Uma delegacao de mais de 14 empresarios do municipio de Quelimane escalou Portugal a convite do NERSANT, Nucleo de empresarios da Regiao de Santarem, inaugurando desta forma a primeira fase da internacionalizacao da ´Marca Quelimane Rumo aos Bons Sinais´. A delegacao era composta por empresarios Quelimanenses filiados na ACIZA, Associacao Comercial e Industrial da Zambezia presidida por Inusso Ismael. De facto, depois da fase regional (Africa) em que o municipio de Quelimane foi agraciado com o premio `romotores da Mudanca pelo prestigiado semanario Sul Africano The Mail and Guardian e a Southern Africa Trust, esta viagem, foi a primeira de uma delegacao de empresarios do Municipio de Quelimane em 39 anos, a abrir as portas da Europa na busca de oportunidades de negocios e de investimentos. Na senda desta participacao preve-se que empresarios portugueses escalem o municipio d Quelimane em Marco de 2015 com o objecto de verificar in loco as oportunidades existentes para a criacao de parcerias e instalacao de negocios em Quelimane e na Zambezia. O Edil de Quelimane, Manuel de Araujo aproveitou a digressao para encetar contactos com a comunidade mocambicana e Quelimanense na diaspora bem como com autoridades municipais e governamntais portuguesas, sendo a salientar os encontros de trabalho e de cortesia com o Ministro Portugues do Emprego e da Solidariedade, o Secretario de Estado de Emprego, o Presidente do Institudo de Emprego e Formacao Profissional, bem como os presidentes das camaras municipais de Aveiro, Santarem, Ferreira de Zezere, Chamusca, Abrantes, Vouzela entre outras. A convite do Presidente do Instituto do Emprego e Formacao Profissional de Portugal, Dr Jorge Gaspar, o Edil de Quelimane participou na inauguracao pelo Ministro do Emprego e Solidariedade do Samsumg Tech Institute, um laboratorio de tecnologia instalado na Escola de Profissional de Aveiro.
Tuesday, 2 December 2014
Friday, 21 November 2014
Recordando o barbaro assassinato de Max Love!
Faz hoje um ano que o músico Max Love foi assassinado a sangue frio pela
Guarda Pessoal do Governador da Província da Zambézia, Joaquim
Veríssimo! Esta morte é apenas uma dentre várias que caracterizam os
processos eleitorais em Moçambique!
Desde 1994 sistemática e ciclicamente as nossas eleições são baptizadas
com sangue de inocentes! Assim foi em 1994! Assim foi em 1999! Assim foi
em 2004! Assim foi em 2011 e como não deixaria de ser assim foi em 2013
e 2014! Neste país que se pretende democrático a nossa festa eleitoral é
sempre seguida de violência, mortes, luto e sangue! Sempre que há
eleições a festa que as deveria caracterizar num estado de direito
democrático é transformada em luto para muitas famílias! Enquanto uns
celebram as Vitórias com gargalos de champanhe outros as testemunham com
o sangue de seus entes e queridos! Foi assim em Montepuez onde cerca de
40 apoiantes da Renamo morreram asfixiados numa penitenciaria! Foi
assim em Mocimboa da Praia quando também apoiantes da Renamo foram
enviados desta para o melhor por terem ousado desafiar o poder! Foi
assim em Sofala este ano onde um jovem foi baleado por ter cumprido com o
seu direito cívico de denunciar uma fraude! Tudo isto com a conivência
silenciosa da Comunidade Internacional que vende seu silêncio de ouro
em troca de poços de gás, carvão,rubis e outras riquezas! As mesmas mãos
assassinas que na década 1960 e 1970 liquidaram durante a luta armada
irmãos nossos como Filipe Magaia, Razao, Simango, Celina, na década 1980
e 1990 voltaram a atacar, quais monstros selvagens ( vampiros que se
alimentam de Sangue) e levaram as vidas de Carlos Cardoso, Siba Siba
Macuacua, continuam a trazer luto e dor a famílias moçambicanas! E
quando pensávamos que a sua sede e saga anguinária estava satisfeita eis
que para saciala inventaram a guerra de Satungira e Muxungue onde
dezenas de moçambicanos perderam suas vidas e seus bens! Como explicar o
silêncio cúmplice das autoridades políticas, governamentais, jurídicas,
parceiros de Cooperação e quiçá a sociedade civil?
Como justificar este silêncio mórbido sobre crimes hediondos que
arrepiariam a qualquer ser humano? O único crime do jovem Max Love foi
ter subido num camião e através da sua arte, cantar, colocar no ar o
sentimento do povo Quelimanense! Será crime neste país celebrar de forma
pacífica a Vitória de un candidato? Cade a justiça senhor Presidente?
Cade a justiça senhores presidentes dos tribunais provincial da
Zambézia, de Nampula e quiçá do Tribunal Supremo agora de férias pagas
pelo erário público na praia do Wimbe? Não cabe na vossa agenda de
"Balanço da Justiça" um parágrafo sobre a vida de Max Love? A final para
que serve a nossa Constituição da República? Ou haverá Moçambicanos
da primeira e Moçambicanos da terceira, aqueles cujas vidas nada valem?
Aqueles que semeiam a morte hoje e seus cúmplices não clamam por
justiça quando a espada da justiça firme e resoluta descer dos céus para
se impor na terra! Aqueles que connosco rezam nas igrejas em tempos
eleitorais mas na promiscuidade da noite prometem a morte e a
materializam! Quando o Chefe de Estado se recusa a respeitar a memoria
de um jovem inocente barbaramente assassinado como o fez na Praca dos
Herois no doa 7 De Abril de 2014 e tempo de citar George Orwell, de
facto 'os porcos triunfaram! Ao Max Love e a todos os jovens da geração
do Max Love aqui fica a nossa singela homenagem e o nosso juramento: não
descansaremos enquanto os mandantes e os executores deste hediondo
crime não forem trazidos a barra da justiça! Elabo edji djaani? Djeewu!
Ontonga baani? Diiyo!
Manuel de Araújo
Da (Re)lembraça do Max Love ao direito à indignação, Por Luis Nhachote em Quelimane
Saturday, 25 October 2014
Drivers of Chenge Awards
Dear Mr Lopes de Araujo,
I hope this message finds you well. Just a note to follow-up on the communication from Ms Tamarin Marshman for being shortlisted as a finalist in this year's Investing in the Future and Drivers of Change awards.
The Southern Africa Trust and the Mail and Guardian would be honoured to have you and your partner as a guest and finalist at the awards ceremony to be held on Tuesday, 28 October 2014 at the Polo Room, Inanda Club, Sandton, Johannesburg, South Africa.
The Drivers of Change awards were established eight years ago to recognise individuals and organisations from across the southern African region that inspire innovative partnerships, practices, and strategies to make a real and lasting impact on poverty, especially through collaboration amongst state and non-state actors. These individuals and organisations are living examples of how things can be done differently. The awards inspire many others in government, business, and civic organisations to cooperate in new approaches to overcome poverty in southern Africa. The awards are presented in four different categories: individual; business; civil society; and government. This year’s awards will also highlight corporates’ contribution to youth development, job creation, anti-poverty and development work that improves the lives of the poor.
The Trust is a regional donor and policy development organisation that supports deeper and wider engagement between governments, businesses, and citizen groups to overcome poverty. To date, the Trust has funded over 169 organisations in support of more than 276 anti-poverty initiatives across the 15 southern African countries, Kenya, Uganda and Ghana. More information on the Southern Africa Trust may be found at www.southernafricatrust.org.
The Mail and Guardian newspaper is a leading weekly newspaper published in South Africa with an online publication and a print distribution footprint across 12 countries in southern Africa. The newspaper is regarded as a premier news source on southern Africa. More information about the Mail & Guardian newspaper may be found at www.mg.co.za.
We would be greatly honoured if you could attend this regional event.
Kindest regards
Tuesday, 14 October 2014
Mensagem por Ocasiao do Dia 4 de Outubro dia Da PAZ
- Primeiro, nos últimos dez anos a província da Zambézia foi a que apresentou taxas elevadas de mortalidade neo-natal (37, sendo a segunda pior do pais), pôs-neonatal (58, a pior do pais), infantil (95, a pior do pais), juvenil (53, a pior do pais) e infanto-juvenil (142, a pior do pais). Ao nível nacional, a província da Zambézia e aquela onde mais crianças morrem antes de atingir os cinco anos de idade (91,9), contra 51,8 na Cidade do Maputo e 61,7 na Provincia do Maputo. Em relação a estes dados, a província da Zambézia esteve pior quando comparada com as províncias de Niassa, Gaza e Sofala. A esperança de vida do Zambeziano e das mais baixas do país (54,4) contra 58,5 na Cidade do Maputo e 57,7 na Provincia do Maputo!. Isto e, o individuo que nasce na Zambézia esta sujeito ao risco de viver menos anos de vida do que aquele que nascer em Maputo, em Niassa, em Tete ou mesmo em Nampula. Se um governo manteve-se no poder durante 39 anos e não conseguiu evitar este cenário triste, precisa de ser dispensado para permitir que Movimento Democrático de Moçambique, MDM e no seu potencial candidato vencedor, proporcionem aos Zambezianos uma vida mais digna e de esperança que a muito almejamos. Se em 35 anos nao conseguiram mudar este cenario conseguiram muda-lo em 5 anos?
- Segundo, os dados do governo revelam que os níveis de analfabetismo na província da Zambézia são elevados. De acordo com os dados do governo, temos 58,4% de pessoas que não sabem ler e nem escrever. Esta taxa de analfabetismo e das piores quando comparada com muitas outras províncias do país.
- Terceiro, somos o segundo maior círculo eleitoral, definido com base no tamanho da nossa população (mais de 4 milhoes e mio de habitantes sem contar com os milhares que pululam nos mercados do Goto, estrela, Belenenses). Entretanto, somos uma das províncias com menos unidades hospitalares, menos unidades escolares e menos estradas alcatroadas. Sendo a província mais populosa com mais de 4 milhoes de habitantes, temos somente 186 médicos! Que paradoxo! Afinal onde ha mais gente nao e onde deveria haver mais medicos? Entretanto, a província de Maputo, por exemplo, com menos população, com menos de 2 milhoes de habitantes, tem 210 médicos!. Por isso, o rácio entre população/pessoal de saúde com formação superior e tres a quatro vezes mais elevado na Zambézia do que em Maputo ou em Sofala. Ou seja, enquanto na Zambezia um medico esta para mais de 23.000 pessoas, há províncias em que um medico esta para 6.000 ou 8.000 pessoas! Três vezes mais do que em Gaza, duas vezes mais do que em Inhambane. Estes dados mostram que a província da Zambézia foi sempre relegada para um plano secundário e marginalizada. E como se isto não bastasse, a Zambezia e a provincia que menos Orçamento do Estado recebe em quase todas as áreas e principalmente na área da saúde (Unicef 2012)!
- Quarto, os dados oficiais que estamos apresentando, foram publicados pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) mostram que a Zambézia e a província que menos se beneficiou das políticas adoptadas no período pos-independencia. Ela foi proibida o desenvolvimento, o crescimento económico e social. A Província da Zambézia foi das que mais sofreu os efeitos negativos das políticas de desenvolvimento adoptadas neste país. O Plano Perspectivo Indicativo (PPI) serviu simplesmente para fazer falir as grandes empresas que outrora fizeram funcionar a economia desta província. Aquele pseudo projecto desenvolvimentista, adoptado no período pos-independencia, serviu simplesmente para fazer falir as companhias da Boror, Cha Tacuane em Lugela, Madal, Sococo, Facoza, Companhia da Zambezia e muitas outras. Hoje somos a província com mais números de desempregados. Muitos dos nossos irmãos perderam a esperança de viver, e estão nos mercados de Xipamanine, Estrela, Goto e muitos outros locais vendendo amendoim, roupa e outras quinquilharias. O sonho da fabrica têxtil de Mocuba, continua uma miragem!
- Quinta, a Zambézia foi excluída do processo de desenvolvimento nacional. O ambicioso projecto de construção da fábrica têxteis de Mocuba nunca funcionou na Zambézia porque não quiseram que os jovens desta província fossem lá trabalhar e garantirem as condições da sua existência. Temos condições para acolher grandes empreendimentos, mas não nos deixam beneficiarmos deles. As grandes empresas como a Mozal, Anadarco, a Sasol, que oferecem melhores condições de emprego não são enviadas para Zambézia e não empregam zambezianos. Já nos anos 1960 empresas como a Gulf Oil e outras faziam prospeccao de petroleo na Zambezia! Porque não se faz a prospeccao de gás e petroleo no Chinde, Luabo, Micaune, Inhassunge? O actual governo não sabe que há petroleo e gás a menos de mil metros de profundidade na Zambezia?
- Sexto, a Zambézia e foi a provincia que mais sofreu dos efeitos da guerra dos 16 anos, uma província martirizada pelo regime político por isso, não tem infra-estruturas que possam viabilizar o seu desenvolvimento económico e social. Os caminhos-de-ferro que ligavam a Zambézia a partir de Quelimane via Mocuba com os restantes distritos e postos administrativos foram todos eles destruídos e o ferro vendido ao desbarato para beneficio de pessoas conhecidas do partido no poder!. Parte daquela infra-estrutura ferroviária foi privatizada em favor de uma elite política que nunca esteve interessada com o desenvolvimento da Zambézia. Para esta província foram enviados MIGs 17 e 21, os piores caça bombardeiros, as piores minas e bombas de destruição em massa. Houve um posicionamento premeditado para destruir a Zambézia, matar e eliminar o seu povo que dizimaram a milhares de compatriotas nossos. O famigerado Programa de Reabilitação Económica e Social lançou para o desemprego mais de 80 por cento da população da Zambézia. Isto agravou a pobreza nos moçambicanos.
- Sétimo, encontramos em diferentes momentos, evidencias de que os moçambicanos, os zambezianos sofreram de forma impiedosa os efeitos das políticas desajustadas e inapropriadas. Aos olhos de qualquer cidadão, não se justifica que a Zambézia seja feita refém porque temos de tudo para consumirmos e exportarmos para os outros povos. Vejam, caro compatriota que durante os anos 70, a Zambézia foi a província que mais contribuiu para a economia deste país. A economia desta província, chegou mesmo a contribuir com mais de 40% do Produto Interno Bruto do país. Esta contribuição resultava do desenvolvimento do sector comercial, da produção do algodão, das oleaginosas cujo vector produtivo foram as grandes companhias como a Madal, a Companhia da Zambezia, Boror, Minas de Marropino, Cha Tacuane, Emocha no Gurue, A Companhia Chazeira de Socone, a Facoza, Sococo, Geralco, Acucar no Luabo, Algodao, Tabaco, Milho, Feijoes em Morrumbala, Molocue, Ile, e muitas outras que empregavam os zambezianos de diferentes distritos e localidades, assim como, produziam para o nosso consumo interno e para a exportacao. Quando estas companhias existiam e funcionavam em pleno, a Zambézia tornou-se uma província de referência e libertou a nossa juventude da amargura do desemprego. A fonte de rendimento que provinha daquelas companhias assegurou o fácil acesso a educação, a saúde, comercio, transporte e muito mais. Os rendimentos da copra elevaram a renda de muitas das famílias moçambicanas e principalmente dos zambezianos. Os zambezianos com auto estima deverão votar no Movimento Democrático de Moçambique, MDM e no seu candidato para acabar de uma vez por todas com a exclusão politica, económica e social a que foram sujeitos durante os últimos 39 anos! Ema exclusao injusta, e criminosa do processo de desenvolvimento nacional. O Plano Perspectivo Indicativo, o Programa de Reabilitação Económica e Social e o Programa de Acção para Redução da Pobreza Absoluta, foram políticas mal concebidas que não estiveram orientadas para o bem-estar dos zambezianos. Por isso, o desempenho económico da província baixou chegando a ser negativo em 2000 (-7.1). Com uma ligeira recuperação, a Zambézia mantém com níveis de desempenho económico abaixo dos registados nos anos 70. Ou seja desde 1975 nunca mais voltamos a ser Zambezia!
- Oitavo, o Movimento Democrático de Moçambique, MDM e o seu candidato, em curto espaço de tempo mostraram um sentido patriótico e de responsabilidade bastante elevado. Nos municípios onde este grupo de actores dirige, nomeadamente Beira, Quelimane, Nampula e Gurue recuperaram os estágios letárgicos da pobreza que lá se ia instalando de forma impiedosa. Por isso, temos também a província da Zambézia como o sangue que circula pelas nossas veias e nos faz acreditar que merecemos muito mais do que aquilo que nos beneficiamos de forma miserável. Salários, pensões e outros gastos que não foram pagos durante mais de três décadas foram compensados em menos tempo. Infra-estruturas que estavam adormecidas foram construídas e reabilitadas em menos tempo. A esperança e o desejo de viver foram recuperados em menos tempo. Quelimane que era considerada como a capital dos buracos em Moçambique, tem hoje as melhores estradas do pais, Quelimane que era a capital da imundice chegando ao ponto de o Concelho Municipal se dedicar a compra de ratos, e hoje das cidades mais limpas, com uma frota invejável de meios circulantes para o saneamento e limpeza da cidade, com novos silos para o deposito e recolha de lixo! Quelimane que não via o cintilar dos semaforos há mais de 25 anos, hoje exibe sinais de transito quer horizontais quer verticais nas suas largas e esbeltas ruas rumo aos bons sinais! Gurue, a Suica de Africa, hoje e um tapete verde, com suas ruas reabilitadas, semáforos reluzentes e num breve próximo a agua jorara nas torneiras de todos os munícipes!
- Nono, durante 39 anos a juventude deste Moçambique, e principalmente a juventude desta nossa província da Zambézia e do nosso municipio foi lhe negada o acesso a riqueza. A nossa Zambézia foi internacionalmente reconhecida como a província mais rica do país do ponto de vista agro pecuário e não so. Num mundo subnutrido e com bolsas de fome, esperava-se que esta riqueza se convertesse em prol dos habitantes desta província, deste país e quica do mundo. Com politicas serias na área da agricultura, o Professor Bingu wa Mutharika transformou a agricultura no Malawi, passando a ser o celeiro da região! Os verdejantes vales do Gurue, Milange, Namarroi, Gile, Lugela, Morrumbala, Alto Molocue e Ile sao autenticas reservas alimentares! Para nao falarmos das planicies de Chinde, Mopeia, Namacurra, Nicoadala, Quelimane, Maganja da Costa, Mocuba e Pebane! Não nos consolamos quando sabemos que a nossa madeira esta sendo delapidada por um grupo de pessoas malfeitoras, irresponsáveis e as nossas crianças estudam ao relento sem carteiras, sem cadeiras, sem janelas e sem tecto! Estas pessoas irresponsáveis delapidaram a nossa madeira colocando em causa o nosso ecossistema e o desenvolvimento para as futuras gerações. Para além de sermos o celeiro do país, somos o reservatório de enormes recursos minerais, por isso, nada justifica que hoje sejamos uma província sem estradas, sem pontes, com limitada rede de abastecimento de água e de unidades sanitárias. Eles quiseram e fizeram com que hoje, a Zambézia fosse a província mais pobre. Entretanto, somos um provincia com potencialidades humanas, agro pecuárias, piscatórias, turísticas e minerais.
- Decimo, o subsolo desta província e rico em recursos minerais como o ferro, carvão, areias pesadas, platina, petróleo e gás natural. Por isso, no dia 15 de Outubro temos uma soberana oportunidade para mudar e dar um rumo diferente aos destinos do país e da nossa província. No potencial de riqueza que a nossa província tem e empresta ao país, não justifica os níveis elevados de pobreza e tristeza que vimos na cara dos nossos compatriotas.