clubofmozambique.com/pt/sectionnews.php?secao=mocambique&id=14161&tipo=one
International donors are not serious: says RENAMO
The party Renamo considers the reaction of the group of 19 countries and international organizations that has the support of the general budget of the Mozambican state, to the CNE decisions of excluding some political parties, as belated and strange. According to the Chief Electoral Office Party, Ivone Soares, these organizations have been "sitting idle” at times when in fact it required a strong intervention. This moment was one in which the RENAMO-Electoral Union proposed to the Assembly of the Republic to review the electoral package, and it was rejected by the majority Frelimo bench.Zambeze. 24th September, 2009.Administrator sends a citizen arrest for challenging the use of state resources in electoral campaign
The Human Rights League (LDH), in a statement, expressed its rejection of the arrest on 20 September 2009 of Julius Franque, act occurred in Tsangano, Tete province.
Franque was arrested on the orders of the district Administrator, Herculano Combe after he knew that that citizen had challenged the use of resources of state during the election campaign of Frelimo.
LDH says that the attitude of the Administrator violates freedom of expression of Mozambicans. This organization requires, therefore, the immediate and unconditional release of the citizen Julio Franque.
The LDH also states that this is not the first time that Herculano Combe orders to detain people without cause. In 2004, he had even threatened to halt some domestic election observers, accusing them of negative interference in the electoral process.http://www.savana.co.mz/mediafax/68-ultimas/1619-administrador-manda-deter-cidadao-
Suspected members of Renamo "expel" Mazanga of RENAMO
SMS sent by individuals who identify themselves as members of RENAMO, realize that Fernando Mazanga, spokesman for the party at national level, was suspended from Renamo. Add to the same SMS say that the suspension of Mazanga was decided by the "own leader of RENAMO as a result of trickery committed by Mazanga in the production of t-shirts for the electoral campaign." This information was categorically denied by Mazanga, as well as the Secretary-General of the party Renamo, Ossufo Momade. http://www.canalmoz.com/default.jsp?file=ver_artigo&nivel=1&id=6&idRec=6391
RENAMO accuses police of defending FRELIMO the region of Manica
Members and supporters of RENAMO accused the police of Tambara, Manica, of being only concerned with defending the interests of FRELIMO, the ruling party.
Tuesday, a group of about 15 people met with the police, to ask it to be impartial and to act in a way "to dignify the force of law."
Police deny the accusations and recognizes only two complaints so far sent to the command, being the same in the judicial bodies for legal proceedings. http://www.opais.co.mz/opais/index.php?option=com_content&view=article&id=2762:renamo-acusa-policia-de-defender-frelimo-na-regiao-de-manica&catid=63:politica&Itemid=273
Administrator of Gurue closes Hostel to prevent Daviz Simango to stay.
The Administrator of Gurue district, in Zambezia province, had closed immediately a pension in where the Democratic Movement of Mozambique (MDM), Daviz Simango should stay. Reports say that the leader of MDM had to take refuge in the rectory at the local level.http://opais.sapo.mz/opais/index.php?option=com_content&view=article&id=2760:administrador-de-gurue-manda-encerrar-pensao&catid=63:politica&Itemid=273
ECONOMICS AND DEVELOPMENT
Vietnamese Company to invest in the gas sector in Mozambique
The company Petrovietnam has shown to be interested in investing in a pipeline in Mozambique as part of its strategic expansion in Africa. The Vietnamese National Company for Oil and Gas aims to invest $US85M in a project connected to the gas from Pande and Temane, in Inhambane province.
In Mozambique the gas is only operated in Pande and then sold to South Africa.
Arsenio Mabote, Chairman of the National Oil Institute of Mozambique said that by 2012 the Institute will launch tenders for oil and gas in the Rovuma in the north of Mozambique and in the central area of the country.http://www.clubofmozambique.com/pt/sectionnews.php?secao=mineracao&id=14160&tipo=oneNGO accuses government to adopt "wrong environmental policies"
The Mozambican Non Governmental Organization (NGO), Environmental Justice, Tuesday accused the Government of Mozambique to adopt "wrong environmental policies" by focusing attention on development, without regard to a balance with the social and economic issues.Anabela Lemos, Researcher of that NGO, expressed concerns the way that the Mozambican authorities have decided to follow, to achieve "development at any cost”. Lemos says that "in Mozambique, we are at risk with the issue of pollution, mining, and the impending oil exploration, which is starting, and projects of mega-dams. According to her, thinking only in mega-projects such as development solution is not the right way to walk, "he added.http://www.clubofmozambique.com/pt/sectionnews.php?secao=mocambique&id=14157&tipo=one
HUMAN RIGHTS, JUSTICE AND LEGAL AFFAIRS
Basic food for People living with HIV
Undernourished people living with HIV / AIDS who are on antiretroviral therapy and tuberculosis patients will be receiving a monthly set of basic foodstuffs.
This is a strategy of the Ministry of Health to be launched today in Maputo and which aims, among others, strengthen adherence to antiretroviral therapy and tuberculosis. The aim is also the initiative to prevent the patients from the protein-calorie malnutrition and deficiency of micronutrients. Initially, the strategy also aims to promote nutrition education will be implemented in all provincial offices and will gradually cover the whole patients in the country.http://www.jornalnoticias.co.mz/pls/notimz2/getxml/pt/contentx/890949
Counterfeits in Commercial BanksCounterfeiting notes of the national currency, Metical, are cirrculating in the commercial banks of the country, as denounced by the morning of yesterday, the Police of the Republic of Mozambique (PRM).
The first case comes from the province of Zambezia, where a national encountered, last Monday, with a case raising a false note of 500 Meticais in the Automatic Teller Machine (ATM) of a commercial bank in Maganja da Costa.
According to Pedro Cossa, spokesman of the Police of the Republic of Mozambique in the General Command of the PRM, the case calls attention to the need for bank officials to observe, with greater expertise, the values that have been to be deposited by their customers.
Savana. 24th September, 2009.
Collaboration
Constancio Nguja - Translation
Constancio Nguja and Delfina Dança – Democracy, Governance and Corruption
Severino de Carvalho – Economics and Development
Delfina Dança – Human Rights, Justice and Legal Affairs
Celso Gusse – Executive Director of CEMO
Wednesday, 16 September 2009
The Role of Parliamentarians in advancing nuclear abolition
PNND 2009 Assembly and Council Meeting
New York
11-12 October
Dear PNND Members,
You are cordially invited to the Parliamentarians for Nuclear Non-proliferation and Disarmament 2009 Annual Assembly and Council Meeting in New York from October 11-12 – The Role of Parliamentarians in advancing nuclear abolition.
The Assembly provides an opportunity for PNND members to engage with government representatives, disarmament experts and UN officials on key nuclear non-proliferation and disarmament issues and initiatives. It will include a special forum at the United Nations to discuss the United Nations Secretary-General’s five-point plan for nuclear disarmament.
This is a dynamic time for nuclear non-proliferation and disarmament. The spread of nuclear technology and ongoing conflicts make the risk of further nuclear proliferation very real. On the other hand, a number of developments provide new optimism for progress, including the resumption of nuclear reduction negotiations between the United States and Russia, increased support for the vision of a nuclear-weapon-free world by world leaders, and renewed action in the Conference on Disarmament and UN Security Council.
PNND has played a role in developing this positive momentum – and can play an even greater role in ensuring success. We look forward to your continuing involvement in PNND activities and in these issues.
PNND Assembly details:
1. Program:
a. PNND Assembly: The Role of Parliamentarians in advancing nuclear abolition
Day 1. Sunday Oct 11: 9:30 – 16:30. Malaysian Mission to the United Nations. Sessions include Utilising the emerging opportunities, Engaging the Nuclear Weapon States, Regional initiatives including Nuclear Weapon Free Zones and Closing the Nuclear Umbrella.
Day 2. Monday Oct 12: 9:00 – 12:30. Bahai United Nations Office. Sessions include National Initiatives, and Partnerships and action proposals
b. UN Forum: The United Nations Secretary-General’s nuclear disarmament plan: Is it feasible? Monday October 12. 13:15-14:45. United Nations Conference Room 7.
c. PNND Council Meeting. Monday October 12. 15:00 -17:00. Bahai United Nations Office. Includes regional reports, PNND activities and events, appointment of the PNND Co-Presidents and Council and funding.
d. PNND delegation meetings. Tuesday October 13. PNND is planning some delegation meetings with key UN officials.
2. Participation
a. The PNND Assembly is open to all PNND members and other parliamentarians interested in joining PNND.
b. The PNND Council Meeting is open to all PNND Council Members as full participants. Other PNND members are welcome to attend as observors which includes the right to speak but not to participate in decision making.
3. Travel details:
We recommend arriving in New York on 10 October as the Assembly starts early on October 11. Please inform us of your travel details.
4. Conference dinners:
There will be an informal dinner on 10 October for those members arriving in time. There will also be a more formal dinner either on 11 or 12 October (details to be confirmed).
5. Costs:
Participants are responsible for their own travel and accommodation costs, as well as costs for their dinners. PNND will provide lunches and refreshments during the assembly.
6. Accommodation:
PNND has secured a limited number of rooms at the Beekman Tower Hotel situated at the north end of the United Nations (49th Street and 1st Ave) for a discount rate of US$260 per night. Please let us know as soon as possible of you require one of these rooms.
7. Office support:
Office support for the Assembly will be provided by our parent organisation the Global Security Institute which has an office at 866 UN Plaza, Suite 4050, New York NY 10017. Phone +1 646 289 5170. Fax +1 646 289 5171. Attention Rhianna Tyson or Jim Wurst.
We look forward to seeing you in New York.
Yours sincerely,
Alyn Ware
Parliamentarians for Nuclear Non-proliferation and Disarmament
PO Box 24-429, Manners Street
Wellington, Aotearoa-New Zealand
Phone: +64 4 496-9629 Fax: +64 4 496-9599
Mobile: +64 021 260 3727 or +1 646 752 8702
alyn@pnnd.org
www.pnnd.org
Há guepardos e hipopótamos em Angola e Moçambique
29 de Julho de 2009 - por Bruno Garschagen
Tags: Angola Moçambique áfrica
Numa palestra realizada para o TED, o economista e presidente da Free Africa Foundation George Ayittey disse que na África há dois tipos de gerações: os guepardos e os hipopótamos.
A salvação da África, segundo ele, estava nas mãos dos guepardos, indivíduos que lutam pelas liberdades, pela democracia, que não esperam que o governo aja por eles, que não toleram a corrupção, que trabalham pelo desenvolvimento de suas regiões.
São o oposto dos hipopótamos, a elite instalada no governo que construiu uma confortável prisão intelectual, política e econômica que os imobiliza e imobiliza o país que governam. Os hipopótamos não agem e lapidam o discurso permanente da crueldade do colonialismo e do imperialismo. Ancoram-se nessa justificativa para não agir e não deixar que os indivíduos ajam. As reformas políticas e econômicas não são sequer concebidas. Afinal, o estado de coisas os beneficia.
Num continente afortunado pelas riquezas naturais e pela ajuda trilionária oriunda de doações internacionais ao longo dos recentes 50 anos, falar de falta de recursos não é só uma piada de mau gosto: é uma violação dos direitos humanos. A economista Dambisa Moyo, no excelente Dead Aid, mostra que desde o fim dos anos de 1950 o continente africano recebeu dos países ricos mais de US$ 1 trilhão em ajuda (1). Coletar e enviar dinheiro para os países africanos converteu-se, a partir da década de 1980, num imperativo moral. Você facilmente poderia ser acusado de desumano se negasse ajuda ou tratasse o assunto de forma crítica ou desdenhosa.
A herança macabra de Bob Geldof, o criador do Live Aid Concert, foi reclamada por Bono Vox, o vocalista do U2. À minha falta de simpatia inicial por ambos agregou-se, em tempos recentes, o desprezo pelo resultado de suas ações beneficentes: o povo africano mais pobre se depara com a elite política e militar enriquecida pelo dinheiro das doações. A ajuda internacional piorou a vida do africano. O montante destinado aos países do continente serviu para aumentar a burocracia e irrigar um gargalo de corrupção criado por uma elite política que converteu o Estado numa mina inesgotável de riqueza e poder.
Na semana passada, eu e Diogo Costa, o editor do Ordemlivre.org, passamos oito dias em Moçambique e Angola. A pobreza é a regra, assim como a riqueza corrupta atirada diariamente no rosto do cidadão. Todos sabem de onde vem e para onde vai o dinheiro. No caso de Moçambique, começa a se formar uma sociedade civil que posso identificar como a geração dos guepardos. Jovens e adultos formam grupos promovem e participam ativamente dos debates em curso.
Repetindo as palavras de Ayittey, eles “lutam pelas liberdades, pela democracia, não esperam que o governo aja por eles, não toleram a corrupção, trabalham pelo desenvolvimento de suas regiões”. Fiquei surpreso e feliz com a sofisticação das discussões e com a participação interventiva das pessoas que compareceram nos três dias de palestras que organizamos em Maputo junto com o Centro de Estudos Moçambicanos, formados pela melhor estirpe de guepardos. Eles bem sabem que os hipopótamos, embora poucos, são igualmente grandes e poderosos, mas podem ser vencidos.
Em Luanda, Angola, a tarefa e a responsabilidade dos guepardos são ainda mais árduas. Os hipopótamos são maiores, mais gulosos e anabolizados pelo petróleo. Dominam o Estado, ditam a miséria da nação e o enriquecimento setorizado. Os guepardos são em menor número na comparação com Maputo e o controle sobre suas atividades é muito maior. Se um estrangeiro que se hospeda no hotel local é obrigado a preencher uma ficha do governo com informações pessoais e objetivo da estadia, o que não sofre o cidadão comum?
Ayittey encerra sua palestra com uma mensagem de fé: com os guepardos é possível retomar a África dos hipopótamos. O trabalho não será nada fácil, mas vi que é possível converter ideias e o poder que delas emana em estímulo para promover mudanças. Muito mais do que doações ineficazes, os guepardos precisam de respeito e de contribuição intelectual para elaborarem e decidirem os caminhos políticos e econômicos que promovam as liberdades e o desenvolvimento.
(1) MOYO, Dambisa. Dead aid – Why Aid Is Not Workin and How There Is a Better Way for Africa. New York: Farrar, Straus and Giroux, 2009, p. 19
Bruno Garschagen é jornalista e mestrando em ciência política na Universidade Católica Portuguesa.
CAMAPANHA ELEITORAL: PDD, Renamo e MDM prometem dias melhores em Manica

OS partidos para a Paz, Desenvolvimento e Democracia (PDD), Renamo e Movimento Democrático de Moçambique (MDM), no prosseguimento das suas acções de “namoro” ao eleitorado, prometeram ontem, em Manica, emprego para jovens, melhorias nos sectores de Educação, Saúde, Agricultura, distribuição de riqueza nacional e combate à pobreza.
O PDD, através do seu delegado político provincial, António Mairosse, diz ter centradas suas atenções na mobilização da juventude para ter esperança em dias melhores. Falando no bairro 16 de Junho, em Chimoio, Mairosse prometeu, em caso de vitória do seu partido nas legislativas, criar mecanismos legislativos com vista a privilegiar a juventude nas oportunidades que se abrem ao país.
Em Gondola, o delegado local do PDD, Humberto Brak, pediu votos para o seu partido para que este possa pôr fim ao que chamou de “desigualdades de desenvolvimento regional”, afirmando que o país tem estado a crescer de forma desproporcional, sendo o sul o mais privilegiado relativamente ao centro e norte.
Na cidade de Chimoio, Eduardo Leite, membro sénior da Renamo e candidato derrotado nas últimas eleições municipais, pediu votos para Dlhakama e Renamo, afirmando que esses são a garantia do melhoramento da agricultura, qualidade da educação e bom atendimento nas unidades sanitárias.
Disse que o melhor que Moçambique tem são os moçambicanos, para os quais afirmou que o seu partido e Afonso Dhlakama tudo farão, em caso de vitória, para acabar com o sofrimento por que passam milhares de compatriotas, que, segundo ele, estão privados de água, energia, alimentação condigna e vivendo em condições de pobreza extrema.
Maputo, Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2009:: Notícias
CAMPANHA ELEITORAL: MDM promete combater assimetrias

O MOVIMENTO Democrático de Moçambique (MDM) na cidade da Beira prometeu ontem aos cidadãos que caso ganhe as eleições presidenciais, legislativas e provinciais marcadas para o dia 28 de Outubro próximo, inverter o actual cenário que, no seu entender, se caracteriza por assimetrias no desenvolvimento. Maputo, Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2009:: Notícias
No prosseguimento da “caça” ao voto, que no terceiro dia vem sendo feita porta-a-porta em todos os bairros, os membros exploram o seu slogan “Moçambique para todos”, para fazer chegar a mensagem segundo a qual todos os cidadãos participarão na governação do país.
A delegada política do MDM na cidade da Beira, Flora Impula, promete igualmente habitação condigna, assistência médica e medicamentosa, justiça social e combate à corrupção.
Impula disse que o país possui recursos por forma a enriquecer os cidadãos, mas os mesmos não estão a ser redistribuídos equitativamente.
“O presidente Daviz Simango e o MDM vão mudar o país, vão criar condições para que todos os moçambicanos usufruam de tudo o que é nosso, ao invés de a riqueza recair em um punhado de gente”, disse.
Candidaturas rejeitadas: CNE reitera legalidade da decisão

A COMISSÃO Nacional de Eleições reiterou ontem a legalidade da exclusão total ou parcial da corrida eleitoral de 27 dos 29 partidos políticos e coligações de partidos que submeteram as suas candidaturas para as eleições legislativas e para as assembleias provinciais de 28 de Outubro. Esta posição foi assumida pelo órgão eleitoral na sequência do recurso interposto pelos partidos e coligações excluídos da corrida eleitoral ao Conselho Constitucional.
Das 29 organizações proponentes de candidaturas apenas a Frelimo e a Renamo conseguiram reunir condições legais para concorrerem na totalidade dos círculos eleitorais, quer para a eleição para a Assembleia da República, quer para as assembleias provinciais.
Falando ao “Notícias”, o porta-voz da CNE, Juvenal Bucuana, disse que a CNE afirma, em sua defesa, que agiu dentro do espírito e letra da Lei Eleitoral e de outros dispositivos legais conjugados que regem as normas para a aceitação ou não de candidaturas para as eleições legislativas e provinciais deste ano.
“A CNE tem consciência que agiu dentro dos ditames da lei e da Constituição da República ao tomar as decisões que tomou durante o processo de apreciação de candidaturas dos partidos políticos e coligações de partidos que manifestaram interesse em concorrer nas eleições legislativas e das assembleias provinciais”, disse.
Segundo Juvenal Bucuana os partidos e coligações de partidos cujas candidaturas foram parcial ou totalmente rejeitadas apresentaram processos desorganizados, não completos e com outros problemas que não conseguiram sanar dentro dos prazos legais.
“Porque não conseguiram corrigir as irregularidades, as listas propostas não ficaram completas e à luz da lei a CNE teve de as eliminar”, sublinhou a nossa fonte, contrariando interpretações de alguns juristas, e não só, que defendem que neste processo não se deve rejeitar listas inteiras, mas sim candidatos que não reúnem os requisitos exigidos por lei.
Na sua deliberação, a CNE decidiu rejeitar as candidaturas dos partidos PIMO, SOL, PUMILD, PASOMO, PCD, PPLM e PANAMO e das coligações UNO, UD e UPM.
No mesmo exercício, o órgão eleitoral aceitou parcialmente as candidaturas dos partidos PLD, Ecologista, PAZS, MPD, PARENA, MDM, PT, ALIMO, UDM, PDD, PVM, PANAOC, UM, PRDS, PPD e das coligações ADACD e UE.
Dos partidos e coligações que viram as suas propostas de candidaturas rejeitadas, oito apresentaram recurso ao Conselho Constitucional. Trata-se do PASOMO, PARENA, Coligação União Eleitoral, MPD, Partido Ecologista, União Nacional da Oposição (UNO), MDM e SOL.
No dia da campanha eleitoral as caravanas políticas continuaram a palmilhar o território nacional à “caça de votos”. De entre estas formações destaque vai para a do concorrente do MDM à Ponta Vermelha, Daviz Simango, que continua a tentar convencer o eleitorado da província do Niassa, enquanto que o da Frelimo, Armando Guebuza, terminou a primeira fase da sua deslocação à província da Zambézia.
Armando Guebuza escala hoje o populoso distrito de Mutarara, província de Tete, primeira etapa de cerca de quatro dias de trabalho naquela parcela do país. Antes de deixar Zambézia, Armando Guebuza orientou um comício popular em Morrumbala e reuniu-se com as autoridades comunitárias locais, de quem recebeu garantias de voto.
No que tange ao candidato da Renamo, Afonso Dhlakama, as últimas informações indicam que este candidato rumou ontem para Quelimane, onde durante os próximos dias vai se reunir com quadros do seu partido.
Maputo, Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2009:: Notícias
Luanda é um luxo para poucos
visto de fora
por Bruno Garschagen, Publicado em 29 de Julho de 2009
A revista "Foreign Policy" saudava Angola por seu "espectacular crescimento económico". Estive em Luanda no final da semana passada e o que vi foi um estado policial e muita miséria em Luanda, um dos muitos onde moram alguns milhões de angolanos.
Você reconhece essa nação? O título da publicidade em formato de reportagem que a revista "Foreign Policy" publicou em sua edição de Maio/Junho saudava Angola por seu "espectacular crescimento económico". Por sua segurança e estabilidade política. Por seu poder regional para promover a paz. Quem pode duvidar de um país turbinado pela indústria petrolífera?
Estive em Luanda no fim da semana passada para uma série de encontros pelo OrdemLivre.org, o programa lusófono da Atlas Economic Research Foundation em parceria com o Cato Institute. É a cidade mais cara em que já pus meus pés. Não há calçadas para pôr os pés. Não há espaços nas ruas para tantos carros. Os veículos novos e importados driblam o tráfego intenso e a miséria que bate nos vidros em busca de clientes para produtos chineses de marcas famosas. Ou de uma mera esmola que drible a fome.
Luanda parece recém-saída de um terramoto. Construções decadentes são a moldura trágica para os poucos prédios novos e para as construções em curso. O lixo espalha-se no chão como folhas da relva. A cidade cheira mal. O transporte público é precário. Autocarro é um luxo reduzido e irregular. Não há táxi. Quem tem dinheiro aluga um carro com motorista. Quem não tem anda espremido em carrinhas lotadas. Ou a pé. Foi o que fiz.
Os pobres de Luanda vagam pelas esquinas. Grupos de homens concentram-se em vários pontos da capital. Os trabalhos disponíveis exigem qualificação. Muitos deles nem sequer sabem ler ou escrever. A taxa de iliteracia é de 32,6%, segundo o CIA World Factbook.
Luanda é um estado policial. É mais simples obter um visto de entrada para a China comunista. Quase mediram meu crânio e contaram meus dentes. No aeroporto, os sempre gentis funcionários da imigração olham com aquele semblante de vampiro esfomeado. No hotel, um formulário do governo solicita-me informações pessoais e objectivo da visita. Um gesto de boas-vindas um tanto excêntrico. A despedida? Guardas no aeroporto confiscaram todas as notas da moeda local. Não, não deram factura.
Estabilidade política? Como não? O presidente José Eduardo dos Santos está no poder desde 1979. Não vejo outra forma de garantir a estabilidade do que se manter no poder durante 30 anos. E daí? Vendo fotos de Luanda na década de 1970 e lembrando o que vi pessoalmente há alguns dias é impossível não pensar nas virtudes da estabilidade adquirida naquele país por aquela elite política.
Parte do país vai muito bem, obrigado. Mora em condomínios fechados afastados da miséria do centro. São os beneficiários do "espectacular crescimento económico" que perverte a ideia de um desenvolvimento cuja riqueza permite que grande parte da população saia da miséria.
O estado angolano exerce o monopólio da actividade económica e decide quem poderá desfrutar das benesses do sector petrolífero. O mercado, lá, não existe. Na lista de 141 países do Índice de Liberdade Económica do Fraser Institute, Angola aparece na penúltima posição. Notável.
As riquezas naturais de um país sob um governo autocrático funcionam como um muro perverso entre o Estado e a sociedade. Se o orçamento do governo não advém da riqueza produzida pela sociedade, a população perde o poder de pressão sobre a elite política. É convertida num estorvo que deve ser controlado.
A população ainda carrega no espírito e no corpo a desolação da guerra civil, encerrada há apenas sete anos. A riqueza exibida pelos poucos é um apelo muito forte entre os jovens desafortunados. É natural que prefiram integrar a elite a lutar por mudanças políticas que beneficiem os indivíduos e não apenas um grupo protegido pelo Estado.
Mas há uma minoria que nos permite alimentar a esperança, mesmo que a longo prazo, de reforma do statu quo. São estudantes, professores, jornalistas, advogados, intelectuais, que trabalham de forma isolada ou articulada para "desprivatizar" o governo angolano. São indivíduos que, no futuro, poderão repetir a mesma pergunta sem qualquer ponta de ironia: "Você reconhece essa nação?"
Jornalista brasileiro e mestrando em Ciência Política e Relações Internacionais no IEP/UC
Tags: angola, luanda, petróleo, benesses, desenvolvimento, miséria, monopólio, bruno garschagen
Esta semana continuação da 4ª Edição do Dockanema.
Agenda Cultural da Semana
16 – 22 de Setembro
Quarta-Feira, 16 de Setembro
• Concerto de Jazz. 19:30h. Malhangene Jazz Quarteto. Waterfront
• Concerto. 22:30h. Muzila Project. Gil Vicente
Quinta-Feira, 17 de Setembro
• Concerto. 18:30h. Isabel Novela. Gil Vicente.
• Concerto. 21h. Fernando Luís. Mafalala Libre. 100 Mt
• Concerto. 22h. Amável e amigos. Xima Bar
• Concerto. 22:30h. D´Manyissa. Gil Vicente.
• Música variada. 22:30h. Dj Armada. Rua D´Arte
• Concerto. 23h. Roberto Isaías + Quarteto Miranda. África-Bar.
Sexta-Feira, 18 de Setembro
• Concerto. 18h. Ras Haitrm + convidados. Núcleo de Arte. 50 Mt
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 Mt
• Noite de poesia. Cinema. 18h. O rap negro de Lisboa de Otávio Raposo. ICMA.
• Concerto. Sexta tropical. 19:30h. Trio Chamanculo. Waterfront.
• Concerto de jazz. 21:30h. Claudine Françoise + artistas moçambicanos. CCFM. 200 MT | 150 Mt
• Concerto. 22h. Xitende. Xima Bar
• Noites de Nampula. 22:30h. Ali Faque | Muchila Mpwiniha | Abel Laste | Issufo | Deo | Ohy | Banda Deinima. Gil Vicente
• Maratona acústica. 22:30h. Bhakka | Miguel Xabindza | Isabel Novela | Ben Muthemba| Alfa Thulana | Tee Jay. África-Bar.
• Música variada. 22:30h. SelectaNoGood. Rua D´Arte
• Música electrónica. Gil Lounge. Gil Vicente
Sábado, 19 de Setembro.
• Teatro sobre homossexualidade. 18h. O Quarto. Teatro Avenida. Até 27 Setembro
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 Mt
• Jam Session. 18h. Associação dos Músicos Moçambicanos
• Da Bomb Concert. 19h. Da Bomb| 3DB | Magnezia | Young Sixties | Slim Nigga | Mais… África-Bar
• Concerto. 19h. Fernando Luís. Waterfront
• Concerto de jazz. 21:30h. Umbrella Jazz. Rua D´Arte
• Documentário musical. 20:30h. Buenavista Social Club de Win Wenders. Núcleo de Arte
• Concerto de bossa nova. 21:30h. Palavra cantada. Homenagem a Chico Buarque. CCFM. 50 Mt
• Concerto. 22h. Paulo Miambo e amigos. Xima Bar
• Concerto. 22h. Claudine Françoise + amigos. Gil Vicente
• Jam Session. 22:30h. Gil Vicente.
• Música variada. 23h. DJ DISCO. Rua D´Arte
Domingo, 20 de Setembro
• Teatro sobre homossexualidade. 18h. O Quarto. Teatro Avenida. Até 27 Setembro
• Teatro. 18h. Domesticamente violento. Teatro Matchedje. 100 MT
• Concerto. 18:30h. Núcleo de Arte 50 MT
• Concerto. 19h. Nanando e amigos. Xima Bar
Terça-Feira, 22 de Setembro
• Lançamento livro. 17:45h. Aquino de Bragança de Sílvia Bragança. Centro de Conferências Joaquim Chissano.
• Karaoke. 22:30h. Queres cantar? Gil Vicente
E também…
• Exposição de Vídeo Arte. Inauguração. 18h. Africalls? Associação Moçambicana de Fotografia
Cada dia: 8h – 12h e 14h – 17h. Até 27 de Setembro
• Exposição. Um olhar das mulheres sobre as mulheres. Associação Kulungwana. Até 24 de Setembro
• Exposição de Artes Plásticas. 8:30h – 14:30h. Intersecções. Consulado de Portugal. Até 27 Setembro
• Exposição. Onde as artes se fundem de Mariana Megre e Margarida Damião Ferreira. Rua D´Arte. Até 30 Setembro
• Curso de redacção criativa. 15h – 17h. Às Segundas e Quartas-feiras. CCBM. Até 19 de Outubro
• Exposição de Vídeoarte. 11h – 19h (De 3ª Feira a Sábado). 25 Frames por segundo em Moçambique. I. Camões. Até 24 Setembro
• Exposição de Fotografia. Inauguração. 18h. No Topo da Gorongosa de “Moçambique Aventura”. CCBM
Aberta ao público: 10h – 18h | Fim-de-semana e feriados: 10h – 14h
Alejandro de los Santos Pérez
Gestor Cultural
Embajada de España en Mozambique (Maputo)
Tel.: (00258) 21492025/27/30
Fax. (258) 21494769/2055
Email: alejandro.perez@maec.es
Japanese politics enter a new era

Top Story: Yukio Hatoyama formally took power as Japan's Prime Minister today, ending the country's decades as a virtual one-party state under the Liberal Democratic Party. Hatoyama was elected overwhelmingly in a special session of parliament.
Prime Minister Hatoyama is promising sweeping changes to Japan's moribund state bureaucracy. "I want to create the kind of politics in which politicians take the lead without relying on bureaucrats," he said.
As his Democratic Party has never held power and many of its members are serving their first terms in parliament, Hatoyama has a limited pool from which to choose his cabinet. Hatoyama has gone with two relatively untested party insiders, Katsuyo Okada and Toshimi Kitazawa, as foreign and defense ministers, respectively. But he has opted for experience in his finance minister Hirohisa Fujii, a veteran lawmaker, former finance ministry bureaucrat, and LDP defector.
Taking charge: Libyan diplomat Ali Treki took over the year-long presidency of the U.N. General Assembly.
Malangatana entra para a Academia de Ciências de Lisboa
O pintor moçambicano Malangatana Valente Ngwenya é uma das quatro personalidades do mundo artístico e intelectual dos países africanos de expressão portuguesa a serem admitidas à Academia de Ciências de Lisboa, na base de uma eleição numa recente sessão plenária da instituição.
Para além do maior pintor moçambicano, foram eleito os escritores Germano de Almeida (Cabo Verde) e Pepetela (Angola) e o economista Carlos Lopes (Guiné-Bissau), como "Académico Correspondente Estrangeiro" em sessão plenária da Academia, a 24 de Julho, e deverão tomar posse em Setembro.
Na mesma altura, foram ainda eleitos para esta categoria o príncipe Aga Khan e a antropóloga e investigadora alemã Beatrix Heintze.
O pintor moçambicano Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936, em Matalane, no sul de Moçambique.
Essencialmente um auto-didacta, Malangatana é hoje um dos artistas africanos mais conhecidos internacionalmente, estando representado em vários museus e colecções privadas de todo o mundo.
Germano Almeida nasceu em 1945 na ilha da Boavista e estudou Direito em Lisboa. Vive actualmente em Cabo Verde, onde exerce advocacia.
"O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo" (1991) é um dos seus livros mais conhecidos, tendo já sido adaptado para o cinema.
De nome próprio Artur Pestana, Pepetela nasceu em Benguela (Angola), em 1941. Em 1997 recebeu o Prémio Camões.
Licenciado em Sociologia, é professor, romancista e dramaturgo, contando-se entre as suas principais obras "As Aventuras de Ngunga", "A Geração da Utopia" ou a "Gloriosa Família".
O economista guineense Carlos Lopes é um alto quadro das Nações Unidas, acumulando desde Março de 2007 o cargo de Subsecretário-Geral das Nações Unidas com o de director executivo do Instituto da ONU para a Formação e Pesquisa (UNITAR).
Fonte:Notícias
Português reeleito para a presidência da Comissão Europeia
O antigo Primeiro-Ministro de Portugal, Durão Barroso, foi hoje reeleito pelo Parlamento Europeu (PE) para um segundo mandato de presidente da Comissão Europeia, com uma maioria absoluta de 382 votos a favor, 292 contra e 117 abstenções.
Apesar de largamente confortável, a maioria hoje conseguida de 53 por cento dos votantes, ficou aquém do resultado de 58 por cento obtido pelo presidente da Comissão há cinco anos, o que traduz a leitura crítica de parte do PE sobre o balanço do seu primeiro mandato. (Moçambique Hoje)
International Conference
Book and Report launch
Southern Africa: Civil Society, Politics, Development and Donors Strategy
Angola, Zimbabwe, Democratic Republic of Congo, Mozambique, Namibia and South Africa
17 November 2009, European Parliament, Brussels
Organization: Angolan Catholic University – UCAN; University of Coimbra – FEUC; Wageningen University – Social Sciences; Center for Social Studies - Faculty of Economics –University of Coimbra – CES-FEUC
A lot of expectation has been raised on the civil society role within the so-called Southern African development and democratization processes. Civil society organizations – CSO, have gradually shown some effectiveness since the transitions began in early nineties, acting upon several politically sensitive issues. Nevertheless, there are major constraints to the work of these organizations at the national, regional and international level that need to be discussed and addressed in order to support its role as a decisive actor for development, democracy and the respect of human rights. In the same way, donors’ development aid strategies (as stated, for instance, in the Paris declaration and Accra agenda) conceal several problems as identified by civil society activists in the field, such as unwanted promiscuous alliances with not so democratic governments and regimes, that end up having detrimental effects to democratization processes, CSOs and Community Based Organizations - CBOs.
In order to discuss these issues the Angolan Catholic University, the University of Coimbra and the Wageningen University are planning an international conference, book and report launch, centred on the relationship between civil society, democracy and development, taking into account the regional and international context as well as donors most recent policies and aid strategies. The conference, book and report launch will take place in Brussels, on 17 November 2009.
The conference is meant to be overarching, encompassing civil society activists, donor community, governmental and non-governmental organizations, academics, journalists, trade union members, opinion makers and politicians (from Europe, US and Southern Africa region). The book and report follows a similar pattern gathering myriad authors, from academics to prominent civil society activists, journalists and politicians.
The event comes in sequence of a process of reflection and publications on civil society and politics started in 2002 by the Angolan Catholic University and the University of Coimbra leading to two international conferences (Luanda, 2002 and 2008) and two books (2004 and 2008) gathering several authors from the region. Being a long-term process/project not only of reflection but also of advocacy, it was now decided that a new book and report in English on the issues under scrutiny should be launched at the European Parliament in Brussels in parallel to an international conference to discuss these matters and take the message directly to one of the main Western donor decision making centres.
General themes under scrutiny
Civil Society, Human Rights, Democracy, Development, International Community role in the region (donors, governmental and non governmental organizations), Gender, Youth, Media, Elections, Corporate Social Responsibility and Regional Context.
E.mail for contacts: angola.conference@gmail.com
Free entrance requiring previous registration and approval by the scientific and organizing commissions
angola.conference@gmail.com For more details please click here
Por falta de material em Mecúburi
PDD E RENAMO DE BRAÇOS CRUIZADOS
A Frelimo, ao nível da província de Nampula, compromete-se a não fazer uso dos meios públicos, sobretudo viaturas pertencentes às instituições estatais, no processo de campanha eleitoral de 28 de Outubro próximo, por forma a cumprir o preconizado na legislação eleitoral.
Agostinho Trinta, primeiro secretário daquela formação política que deu a conhecer a informação numa conferência de imprensa, disse estarem criadas condições logisticas para a campanha, através de valiosas contribuições dos seus militantes, que, inclusive, disponibilizaram suas viaturas.
Trinta destacou ainda o facto de, grande parte das 21 brigadas criadas que já se encontram nos ditritos, estarem a usar meios próprios, numa manifestação inequívoca de apoio à Frelimo e ao seu candidato Armando Guebuza, que concorre para a sua
própria sucessão à presidência da República.
Por outro lado, observou que, nas novas estratégias ora introduzidas, o partido aboliu a constituição de caravanas de campanhas através de filas de viaturas e motorizadas, e acabou com a tradicional distribuição de camisetes aos militantes porquanto a nova política privilegia, essencialmente, o contacto interpessoal.
Agora, cada militante terá que trabalhar na sua própria célula, e, com essa norma, temos vindo a colher resultados positivos. Sublinhou Trinta.
A título de exemplo, na tarde de ontem, a célula da Univesidade Pedagógica liderada por Mário Brito, director daquela instituição de ensino superior, teve um encontro com estudantes, docentes e funcionários, durante o qual, para além de explicar as
vantagens de participação no processo eleitoral no país, pediu votos a favor da
Frelimo e do seu candidato Armando Guebuza.
Segundo Brito, votar na lista da Frelimo significa apostar na continuidade dos programas de desenvolvimento do país e da província em particular. Wf
Juventude reúne-se com o Presidente da CNE
Maputo, 16.09.2009
(Maputo) Com o propósito de debater em torno das últimas decisões da Comissão Nacional de Eleições CNE, o Parlamento Juvenil reúne-se hoje, em Maputo, com o Presidente da Comissão Nacional de Eleições.