Venceu a candidata Trabalhista Emillie com mais de 19.495. Os Conservadores conseguiram 12.000 votos e uma mudanca nas intencoes de voto a favor dos Conservadores de cerca de 5%. O partido UKIP obteve 1094 votos. Ate agora foram declarados 3 resultados e todos eles para o partido trabalhista!
Se esta tendencia se mantiver teremos um 'hung parliament' ou seja os Conservadores terao a maioria parlamentar mas terao menos 21 deputados para formarem governos!
Em Sheffield mais de 100 pessoas nao poderao votar, pois muitos estudantes apareceram sem cartoes de voto. Em Leeds registavam-se filas enormes quando faltavam menos de 30 minutos. O mesmo aconteceu em Lewisham, e Ealing em Londres!
O lider do BNP, um partido racista que declara nos seus estatutos que negros nao podem ser membros podera eleger o seu primeiro parlamentar nestas eleicoes.
O Presidente do UKIP, Nigel Farage teve um acidente de aviacao esta manha!
Thursday, 6 May 2010
Sunderland Central
Sunderland Central
Dentro de momentos serao anunciados os resultados de Sunderland Central. Para que os Conservadores possam eleger um deputado por esta area precisaram de uma mudanca de cerca de 12.8 % das intencoes de voto em relacao as ultimas eleicoes! Conseguiram os tories essa mudanca historica?
George Osborne, o numero dois da maquina Conservadora responde a perguntas na televisao!
As expectativas ao garndes!
ELEICOES BRITANICAS
As urnas acabam de encerrar quando sao 22.00 horas locais! As expectativas sao enormes! Conseguira David Cameron a maioria necessaria para formar governo?
Tera a estrategia dos Conservadores de mostrar que o 'hung parliament' seria pessimo para a Gra-Bretanha funcionado?
Conseguira Nick Clegg transformar o sucesso no debate com David Cameron e Gorden Brown em votos?
A minha expectactiva e simples. Cameron ganhara com maioria suficiente para formar governo. Nick Clegg ira aumentar o numero de deputados do seu partido e Gordon Brown e o partido trabalhista serao os grandes perdedores destas eleicoes!
Aguardemos para ver!
Os primeiros resultados serao anunciados dentro de 15 minutos em Washington e Sunderland West, uma area de dominio trabalhista!
Em algumas regioes algumas pessoas nao poderam votar!
Em Washington e Sunderland Sharon Hudson candidata do Labour Party venceu as eleicoes com mais de 19.600, os Conservatives ficaram em segundo enquanto que os
Liberais Democrats ficaram em terceiro. Os Conservadores aumentaram em 11% comparando com os votos nas eleicoes passadas e passaram de terceiropara segundo partido mais votado.
Ate la,
Manuel
SALIM!
SALIM
O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente:
- Eu quer faze uma embréstimo!!!
Surpreso, o gerente pergunta para Salim:
- Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto?
- Uma real.
- Um real? Ah, isso eu mesmo te dou.
- NÃo, nÃo! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!
- Bem, são 12% de juros, para 30 dias...
- Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina?
- Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas.
- Bode begar meu Mercedes zerinha, que tá aí fora e deixai guardado no garagem da banco, até eu bagar a embréstimo. Tão bom azim?
- Feito!!!
Chegando em casa, Salim diz para Jamile:
- Bronto, nóis já bode viajar bra Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagar doze zentavos de estacionamento.
SEMINÁRIO ACÇÃO SOCIAL PRODUTIVA EM MOÇAMBIQUE: QUE POSSIBILIDADES E OPÇÕES?
Maputo, 12 de Maio de 2010
1. ENQUADRAMENTO E OBJECTIVO
O Grupo de Investigação “Pobreza e Protecção Social” (GdI PPS) do IESE tem como foco principal da sua investigação, em 2010, o estudo da “Protecção Social, Dinâmicas Demográficas e Desenvolvimento Económico”. Neste projecto pretende-se realizar uma investigação sistemática sobre o contexto, determinantes, consequências e desafios da dinâmica demográfica e socioeconómica na protecção social em Moçambique, abrindo simultaneamente espaço para a reflexão sobre a viabilidade, efectividade e sustentabilidade dos actuais sistemas de protecção social moçambicanos.
O Decreto nº 85/2009, divulgado no Boletim da República nº 051 de 29.12.2009, aprovou o regulamento do subsistema de segurança social básica. Este subsistema compreende quatro componentes: a) Acção Social Directa; b) Acção Social de Saúde; c) Acção Social Escolar; d) Acção Social Produtiva. O referido decreto define os Ministérios do Estado responsáveis por gerir cada uma destas componentes. Enquanto para as três primeiras componentes é possível deduzir o seu enquadramento, o mesmo não acontece com a quarta componente, designada “acção social produtiva”. Desconhece-se o “design” e formato desta componente, quanto ao âmbito, foco, incidência, mecanismos, meios e recursos disponíveis. Todavia, a contar pelas experiências passadas, tanto a nível internacional como nacional, depreende-se que a quarta componente incida em modalidades de transferência monetária, visando estimular a participação dos beneficiários em trabalhos públicos.
Ainda que os projectos de investigação do IESE, no contexto do projecto de pesquisa sobre “protecção social, dinâmicas demográficas e desenvolvimento económico”, girem em torno de questões relativas ao que aconteceu e está a acontecer na realidade, em vez do que se perspectiva e projecta fazer, em termos de políticas públicas, a reflexão sobre opções de protecção social relevantes para Moçambique interessa ao IESE. Sobretudo se a reflexão se inserir numa perspectiva de busca de oportunidades cada vez mais e melhor inseridas na actual realidade demográfica, social e económica de Moçambique..
O presente seminário tem como objectivo abrir espaço para a reflexão sobre questões como as seguintes: 1) O que é, ou o que tem sido (a nível internacional e nacional), a experiência da “acção social produtiva”, particularmente nos países em lenta transição demográfica, com uma população economicamente activa predominantemente informal e financeiramente vulnerável? 2) Quais as características dos programas de acção social produtiva implementados com sucesso? 3) Como é que os programas de acção social produtiva se articulam com os sistemas nacionais formais, com enfoque realmente produtivo, envolvendo mecanismos financeiros e administrativos regulares, sistemáticos e previsíveis a longo prazo?
2. PROGRAMA DO SEMINÁRIO
Local: Indy Village, Sala Embondeiro, Rua D. Sebastião 99, Sommerschield, Maputo
Sessão 1: Apresentações Gerais
08:00 – 08:30. Registo dos participantes
08:30 – 08:45. Abertura do Seminário. Carlos N. Castel-Branco (carlos.castel-branco@iese.ac.mz)
08:45 – 09:05. António Francisco: Enquadramento Demográfico da Questão da Protecção Social em Moçambique: Dinâmicas Recentes e Cenários Prospectivos (antonio.francisco@iese.ac.mz)
09:05 – 09:25. Elsa Alfai (elsa_alfai@yahoo.com.br) e Miguel Mausse (miguelmausse2000@yahoo.com.br): Acção Social Produtiva no quadro da Estratégia Nacional de Segurança Social Básica (ENSSB)
09:25 – 09:45. Luís Soares (soaresl@ilo.org) e Philipe Marcadent (marcadent@ilo.org): Apresentação comparativa de algumas experiências internacionais de programas de acção social produtiva
09:45 – 10:10. Anna McCord (a.mccord@odi.org.uk): Discussão sobre pesquisas aplicadas sobre protecção social produtiva e avaliação de programas em curso na África Austral.
10:10 – 10:45. DEBATE: Discussão plenária introduzida e presidida por Nuno Cunha (cunhan@ilo.org)
10:45 – 11:20. Intervalo para Café
Sessão 2: Estudos e experiências em Moçambique
11:20 – 11:25. Sessão introduzida e presidida por Nuno Cunha
11:25 – 11:50. Bridget O’Laughlin (brolaughlin@gmail.com): Considerações à questão do trabalho produtivo em diferentes discursos e debate relevante sobre a natureza do trabalho produtivo em associação com as iniciativas sobre a “acção social produtiva”.
11:50 – 12:10. David Calvert (dgcalvert@gmail.com). “Jovens Construtores”: Contributos de diferentes experiências internacionais de assistência social para trabalhos públicos
12:10 – 12:30. Yasfir Ibraimo. (yasfiribraimo@gmail.com): Emprego e condições de emprego nas zonas rurais, suas implicações na pobreza: o caso da açucareira de Xinavane
12:30 – 12:50. Denise Magalhães (chicalia@ilo.org): Acção Social Produtiva em Moçambique: Algumas questões chave para discussão e pesquisa futura
12:50 – 13:25. DEBATE: Discussão plenária, precedida por um breve comentário/discussão por Bridget O’Laughlin sobre as apresentações
13:25 – 13:45. Identificação de Lições e Questões para Pesquisa Futura (António Francisco)
Assunto: Convite para ocupar cargo dos Órgãos Sociais
Nossa Ref.002/CPDM.CPDM/10 Maputo, 06 de Maio de 2010
EX.MO SENHOR PRESIDENTE DO PARTIDO FRELIMO
Maputo
Assunto: Convite para ocupar cargo dos Órgãos Sociais
Excelência,
No dia 14 de Janeiro de 2010, quando proferiu o discurso no acto de investidura ao mais alto cargo da Nação Moçambicana, Vossa Excelência Presidente do PARTIDO FRELIMO, ao mesmo tempo, Presidente da República de Moçambique, querido irmão ARMANDO EMÍLIO GUEBUZA, a dado passo disse. Citação: A vontade de lutar contra a pobreza ultrapassa as cores político-partidárias. Assim, e com este capital de confiança e de legitimidade, queremos exortar a Nação Moçambicana que assuma que é chegado o momento de secundarizarmos as diferenças políticas que caracterizaram a competição pelo voto e dedicarmo-nos à luta contra a pobreza, com todas as nossas energias, a epopeia de um Povo que quer e sabe que pode e que está a vencer este flagelo. Este é um Povo que nos inspira na nossa acção política, estrutura e corporiza a visão de um Moçambique próspero, sempre unido, em paz e com crescente prestígio no concerto das nações. Ainda disse, que a Unidade Nacional e a Paz são fundamentos para a consolidação da DEMOCRACIA MULTIPARTIDÁRIA em Moçambique. Naquele contexto, convidou a todos os partidos e coligações de partidos do nosso firmamento político e as suas lideranças e membros, as mulheres e os jovens, todos os moçambicanos, a participarem neste processo de consolidação da DEMOCRACIA MULTIPARTIDÁRIA. Um processo na vossa visão que também liberta diversas iniciativas criadoras para o sucesso dos programas de desenvolvimento. Convidou igualmente as organizações da sociedade civil-OSC, incluindo a comunicação social, a continuarem a dar o seu contributo no aprofundamento da nossa jovem e vibrante DEMOCRACIA MULTIPARTIDÁRIA.
Neste contexto, o Centro de Promoção da Democracia Multipartidária-CPDM-Moçambique, tem por objecto social, o exercício de actividades com vista o desenvolvimento político e social e consolidação da DEMOCRACIA MULTIPARTIDÁRIA em Moçambique. No seio do CPDM.Moçambique,os membros actuam de forma concertada e solidária, sendo vetado qualquer acto que atente a Unidade Inter-partidária. Por estas, e outras razões, como, por exemplo o PARTIDO FRELIMO foi o principal signatário do ACORDO GERAL DE PAZ, em ROMA. O CPDM-Moçambique, deu primasia e fé o discurso quão valioso e didático, onde a INCLUSÃO foi a tónica dominante. O Conselho de Direcção do CPDM preferiu recuar no tempo para daí extraír algumas palavras de encorajamento, depois de analisadas ciêntificamente resolveu implementá-las com ideias concretas e exequíveis para que este e outros discursos do chefe do Estado Moçambicano se transforme efectivamente numa realidade. Reconhecemos por outro lado, que o PARTIDO FRELIMO, tem imensas dificuldades de facilitar o processo democrático e de analisar certos pronunciamnentos e discursos do chefe do Estado. Essa, é, característica própria, na nossa óptica, de qualquer PARTIDO LIBERTADOR, como o PARTIDO FRELIMO. Aliás, não se trata de falta de vontade talvéz, existe falta de algum mecanismo interno que está falhando que impede acertar o passo para que doravante possa-se iniciar o convívio inter-partidário num clima pacífico e Democrático Multipartidário. Onde, se respeite fundamentamente a pessoa humana e o direito a OPOSIÇÃO. Aqui, é, onde reside, o nosso desejo de convidar o vosso-nosso glorioso PARTIDO FRELIMO, para assumir o cargo, dos Órgãos Sociais do CPDM. Órgãos estes, democraticamente eleitos por Rotatividade Estatutária,consignados no n°1,2 e 3 do Capítulo III, DOS ÓRGÃOS SOCIAIS, no Artigo 17°, a semelhança da Southern African Development Community- SADC, União Africana-UA e União Europeia-UE e outras instituições internacionais.
De referir, que o cargo de Presidente do Conselho de Ética Pública, coube ao PARTIDO que Vossa Excelência dirige. Brevemente o secretariado do CPDM,irá endereçar o convite a todos Actores Não Estatais para participarem na cerimónia pública de tomada de posse dos órgãos Sociais do CPDM-Moçambique. Recordamos que o CPDM não é instituição política partidário. O Centro de Promoção da Democracia Multipartidária-CPDM, é onde se discute apenas temas nacionais e focaliza suas acções em temas que contemplam Seis das Oito Metas do Milênio, definidas pelos países membros das Nações Unidas (ONU), que o Governo de Moçambique também subscreveu na qualidade de membros de pleno direito e o Programa Quinquenal,que acabou de ser aprovado pela Assembleia da República. O CPDM, rege-se, pela Lei 8/91, que versa sobre o exercício das Associações ou mesmo dizer Organizações da Sociedade Civil-OSC moçambicanas. Portanto, nada impede na nossa opinião para que o PARTIDO FRELIMO, aceite conviver pacificamente e transmita as suas experiências e as boas maneiras aos líderes dos partidos políticos e organizações da sociedade civil, carentes de orientação, sem excepção. Também na nossa óptica, afinal das contas, todos os partidos políticos, pretendem alcançar o objectivo comum e final que é de juntos combatermos a pobreza absoluta e desenvolvimento sócio económico, cultural e democratização cada vez mais do nosso Moçambique num cenário de cordialidade,irmandade tolerância, unidade, paz, inclusão efectiva, e respeito, sobretudo, pela diversidade sóciolinguístico.
Posto isto, endereçamos o desejo de boa governação inclusiva no vosso mandato e muita saúde para vós e respeitada família, aguardamos a resposta.
Atenciosamente,
José Ricardo Viana Agostinho
Presidente do CPDM
Subsecretário Hormats fala sobre proteção de propriedade intelectual
http://www.america.gov/st/business-english/2010/April/20100426130242bpuh0.974148.html&distid=ucs
26 de abril de 2010
Promover e proteger PI no mundo todo é hoje mais importante que nunca
Estas declarações do subsecretário de Estado para Assuntos de Economia, Energia e Agricultura, Robert D. Hormats, são de domínio público. Não há restrições à reprodução.
Promover e proteger PI no mundo todo é hoje mais importante que nunca
Robert D. Hormats
Subsecretário de Estado para Assuntos de Economia, Energia e Agricultura
Do Vale do Silício ao Cinturão de Biotecnologia em torno de Washington, os Estados Unidos continuam a ser líderes mundiais em setores inovadores. No Dia Mundial da Propriedade Intelectual, 26 de abril, precisamos nos lembrar de que a contínua força competitiva de nossas empresas inovadoras depende da geração constante de propriedade intelectual — novas ideias, novas pesquisas, novas patentes, novos direitos autorais, novos produtos e novos serviços. Mas, para que isso ocorra, é necessário um ambiente no qual a propriedade intelectual seja protegida no país e no exterior.
As empresas e os trabalhadores americanos merecem desfrutar dos benefícios do tempo, dos recursos e da capacidade intelectual que investem para desenvolver novas tecnologias, inovações criativas e novos modos de produção. Isso é fundamental para a vantagem competitiva dos Estados Unidos e vital para nosso crescimento futuro. E é por essa razão que a proteção da nossa propriedade intelectual e a garantia de que nossos parceiros comerciais adotem altos padrões internacionais são prioridades máximas para o Departamento de Estado.
Se a propriedade intelectual for pirateada, se as companhias forem forçadas a transferir essas propriedades a concorrentes e governos estrangeiros ou se produtos falsificados solaparem nossa capacidade de vender produtos legítimos no exterior, todos nós perderemos. Quando qualquer dessas situações ocorrer, nossos incentivos para assumir riscos diminuirão, e o potencial das empresas inovadoras para criar empregos de qualidade e gerar salários mais altos enfraquecerá. Isso porá nossos setores criativos em risco.
De acordo com a Revisão da Política para o Espaço Cibernético, da Casa Branca, só as perdas por roubo de propriedade intelectual em 2008 foram estimadas em US$ 1 trilhão. Além disso, um estudo recente da Corporação RAND mostrou conexões entre pirataria de PI, crime organizado, narcotráfico e até grupos terroristas.
Nos últimos meses, ouvi a mesma coisa de CEOs e líderes sindicais, nas pequenas e nas grandes empresas: a proteção dos direitos de propriedade intelectual é fundamental para o nosso futuro econômico. As ameaças à propriedade intelectual são uma preocupação compartilhada por todos os que trabalham com tecnologia da informação e da comunicação, entretenimento, agronegócio, produtos farmacêuticos e outros setores.
Como subsecretário de Estado para Assuntos de Economia, Comércio e Agricultura é meu dever, em cooperação com meus colegas deste Departamento e de todo o governo, liderar o esforço para proteger a propriedade intelectual americana. Essa é uma prioridade máxima para mim e para todos nós.
O Departamento tem uma longa história na defesa dos interesses americanos no exterior. À luz de novas preocupações, estamos intensificando nossos esforços para a proteção de PI. Outros órgãos federais estão fazendo o mesmo. E o governo Obama está destinando milhões de dólares anualmente para organizar programas entre governos de capacitação para juízes, promotores e funcionários da alfândega e proteção de fronteiras em países-chave. Estamos colaborando ativamente com governos estrangeiros para fazer valer os direitos de propriedade intelectual no mundo todo.
Muitos países têm interesse comum na busca de uma agenda positiva para a propriedade intelectual. As nações industrializadas querem acesso justo aos mercados estrangeiros para seus produtos e serviços inovadores. Os países emergentes também estão desenvolvendo suas próprias marcas comerciais e seus próprios produtos criativos.
Países emergentes, como a China, têm forte e crescente interesse em aplicar direitos de propriedade intelectual mais abrangentes e eficazes. Eles precisam proteger com mais rigor os direitos de propriedade intelectual das suas próprias empresas e das empresas estrangeiras — tratando as últimas com justiça, da mesma maneira como querem ver suas empresas serem tratadas no exterior.
Mais países que nunca estão partindo para colaborar em inovações. As empresas estão criando cada vez mais “redes de inovação” globais para trabalhar com outras empresas, clientes, fornecedores, universidades e instituições governamentais no mundo inteiro. Muitos produtos incorporam, atualmente, tecnologias de várias nações e empresas diferentes. Produtos tão complexos como esses raramente são baseados apenas em propriedade intelectual de uma única empresa ou nação. Mas os países que não protegem a propriedade intelectual vão se ver excluídos dessas parcerias globais dinâmicas.
Remédios jurídicos podem e serão usados quando necessário para tratar das violações. Não hesitaremos em usá-los, mas o caminho de preferência é encontrar soluções cooperativas quando surgirem problemas. Estamos formando causa comum com grupos nesses países que têm forte interesse na proteção de PI.
Na área de produtos farmacêuticos, a proteção é uma causa especialmente forte. Os cidadãos dos países desenvolvidos enfrentam os perigos relacionados a medicamentos falsos ou enganosos da mesma forma que os de países em desenvolvimento;eles representam um risco terrível para a saúde pública. Isso é verdadeiramente um imperativo global. E esperamos que a cooperação para lidar com essa ameaça se expanda para outros produtos também.
O presidente Obama e o Congresso sinalizaram o alto grau de importância que conferem à aplicação dos direitos de propriedade intelectual. Estamos cooperando com outras agências americanas e parceiros no mundo todo para desenvolver uma resposta coordenada e global, porque os interesses são grandes e crescem cada vez mais. Quando se trata de proteção de propriedade intelectual, não podemos nos dar ao luxo de esperar.
No seu informe anual
PGR Augusto Paulino escondeu o desvio de processos na CNE
Maputo (Canalmoz) – O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, no seu informe de mais de 250 páginas, não falou das gritantes ilegalidades que aconteceram durante o polémico processo eleitoral, que culminou com as contestadas eleições de 28 de Outubro passado.
O último processo eleitoral teve muitas irregularidades, tais como o desvio de processos na Comissão Nacional de Eleições, a utilização de boletins de votos e de cartões de eleitores falsificados e o enchimento de urnas. Todos estes actos foram publicamente provados.
Mas o informe do PGR preferiu passar de forma superficial sobre todos estes casos, trazendo pequenos casos irrelevantes. No ponto número 4, referente a ilícitos eleitorais, o informe do PGR reservou apenas meia página para falar da ilegalidade que marcou o processo eleitoral de 28 de Outubro passado. Num punhado de parágrafos, Augusto Paulino foi bastante generalista e foi falando de forma superficial de um e de outro caso, ocultando factos e contornos em relação, por exemplo, ao que teria acontecido aos processos do MDM que, sem explicações, desapareceram da CNE.
Facto estranho é que o mesmo informe fala de casos de impacto, e no entender da procuradoria nenhum caso eleitoral merece ser um caso de impacto.
O informe do PGR refere que, em todo o país, ocorreram 235 casos relacionados com as eleições, que originaram 229 processos-crime, com 245 arguidos. Do número de processos acima referido, segundo o PGR, 24 são de querela, 199 sumários e seis transgressões.
Em conexão com ilícitos eleitorais, registaram-se os crimes de ofensas corporais voluntárias e involuntárias, ofensas corporais contra agentes da autoridade, fogo posto, porte de arma proibida, roubo, sedição, ameaças com arma proibida, danos por meio de assuada, uso de documento falso, difamação, introdução em casa alheia, ameaça com arma de arremesso e uso de passaporte falso.
Segundo o informe, houve registo de 3 casos de contravenções, dois de dupla inscrição no recenseamento eleitoral e um de promoção dolosa de inscrição. Dos processos referidos, 107 foram julgados, tendo sido os infractores condenados em penas que variam de três a dois anos de prisão e multa até 13 salários mínimos. Quarenta e oito processos julgados resultaram em absolvição dos infractores.
Desvio de processos eleitorais não tem impacto?
O MDM exibiu, a 29 de Setembro, em conferência de Imprensa, a prova da entrega de todos os documentos à CNE, em 29 de Julho de 2009. Exibiu ainda a Notificação 90/CNE/2009, de 10 de Agosto, em que a CNE admite ter em seu poder todos os documentos dos candidatos do MDM, excepto nos casos com irregularidades.
No Acórdão 09/CC/2009, de 28 de Setembro, o Conselho Constitucional rejeita a reclamação que o MDM lhe submeteu. Para fundamentar a sua decisão, refere que recebeu um Ofício da CNE (47/CNE/2009, de 17 de Setembro), em que este órgão alega que o MDM, desde o início do processo de registo de candidaturas, a 29 de Julho, não entregou todo o expediente exigido por lei.
Quem recebeu, na CNE, todo o expediente eleitoral do MDM, a 29 de Julho último, foi o vogal Ezequiel Molde Gusse. Foi ele que assinou o recibo da CNE passado ao MDM, confirmando a recepção de todo o expediente.
No Ofício 47, a CNE admite que faltam muitos documentos no dossier eleitoral do MDM para as Legislativas. Mas, através da Notificação 90/CNE/2009, de 10 de Agosto, assinada pelo director do Gabinete do Presidente da CNE, este mesmo órgão eleitoral admitia que estavam em seu poder muitos documentos que, depois, a 17 de Setembro (Ofício 47) a própria Comissão Nacional de Eleições admite já estarem em falta. Se de facto, entre 10 de Agosto e 17 de Setembro desapareceram documentos do MDM, terá sido por alguma razão fora do alcance do MDM e da total e exclusiva responsabilidade da CNE. E foi com estes fundamentos que o MDM interpôs queixa-crime contra a CNE.
Enchimento de urnas também sem impacto?
Durante e depois do processo eleitoral, a Renamo, outro partido da oposição, mostrou, em conferência de Imprensa, provas de falsificação de cartões de eleitores em muitas províncias do país. Mas o informe da Procuradoria, de forma esquisita, fala apenas “de um caso de promoção dolosa de inscrição e dois casos de dupla inscrição”. O partido Renamo mostrou, igualmente em conferência de Imprensa, votos falsos que já circulavam em Nampula. O procurador não falou disso. Muitos relatórios revelaram, com análises e provas, que em certos círculos eleitorais houve enchimento de urnas a favor do candidato do partido Frelimo, Armando Guebuza. O procurador optou por não explicar como é que, num dado círculo eleitoral, o número de votantes era acima do número dos inscritos nos cadernos e, estranhamente, todos eles votaram em Guebuza e no paritdo Frelimo.
(Matias Guente)
2010-05-06 06:57:00
ELEICOES BRITANICAS! CARTA DE DAVID CAMERON

Dear Manuel,
Today, we have a once-in-a-generation opportunity to turn our country around.
This one day will decide Britain's future at a crucial time for our economy, our society, and our politics.
We all know that it's time for change, after thirteen years of this Labour government. But there's only one way to bring change - and that is to vote Conservative.
Any other vote could mean we are left with another five years of Gordon Brown - and the uncertainty of a hung Parliament could kill the recovery.
Earlier this morning Sam and I voted in our constituency. Watch this video to see why I believe it is vital that you vote too.
Manuel - there is so much at stake today.
Only by voting Conservative today will Britain have a fresh government tomorrow that can roll up its sleeves and start to clean up the mess.
So please take the time to vote - and please do pass this message on to your friends too.
Together, we can bring the change our country needs.
Nigerian President Dead!?

Nigerian President Yar'Adua is dead, says state TV
Nigerian President Umaru Yar'Adua died at his presidential villa on Wednesday, state TV has announced.
A presidential aide and the information minister confirmed his death to the BBC.
Mr Yar'Adua, who became president in 2007, had been ill for some time, and had not been seen in public for months.
Vice-President Goodluck Jonathan was accepted as acting president in February.
The Nigerian Television Authority interrupted its normal programming to announce the news, in a brief statement early on Thursday.
The announcer said: "The president and commander-in-chief of the armed forces, Umaru Musa Yar'Adua, died a few hours ago at the presidential villa.
"Security aides notified the national security adviser, General Anou Bissou, who immediately called the acting president. The late president has been ill for some time."
Heart condition
Reports from Nigeria said Mr Yar'Adua died between 2100 (2000 GMT) and 2200 (2100 GMT) on Wednesday in the capital, Abuja.
In November, Mr Yar'Adua went to a hospital in Jeddah, Saudi Arabia, for several months, during which time he was not heard from, apart from a BBC interview.
He told the BBC by telephone in January that he was recovering and hoped with "tremendous progress" to resume his duties.
A presidential spokesman said at the time that he was being treated for acute pericarditis, an inflammation of the lining around the heart.
His long absence and the lack of detailed information about his health led to a political limbo in Nigeria that was only filled when Mr Jonathan was named acting president.
Mr Yar'Adua returned to Nigeria later in February, but Mr Jonathan remained as acting president.
He will now be sworn in as president, reports say.
There had been tension between the two men's supporters and in March Mr Jonathan dissolved the cabinet.
Elections were scheduled for next year.
Mr Yar'Adua's election in 2007 marked the first transfer of power from one civilian president to another since Nigeria's independence in 1960.
He came to power promising a long list of reforms, including tackling corruption and reforming the inadequate power sector and the flawed electoral system.
But the area in which analysts say he made the most progress was in tackling the unrest in the oil-rich Niger Delta, by offering an amnesty to rebels.
Source: BBC
Desafios da PGR segundo Paulino
O combate à corrupção, potenciando a perspectiva de trabalho com o cidadão, os líderes comunitários e as comunidades, bem como a intensificação das acções de sensibilização a nível nacional para a prevenção e combate ao crime em geral, constituem os principais desafios da Procuradoria Geral da República para os próximos anos, segundo defendeu ontem, no Parlamento, o titular deste órgão de administração da Justiça, Augusto Paulino, durante a apresentação do respectivo Informe Anual à Assembleia da Republica.
Maputo, Quinta-Feira, 6 de Maio de 2010:: Notícias
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HOJE É DIA “D” PARA OS BRITANICOS!
Hoje será o Dia "D" para os Britanicos, eles vao as eleicoes para eleger os 650 deputados! Pode acompanhar as eleicoes britanicas aqui e aqui! Neste momento, segundo as ultimas sondagens, os conservadores levam certa vantagem, contudo poderao apenas obter maioria relativa... mas ainda podem aparecer surpresas nestas eleicoes.
Wednesday, 5 May 2010
Guebuza nomeia novos vice-ministros
Maputo (Canalmoz) - O número de vice-ministros do Executivo de Guebuza subiu de 23 para 26, com a indicação de mais três quadros, sendo dois para vice-ministros dos Transportes e Comunicações e um para o Ministério da Saúde.
Trata-se de Manuela Rebelo e Eusébio Saíde, que foram indicados para o ministério dirigido por Paulo Zucula e Nazira Karimo Vali Abdula, que vai trabalhar com Ivo Garrido, na Saúde.
Os novos membros do elenco de Guebuza tomaram posse na manhã de ontem, na Ponta Vermelha, em Maputo, onde o chefe do Estado instou-os a trabalhar para melhor servir aos moçambicanos.
(Redacção)
Olhando o pais de esguelha!
Cheguei esta manha a Londres, capital britanica. Uma Londres fresca a pender para o frio, pelo menos para quem vem de Africa ou mais concretamente de Maputo! Alias mesmo comparando Londres com Washington (a semana passada la estive), Londres esta a pender mais para o frio!
Esta-se na chamada 'Spring season' ou seja a 'primavera', com flores e passaros colorindo os ares. Claro nao so menos flores e menos passaros que a nossa Cidade das Acacias, mas tambem menos flores e menos passaros que Washington. Apesar de Londres continuar a ser minha 'segunda' cidade, tenho que confessar que a calma e a temperatura de Washington tem me seduzido ultimamente! Qunto mais a conheco, mais atractiva se torna! Ate aqui a atraccao nao e suficiente para trocar Londres por Washigton, mas muito proximo! Coisas da vida e do coracao!
Em jeito de desabafo permitam-me dizer que durante a minha infelizmente curta estadia em Mocambique, fiquei uma vez mais perplexo com o a vontade com que muitos compatriotas 'aceitaram' a segunda subida de precos de combustivel em menos de um mes. Ao sair de Maputo no dia 7 de Abril, com destino a Washington e Miami, 1300 meticais eram o valor media com que enchia o tanque do meu automovel. Tres semanas depois, preciso de entre 1800 a 2000 para o memo efeito! Sera a prova de que ja nao se pode continuar com as ginastivas eletorais do ano passado? Sera que passadas as eleicoes os efeitos da 'Geracao 5 de Fevereiro' foram finalmente 'geridos'?
Perplexo ainda fiquei quando nao pude comunicar com os meus via telefone, pois me disseram calmamente e todos aceitamos passivamente que a MCEL estava muda a partir de Inhambane devido a uma avaria grossa na fibra optima! E mais tranquilamente aceitamos o que nos dizem: que a avaria durara nada mais e nada menos que um mes a reparar, porque o pais e o continente nao tem condicoes para repara-la!
Soube que via vodacom se pode 'comunicar' pelo menos via sms!
Nao quis acreditar que nao haja solucoes alternativas! A MCEL tem nos bafejado com publicidades em quase todos os orgaos de comunicacao social, tem patrocinado varios eventos e agora quando a casa comeca a chover me vem dizer que nao tem 'ondocoes para arranjar alternativas'?
Ninguem na MCEL, no Instituto de Comunicacao de Mocambique pensou na possibilidade de um dia o pais ficar mudo? Sera que se Maputo ficasse mudo assistiriamos a mesma 'frescura' de quem de direito? Ou mais uma vez estaremos perante o caso de Mocambique da Primeira e o da Segunda, onde num local vivem os verdadeiros mocambicanos e noutro os sub-mocambicanos?
Ou teremos todos que mudar para a TDM e Vodacom? ALguem pode explicar-nos porque e que na Vodacom se pode 'comunicar' e na MCEL nao? Alguem nos pode garantir que a terceira operadora esteja melhor preparada para eventualidades desta natureza?
Ainda bem que ontem foi lancada obra do Dr. Mousinho Nicol's sobre os 'Direitos do Consumidor' e finalmente com a aprovacao da Lei do Consumidor a mansa e domesticada Associacao dos Consumidores acorde para nos educa sobre os nossos direitos inalienaveis. Nao e por acaso que pagamos impostos! Paga-mo-los para em troca recebermos servicos publicos! E quando estes nao aparecem ou aparece qualidade deficiente temos o direito constitucional de exprimirmos as nossas inqietacoes: teclando, rabiscando, cantando, dancando, quica marchando!!
Voltarei para falar das historicas eleicoes parlamentares que terao lugar amanha no Reino Unido, onde se espera que a oposicao (Conservadora) supere o actual partido no poder (Trabalhista)! Sera desta que os torries chegarao ao poder depois de mais de 13 anos de jejum?
Yahoo! readers back David Cameron
Yahoo! readers back David Cameron
42 mins ago
Rich Evans
Buzz Up! Print Story38% of Yahoo! News readers want David Cameron to be the next prime minister, according to a poll. Skip related content
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Yahoo! readers back David Cameron .Over 50,000 people took part in the 24-hour poll on 4-5 May which saw Cameron claim victory, while Gordon Brown received 34% of the votes and Nick Clegg came in third with just 28%.
The findings come one day after Facebook announced the results of a similar survey that saw Clegg come out as the winner.
Facebook users, who are typically a young audience, gave their backing to the Liberal Democrat leader with 42% of the votes. Conservative David Cameron came in second with 31% while Labour’s Gordon Brown lay in third with 27%.
Yahoo! News has been one of the few popular online news publishers not to pledge allegiance to any one party, with The Guardian announcing its endorsement of the Lib Dems last week, The Mirror backing Labour, and The Sun and Telegraph both backing the Conservatives.
Andy Williams, Editor in Chief for Yahoo! UK & Ireland commented: “It’s interesting that Nick Clegg is the leader our readers least want to see enter Downing Street and yet yesterday he topped the Facebook poll. It really goes to show just how close this election still is – everything is changing from one day to the next. However, this should also serve as a warning not to get too carried away with polls."
He went on to add: “It would also be interesting to know just how many of Nick Clegg’s Facebook voters will be old enough to vote tomorrow.”
You can find out more of Yahoo!’s election coverage at yahoo.co.uk/elections.
Election 2010: Leaders into final push for votes
Gordon Brown, David Cameron and Nick Clegg are into their final day push for votes ahead of the UK election
After campaigning through the night Mr Cameron, the Conservative leader, said the election was "close" and he was fighting "for every vote".
Mr Brown, Labour leader, visited market workers in Leeds and said he wants as many Labour votes as possible - rather than backing anti-Tory tactical voting.
Lib Dem leader Nick Clegg is visiting Eastbourne, Durham and Sheffield.
In other election developments on Wednesday:
1. In Scotland, the SNP, Lib Dems, Labour and Tories seek to rally supporters and win over voters
2. In Wales Plaid Cymru leader Ieuan Wyn Jones, Welsh Lib Dem leader Kirsty Williams, Welsh Secretary Peter Hain and Tory leader David Cameron are all visiting target seats
3. Other parties seeking votes and hoping to make a breakthrough on the last day of campaigning are the Green Party, , UKIP and the BNP .
Mr Cameron campaigned overnight, talking to shift workers in Cumbria, Lancashire, Yorkshire and Lincolnshire.
He told GMTV it was the "most important election in a generation" and he had campaigned through the night because he "didn't want to waste any hours on the last day and a bit".
"Elections are meant to be a challenge. The British people don't hand you the government of the country on a plate, quite rightly they are making us work for it" David Cameron
He said he thought the Conservatives were winning the big arguments but added: "I don't want to take anything for granted, it's a very important election, it's a close election and I'm fighting for every vote right down to the wire."
Asked why his poll lead had dropped since the start of the campaign, Mr Cameron said: "I never believed this election was going to be easy. Elections are meant to be a challenge. The British people don't hand you the government of the country on a plate, quite rightly they are making us work for it."
After a day in which cabinet ministers Ed Balls and Peter Hain urged tactical voting to keep the Tories out - Mr Brown, the prime minister, told a phone-in on BBC Radio 5live that he wanted all Labour supporters to vote Labour.
'A fighter'
Some polls have suggested that Labour could come third in terms of overall votes - yet still get enough seats to form a government, something that has been criticised by the Lib Dems.
Mr Brown acknowledged that in some areas the Lib Dems and Tories were battling it out for first place, but said: "People will judge us also on the number of votes we have got, as well as the number of seats."
"People will judge us also on the number of votes we have got, as well as the number of seats" - Gordon Brown
He said it was a "big election" and he thought the election campaign should have focused more on policy: "I'm hardly surprised that many people are undecided [how to vote] because they want to make a judgement I think, on what's the best thing for the economy, for the future."
After dealing with a range of listeners' questions on topics including immigration, welfare, mental health funding and problems exporting to Europe he told the programme: "I'm a fighter, I don't give up. I'm fighting for Britain's future in my view, I'm fighting because I believe in what I'm doing."
Meanwhile Nick Clegg, who is hoping his party can make the breakthrough from their traditional third place, is at a rally in Eastbourne, before heading north to Durham then Sheffield.
'Politics as usual'
He has been visiting seats he would have considered unwinnable a month ago - in Durham two seats were won with large Labour majorities in 2005 - and is urging disaffected Labour supporters to come over to him.
He said they had been taken "for granted" and his party was the only progressive alternative.
He urged voters: "We cannot let politics as usual triumph."
"If change is what you want, don't let anything or anyone stand in your way."
Opinion polls continue to give the Tories a lead over the other parties.
However, one poll published on Tuesday suggests that Labour have made ground at the expense of the Liberal Democrats in recent days.
A YouGov daily tracker poll for the Sun, conducted on 3 and 4 May, puts the Conservatives unchanged on 35%, Labour up two points at 30% and the Lib Dems down four at 24%.
A Comres poll for ITV News and the Independent suggests there has been no change since its last survey on Monday. The survey has the Conservatives on 37%, Labour on 29% and the Lib Dems on 26%.
Source: BBC
Leaders at World Economic Forum on Africa to rethink continent's growth strategy
The 2010 World Economic Forum on Africa will kick off on 5 May with an interactive brainstorming session which will identify the opportunities that can unlock Africa's growth potential. The brainstorming session will also examine the barriers to social and economic progress in the coming year. The three-day meeting in Dar es Salaam will provide participants — 1,000 leaders from 85 countries — with a platform for how they are facing up to the challenges brought about by the economic crisis, and how they are using the crisis as an opportunity to redesign a sustainable roadmap for Africa's future.
Read the program of the forum
Parabens a Mãe Alice!
Alice Mabote recebe Prémio “Mulher de coragem 2010”
A PRESIDENTE da Liga dos Direitos Humanos, Alice Mabote, acaba de receber o Prémio da Secretaria do Estado dos Estados Unidos “Mulher de coragem 2010”, em reconhecimento à sua audácia pela liderança excepcional na advocacia dos direitos humanos e promoção da mulher.
Maputo, Quarta-Feira, 5 de Maio de 2010:: Notícias
Segundo a Embaixadora dos EUA em Moçambique, Leslie V. Rowe, Alice Mabote tem sido uma defensora incansável dos direitos económicos, jurídicos e civis das mulheres. “A sua organização tem prestado assistência jurídica gratuita a milhares de viúvas analfabetas, ajudando-as a garantir a sua propriedade legal”, disse. Este prémio foi instituído em 2007 pela anterior Secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, para assinalar o Dia Internacional da Mulher, sendo este o único prémio daquele Departamento que rende tributo a mulheres líderes emergentes mundialmente e, ao mesmo tempo, oferece uma oportunidade singular para reconhecer os que trabalham no domínio dos assuntos internacionais dos direitos humanos e da mulher.
Crédito bancário chega atrasado em cada campanha
Fábrica de caju vai encerrar em Manjacaze
Cerca de 250 trabalhadores vão perder o emprego
Maputo (Canalmoz) – A MADECAJU, Lda vai fechar este mês a sua fábrica de processamento de caju na província de Gaza, confirmou ao Canalmoz – diário digital, o seu sócio-gerente, Álvaro Martins.
A empresa tem sede em Manjacaze. Cerca de duzentos e cinquenta trabalhadores, entre efectivos e sazonais, vão perder os seus empregos.
O fundo de salários varia entre 200 e 250 mil meticais/mês.
Os trabalhadores sazonais ganham em função do rendimento. São remunerados com base no salário mínimo nacional para o sector, mas em função da produtividade média por trabalhador, explicou-nos o gerente da empresa.
O sócio-gerente da MADECAJU, ao confirmar-nos que a empresa vai fechar, como nos dissera fonte dos trabalhadores, explicou-nos que cidadãos indianos que estão no país com visto de turistas estão a comprar a castanha directamente aos produtores e a exportar.
“Durante a campanha do caju, esses comerciantes indianos vão ao terreno comprar caju. Vivem lá no interior em condições muito precárias, guardam a castanha em lojas antigas que estão em ruínas, e depois exportam”.
“Como a banca só tem desembolsado muito tarde os créditos para a campanha, nós não conseguimos competir” – disse-nos Álvaro Martins – “Mas a grande questão é que estamos a competir com quem vem comprar caju dentro do país com visto de turismo”.
“A empresa vai fechar por falta de garantias bancárias. A banca só financia em Janeiro / Fevereiro de cada ano, no meio ou já quase no fim da campanha anual do caju. Agindo dessa forma não nos permite adquirir a castanha a preços competitivos, que ocorrem no início de cada campanha ou época de castanha do caju”.
“Enquanto a indústria nacional não tem crédito bancário, quem vai comprando o caju são estrangeiros que vêm da Índia, com vistos de turismo. Compram a castanha a bom preço e depois exportam em bruto. No fim da campanha, a castanha que não conseguiram exportar das campanhas anteriores vendem às empresas nacionais, porque os créditos bancários vieram atrasados”.
Álvaro Martins é sócio da MADECAJU, Lda numa sociedade com o seu filho menor. A MADECAJU tem estado a explorar a fábrica de processamento da PROCAJU, que fechou no fim do século passado.
A PROCAJU pertence a Sara Daúde e José Carlos Borralho. O Estado tem os restantes 20%. Por estar inactiva, as suas instalações foram alugadas à MADECAJU, que agora também vai encerrar a actividade.
Só a partir de mil toneladas / ano de castanha para processamento é que a fábrica é rentável, disse-nos também o sócio-gerente da MADECAJU.
Disseram-nos que o governador da província tem conhecimento do caso e nada faz. Álvaro Martins riu, quando lhe colocámos a questão nestes precisos termos e rectificou: “O senhor governador sabe do caso, mas não sei se não está a procurar uma solução. Sei que ele ficou preocupado. Não sei se não está a fazer nada, como vos disseram”. “Disso eu não sei nada”, concluiu o gerente da MADECAJU.
Álvaro Martins está, no entanto convicto de que o Governo tem ao seu alcance a solução. “Qual?” – perguntámos. “Tem ao seu alcance pelo menos impedir que estrangeiros em visita ao país, com visto de turismo, estejam a ajudar a rebentar a indústria nacional do caju”.
(Fernando Veloso)