Thursday, 21 February 2008

DOIS GOLOS DE TAIPO

Esta de parabens o Ministerio do Trabalho pela accoes que tem vindo a desenvolver com o objectivo de reforcar a capacidade dos seus funcionarios tanto no interior do pais como no exterior. Ha dias foi reportado pelo Noticias que o ministerio conseguira algumas bolsas para seus funcionarios melhorarem a sua formacao na Suecia, e hoje o noticias reporta que finalmente Mocambique ja tem um funcionario na Sede da OMT. Oxala outros ministerios sigam o exemplo, pois pecisamos de Mocambicanos em outras sedes de organizacoes internacionais. De parabens esta a Minisra Taipo!


Moçambicano na sede da Organização do Trabalho

O MOÇAMBICANO Juvenal Dengo é desde ontem o representante do Ministério do Trabalho na sede da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, Suíça. Maputo, Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2008:: Notícias
Uma nota daquele ministério refere que a OIT aceitou um pedido nesse sentido, formulado há cerca de dois anos, pela Ministra do Trabalho, Maria Helena Taipo, à direcção-geral daquele organismo das Nações Unidas para que mais quadros africanos pudessem trabalhar na sede, incluindo moçambicanos. A indicação de um quadro permanente junto da sede da Organização Internacional do Trabalho em Genebra visa, para além de elevar o nome do país, defender os interesses sócio-laborais e profissionais de Moçambique, e não só, junto dos grandes decisores das políticas laborais do mundo.

Reabilitacao da Avenida Sebastiao Mabote


No decurso da reabilitação : Residência “resiste” na estrada de “CMC”

Pelo menos uma residência permanece intacta dentro do traçado da estrada que liga a Praça da Juventude e a Avenida do Grande Maputo, passando pelos bairros das Mahotas, Magoanine “A”, “CMC” e Albasine, na cidade de Maputo, cujas obras de reabilitação decorrem desde 23 de Janeiro.Maputo, Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2008:: Notícias
O respectivo proprietário, Eugênio Sumbane, disse à nossa Reportagem que, numa primeira fase, as autoridades municipais ofereceram-lhe 51 mil meticais em compensação da destruição parcial de dois dos três edifícios erguidos no terreno. Após uma discussão, recebeu um outro cheque no valor de 65 mil meticais, que também o recusou, justificando que as infra-estruturas por destruir superavam aquele montante.

Nesse sentido e segundo nos contou, ele enviou cartas ao Ministério das Obras Públicas e Habitação (MOPH), Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) e à Administração do Distrito Municipal número quatro (DM4), em que propunha, entre outras, a atribuição de 250 mil meticais pelas demolições.

Em resposta, Eugênio Sumbane contou que na segunda-feira se reuniu com Cacilda Banze, administradora do DM4, tendo lhe sido explicado que deverá ser compensado e atribuído um terreno para reerguer uma nova residência, dado que aquela, localizada no quarteirão 14 das Mahotas, terá que ser demolida totalmente. Ajuntou que ficou de ser informado sobre o valor a receber e a localização do novo terreno, mas até ontem nada sabia.

Entretanto, Cacilda Banze explicou que aquele residente recusou-se a receber o montante inicialmente atribuído e, no referido encontro da segunda-feira, pediu que lhe fosse concedido um outro terreno para a reconstrução da sua residência.

A administradora ajuntou que há dias, Eugênio Sumbane recebeu um valor para arrendar uma outra casa de modo a albergar a sua família, enquanto decorrem as obras de demolição parcial da actual.

Quanto às obras da reabilitação da Avenida Sebastião Marcos Mabote, a nossa Reportagem constatou que ainda se encontram ao nível da limpeza do terreno, principalmente nas zonas em que se demoliram algumas infra-estruturas, como muros e casas.

Entretanto, face à terraplenagem feita na via, a circulação dos “chapas” para o “CMC”, Guava e Mateque tende a normalizar-se, dado que se verifica o retorno de algumas viaturas que haviam abandonado aquela rota.

Alguns residentes, mais precavidos, aproveitam a fase em que as obras se encontram para atravessar as condutas de água, cientes de que com a estrada concluída será difícil obter uma autorização de modo a cortar a via para aquele efeito.

Cheias: parceiros defendem solucoes permanentes


Sera que tem de ser estrangeiros a dizer-nos aquilo que todos sabemos?

Um abraco, MA

OS embaixadores dos Estados Unidos da América (EUA), Noruega e Suécia defenderam soluções permanentes para o drama das cheias na região centro tendo, ao mesmo tempo, louvado o trabalho que o Instituto Nacional de Gestão das Calamidades (INGC) tem vindo a desenvolver, sobretudo com vista ao restabelecimento da vida dos afectados nos centros de reassentamento.Maputo, Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2008:: Notícias
Com efeito, aqueles diplomatas realizaram, na passada quarta-feira, uma visita de cortesia ao distrito de Caia, particularmente ao Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE) e a alguns centros de reassentamento ali estabelecidos, depois de um encontro com o director nacional adjunto daquela instituição, João Ribeiro e com o administrador local, José Cuela.

Todd Chapman, falando na ocasião, congratulou-se com os esforços que o INGC está a levar a cabo desde que o drama iniciou em Dezembro do ano passado e que afectou mais de 103 mil pessoas, tendo manifestado a satisfação dos governos que representam.

Apontou a disponibilidade dos mesmos de continuarem a apoiar o processo, com principal enfoque para o programa de reassentamento.

“Estamos bastante impressionados com o trabalho que está sendo feito pelo INGC no tocante à minimização dos efeitos das cheias e pensamos que é importante continuarmos a apoiar estes esforços, com vista ao rápido restabelecimento das vítimas que estão nos centros de reassentamento”, disse.

Chapman disse que os parceiros são por uma solução duradoura do drama e é por isso que os seus governos estão dispostos a apoiar todas as iniciativas, tendo apontado o Programa Mundial de Alimentos com um dos exemplos desse apoio, pois ela trabalha no terreno na distribuição da ajuda alimentar.

“Esperamos que o programa de reassentamento seja um verdadeiro sucesso e temos fé em que os afectados também possam ter uma vida melhor naqueles locais”, desejou.

Segundo o administrador de Caia, o governo está a trabalhar com vista a transformar os centros de reassentamento em bairros residenciais, razão pela qual neste momento está sendo dado maior dinâmica à construção de casas com recurso a tijolos queimados, processo que nos centros de Nhambalo I e Zimbabwe, está bastante avançado.

António Janeiro

Em Angola: Parlamentares debatem paz e seguranca na SADC


PARLAMENTARES moçambicanos participam desde quarta-feira última em Luanda, capital de Angola, no III seminário regional sobre “o papel dos parlamentos nacionais no reforço da segurança na África Austral”, uma iniciativa organizada pelo Centro de Liderança do Fórum Parlamentara da SADC e a União Inter-Parlamentar.

Trata-se de um encontro que está a debater igualmente temas como “Desafios no Âmbito da Segurança na África Austral”, “HIV SIDA uma ameaça para a segurança na África Austral”, “Governação Democrática para o sector da Segurança” e “o Papel dos Parlamentos Regionais na Governação e Segurança”.
Os doze países membros da SADC que tomam parte no evento, nomeadamente África do Sul, Angola, Botswana, Namíbia, Suazilandia, Madagáscar, Moçambique, Mauricia, Ruanda, Zâmbia e Lesoto, manifestaram profunda preocupação quanto aos focos de instabilidade que ainda persistem em alguns países africanos, com destaque para a região dos Grandes Lagos.
A este respeito, o presidente da Assembleia Nacional de Angola, Roberto de Almeida, chegou mesmo a avançar com a ideia de que os parlamentos regionais devem adoptar legislação apropriada , a fim de controlar acções que perturbem a paz e a segurança na região.
Falando na abertura do encontro, Roberto de Almeida referiu que o aprimoramento do sistema de prevenção e gestão de conflitos e combate a redes terroristas, a imigração ilegal, falsificação de documentos e moeda, tráfico ilícito de diamantes e de seres humanos, bem como o mercenarismo e a corrupção constituem factores de estabilidade política, económica e social dos Estados.
Como tal, o dirigente do Parlamento angolano defendeu a necessidade dos serviços de inteligência regionais controlarem melhor tais acções, através duma maior partilha de informações que assegurem uma maior segurança dos Estados e das suas populações.
Num outro desenvolvimento, aquele dirigente referiu que a segurança e a estabilidade dos povos passa pela capacidade das lideranças dos países em criarem o que chamou de Estados fortes, comprometidos com a democracia, direitos humanos e a eliminação dos factores de conflitos.
Lançou, a propósito, um apelo aos participantes no sentido de debaterem com profundidades factores de desestabilização dos Estados, aludindo para a necessidade do seminário produzir conclusões que imprimam maior dinamismo aos órgãos de segurança dos países.
A este respeito, Roberto de Almeida salientou que estamos sensibilizados que a produção de informações permite compreender melhor as preocupações da segurança nacional e a cooperação entre os parlamentos.A delegação moçambicana ao III seminário regional sobre o papel dos parlamentos nacionais no reforço da segurança na África Austral integra o chefe da comissão de defesa e ordem pública da Assembleia da República, Jeronimo Malagueta e o deputado Xavier Chicutirene.
JAIME CUAMBE, em Luanda

Estaremos a seguir as regras minimas para a destruicao de engenhos explosivos?







O Noticias de hoje, Sexta Feira, informa-nos que explosoes no paiol de Mahlazine assustam populacao circumvizinha. Que saiba, Mocambique e signatorio de varias convencoes (SADC, Bamako, UN) que regulam o uso, transporte e destruicao de engenhos explosivos. Desde a explosao do paiol de Mahlazine que varios accoes tem sido levadas a cabo por unidades das FADM, com vista a livrar-nos deste mal herdado dos nos do conflito armado. ate aqui tudo bm e ate saudamos o esforco das nossas gloriosas forcas armadas. O que nos preocupa nao e o fim mas o meio ou seja a forma como tais accoes sao levadas a cabo. Parece mesmo a olho nu, que tais accoes muitas vezes nao seguem as regras mais elementares emanadas das convencoes de que somos parte, tendo ate originado a morte em Boane de militares nossos e da Africa do Sul. Isto levante duas questoes: a primeira e porque e que assinamos tais convencoes se nao tinhamos intencao de cumprir?; a segunda e se assinamos porque e que nao cumprimos com o preceituado nas convencoes. Sera que nos esquecemos que os acordos sao para serem cumpridos?


Exemplos sao varios, desde o transporte de engenhos em ferry boats com passageiros, o ransporte de engenhos em camioes que passam por vias publicas, bombas de combustiveis etc etc.
No caso vertente nao poderiam as FADM ter informado a populacao que decorreriam explosoes controladas para minimizar o susto?

Sera assim tao dificil cumprir tais regras? depois dirao que nao avisamos!


Um abraco patriotico, MA



Paiol de Mahlazine : Destruição de engenhos assusta população local


O paiol de Malhazine, nos arredores da cidade de Maputo, é, neste momento, palco da detonação de material bélico, que por razões de segurança não foi transportado para o distrito da Moamba, onde destruiu-se grande parte dos engenhos explosivos recolhidos após o incidentes de 22 de Março do ano passado.

A destruição, que se realiza numa área julgada segura, no interior do paiol, realiza-se, diariamente, entre as 11.00 e 14.00 horas, segundo apurou a nossa Reportagem junto dos residentes dos bairros circunvizinhos daquela unidade das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).
Nesse sentido, os moradores de Mahlazine, “Matendene”, Zimpeto, “CMC” e Mahotas estão, paulatinamente, aprendendo a conviver com os estrondos gerados pela detonação dos engenhos militares, mas ainda mostram-se assustados com as explosões.
Recorde-se que num incidente registado em Março de 2007, morreram mais de 100 pessoas, cerca de outras 500 ficaram feridas, para além da destruição de inúmeras infra-estruturas sociais.
Rosa Fernando, residente no quarteirão do Zimpeto, disse ao “Notícias” que no início, o fenómeno era lhe assustador, mas com o tempo está se a acostumar em, diariamente, ouvir estrondos idênticos aos de Março do ano passado.
A fonte acrescentou que ela e os restantes membros da zona não receberam nenhum aviso sobre as explosões, tanto que em meados de Janeiro, altura em que começaram a ouvir os estrondos, todos questionaram-se sobre a sua origem.
Celina Valente, outra residente do Zimpeto, mostrou-se assustada pelas explosões, sublinhando que receia voltar a assistir algo semelhante ao registado no ano passado, cujas feridas permanecem activas em muitos cidadãos de Maputo e Matola.
Entretanto, o porta-voz do Ministério da Defesa Nacional (MDN), Joaquim Mataruca, explicou à nossa Reportagem que, na verdade, se está a destruir os dispositivos responsáveis pela detonação dos obuses, designados espoletas.
“Trata-se de material muito sensível aos movimentos, pelo que notamos ser muito arriscado transportá-lo para Moamba, onde destruímos os engenhos obsoletos”, disse Mataruca, acrescentando que “a melhor opção foi fazer as detonações numa área segura dentro do próprio paiol de Mahlazine”.
Joaquim Maturuca que foi abordado ontem, garantiu que o processo de destruição de espoletas decorre sob fortes medidas de segurança, pelo que não há razão de alarme no seio da população.
Segundo o porta-voz do Ministério da Defesa, o processo arrancou a 17 de Janeiro e o seu término está marcado para o próximo dia 5 de Março.
Escusando-se a precisar o volume do material em destruição, Joaquim Mataruca apenas disse que “são grandes quantidades de espoletas que foram sendo armazenadas nos últimos anos”.

EMBAIXADA AMERICANA EM BELGRADO INCENDIADA!

Manifestantes protestando contra o reconhecimento de Kosovo pelos EUA, puseram fogo num dos edificios de embaixada americana em Belgrado.









Belgrade's US Embassy set on fire
By SLOBODAN LEKIC, Associated Press

BELGRADE, Serbia - Serb rioters set fire to an office inside the U.S. Embassy Thursday and police clashed with protesters outside other embassy buildings after a large demonstration against Kosovo's declaration of independence.


Masked attackers broke into the U.S. compound, which has been closed this week, and tried to throw furniture from an office. They set fire to the office and flames shot up the side of the building.
It took police about 45 minutes to appear at the scene, and firefighters arrived about the same time and put out the blaze. Police secured the U.S. Embassy and surrounding area, blocking off all access.
Serbia's President Boris Tadic, on an official visit to Romania, appealed for calm and urged the protesters to stop the attacks and move away from the streets. Tadic said that violence was "damaging" Serbia's efforts to defend Kosovo, which declared its independence from Belgrade on Sunday.
More than a dozen nations have recognized Kosovo's declaration of independence, including the United States, Britain, France and Germany. But the declaration by Kosovo's ethnic Albanian leadership has been rejected by Serbia's government and the ethnic Serbians who populate northern Kosovo.
For several days, Kosovo's Serbs have shown their anger by destroying U.N. and NATO property, setting off small bombs and staging noisy rallies.
On Thursday, the neighboring Croatian Embassy also was targeted by the same group of protesters at the U.S. Embassy, and smaller groups attacked police posts outside the Turkish and British embassies in another part of the city but were beaten back.
Elite police paramilitaries drove armored jeeps down the street outside the U.S. Embassy and fired dozens of tear gas canisters to clear crowds. The protesters fled into side streets where they continued clashing with the police.
Groups also broke into a McDonald's restaurant and demolished the interior. A number of other shops were also ransacked and people were seen carrying off running shoes, track suits and other sporting goods from a department store.
Doctors at Belgrade's emergency clinic reported treating more than 30 injured, half of whom were policemen. All were lightly injured, said Dusan Jovanovic, deputy chief of the clinic, adding that most of the injured protesters were "extremely drunk."
In Washington, State Department spokesman Sean McCormack said the U.S. ambassador to Serbia was at his home and in contact with U.S. officials. Security officials and Marine guards were in a different part of the compound, but nobody was inside the embassy building, he said.
"We want to strongly urge them, and we are in contact with them, to make sure that they devote the assets to deal with this situation," McCormack told reporters, referring to the Serbian government.
Serbia has "a responsibility now to devote the adequate resources to ensure that that facility is protected," he said.
Kosovo, which is 90 percent ethnic Albanian, has not been under Belgrade's control since 1999, when NATO launched airstrikes to halt a Serbian crackdown on ethnic Albanian separatists. A U.N. mission has governed Kosovo since, with more than 16,000 NATO troops and KFOR, a multiethnic force, policing the province.
But Serbia — and Kosovo's Serbs, who make up less than 10 percent of Kosovo's population — refuse to give up Kosovo, a territory considered the ancient cradle of Serbs' state and religion.
Earlier Thursday, police estimated that about 150,000 people had attended a rally in the Serbian capital. The crowd waved Serbian flags and carried signs reading "Stop USA terror." One group set fire to a red-and-black Albanian flag.

QUENIA: Regresso a violencia?


Depois de uma relativa calmia e algum progress nas negociacoes entre as duas partes do conflito Queniano, observadores relatam o ressurgimento de um clima de tensao. Conseguira Koffi Annan segurar a paz no Quenia? Para o bem dos Quenianos e da Africa, rezemos que sim! Pois se Kofi falhar, poderemos assistir a divisao do pais com enormes consequencias nao so para os Quenianos mas tambem para os vizinhos. MA


Kenya 'at risk of fresh violence'

The report comes as yet more mob violence erupted in a Nairobi slum
Mob violence Further violence could erupt in Kenya unless a solution to the country's political crisis is found urgently, an international think tank has warned.
Armed groups on both the opposition and government sides are mobilising for fresh attacks, according to the International Crisis Group (ICG).
Its report calls for legal, electoral and constitutional reforms and for aid to be conditional on a peaceful result.

Ex-UN chief Kofi Annan has been leading mediation talks in Nairobi.
The two sides agree on a grand coalition in principle, but deadlock remains over how it should work in practice.
Opposition leader Raila Odinga wants powers vested in a new post of prime minister - but this needs MPs to amend the constitution and is opposed by President Mwai Kibaki.
The ICG report comes as Kenya's opposition warned it would relaunch mass protests in a week's time if the talks do not break the political deadlock.
Using aid
Ethnic and political violence broke out after President Kibaki was declared the winner of December's presidential election.
The current uneasy calm in Kenya should not be misunderstood as a return to normalcy
International crisis group
At least 1,000 people have been killed across the country and hundreds of thousands of people have been displaced.
The ICG report warned "serious obstacles" to peace remained and made 12 recommendations.
These included sanctions to be targeted at those responsible for inter-ethnic violence.
And the group said international aid should be made dependent on a satisfactory outcome to negotiations.
"The current uneasy calm in Kenya should not be misunderstood as a return to normalcy," said the report.
Roots of conflict
In an interview with the BBC, the ICG's Donald Steinberg said he thought the negotiations to establish a transitional government were going quite well.
"It's very important, however, that the negotiations go deeper than that," he said.

Can opposition leader Raila Odinga and Mwai Kibaki govern together?"We are very concerned that the efforts to reach that short-term agreement come at the expense of very long-term and fundamental changes that need to occur.
"If all we get is a short-term agreement on power-sharing and transitional arrangements, it's uncertain that the instigators of the violence will deem that as acceptable," and the violence might resume, he said.
At the root of the violence, said Mr Steinberg, were the tribal divide-and-rule policies of Kenya's previous ruler, Daniel arap Moi, which had not been addressed under Mr Kibaki.
The report noted that Kenya was the platform for relief operations in Somalia and Sudan and a haven for refugees from throughout the region.
The think tank also said Kenya was a vital regional trade hub and a key anchor for prospects of long-term stabilisation in Rwanda, Uganda and Burundi.
It concluded: "The quicker a comprehensive solution to the crisis in Kenya is found, the better the prospects will be for the entire region.
"The alternative - a collapsed economy, the evisceration of the democratic process and ethnic and territorial conflict - would have severe consequences for the whole of east Africa, and well beyond."

FINALMENTE: LEI SOBRE PORTADORES DE HIV-SIDA NA AR!



DoIs anos e muito tempo para que uma lei sobre assunto tao sensivel fique parado na AR a espera de ser agendada para discussao e aprovacao. Isso e ainda grave quando existe um Gabinete de Combate a HIV-SIDA na nossa Casa Magna!
A Lei do Consumidor esta 'sentada' na AR a 5 anos, de acodo com Mouzinho Nicol's, Presidente da Asociacao de Consumidores. A Lei de Imprensa' esta ha mais de dois anos na prateleira da casa magna! Algo tem de ser feito para modernizar o 'modus operandi' da nossa Casa do Povo!
Um abraco, MA



Depois de dois anos na Assembleia da República,Parlamentares e sociedade civil concertam ante-projecto lei
Depois de dois anos depositado na «AR – Assembleia da República» o ante-projecto lei, hoje estiveram sentados a mesa na capital moçambicana, Maputo, parlamentares e organizações da sociedade civil que lutam em prol do combate ao HIV – Sida para vincar mais uma vez aquele que se espera ser aprovado na VIIª sessão ordinária do próximo mês de Março. Em contacto com a Presidente da «MONASO – Rede Moçambicana de Organizações contra Sida», Alice Ripanga disse que "esperamos que depois de adoptarmos o ante-projecto lei ao modelo da SADC seja aprovado ainda este ano e já na próxima sessão ordinária de Março". Segundo Alice Ripanga "pensamos que esta lei possa estar em consonância com a modelo da África Austral". Ainda segundo ela "houve iniciativa de criar ante-projecto lei de forma que juntos pudéssemos lutar contra o estigma e a descriminação que apoquenta muitos afectados e infectados pelo HIV – Sida". Por outro lado Alice Ripanga diz que "as organizações da sociedade civil que lutam em prol do HIV – Sida pressionaram os parlamentares a trabalhar arduamente no ante-projecto lei como forma de aprovar-se o mais rápido possível a lei que defende as pessoas com a doença do século". Entretanto o presidente do Gabinete Parlamentar de HIV – Sida na Assembleia da República, Isaú Meneses disse que "estamos reunidos com a sociedade civil e algumas organizações que trabalham em prol do HIV – Sida como forma de harmonizarmos juntamente o ante-projecto lei". Acrescenta ainda que "esperamos e está tudo a postos para que o ante-projecto lei seja aprovado em Março deste ano na VIIª sessão ordinária". Questionado sobre a demora de aprovação do ante-projecto lei. Isaú Meneses disse que "estávamos a trabalhar no sentido de que o nosso ante-projecto lei tivesse alguns subsídios do projecto-lei modelo da SADC". Recordar que em 2005 organizações da sociedade civil que lutam em prol do HIV – Sida depositaram na «AR – Assembleia da República» a proposta de lei que defende os direitos humanos de Pessoas que Vivem com HIV – Sida.
(Conceição Vitorino) IN CANAL DE MOCAMBIQUE

Canal de Opiniao: Good bye Jay Pee, Luis Nhachote




Foram ontem a enterrar no cemitério de Lhanguene, os restos mortais do músico João Paulo. Figura célebre do universo cultural moçambicano, João Paulo, ou Jee Pee, para os mais próximos, deixa um vazio gigante nas noites de Maputo. O “blues man”, como também era chamado, ontem definitivamente partiu, e com isso, como diria o poeta, “A noite de Maputo está de luto”. Ontem, fui lhe despedir, e a moldura humana que praticamente lotou os espaços da Associação Moçambicana dos Músicos, também em peso foi dizer adeus ao Jee Pee. A minha relação eminentemente cultural com o ex-vocalista dos «Monstros», banda que em tempos não muito recuados se afirmou em pleno regime colonial, remota dos tempos em que editava as páginas culturais do semanário «SAVANA». Várias foram as noites desanoitecidas pelas suas perfomances, numa voz algo transcendental depois de alguns tragos de um bom whisky, que pude saber dos caminhos e experiências que ele colheu como um errante inveterado deste planeta, onde a cada dia que passa a vida começa a não ter muito sentido ter os pés aqui. Sobre a hipocrisia universal, perpetrada geralmente por políticos /empresários, vezes sem conta junto a notificamos, e como terapia, nos riamos deles nos seus Mercedes C Class. Entre as muitas histórias por ele contadas, sóbrio ou ébrio, e diga-se num pais normal dariam um verdadeiro “best seller”, houve uma que me marcou. “Mano” diria ele “O Melhor dueto que este país viu foi aquele que fiz com a Neima”. A Neima, quando viu a luz do sol pela primeira vez, o Jee Pee, já, tenho a certeza, dava a segunda volta ao mundo feito um Concorde, este majestoso aparelho já saído de circulação. Esse dueto, consta do Tributo que se prestou a Fany Mfumo. Ontem vi o Jee Pee, naquela caixa grande e disse-lhe, baixinho: Good Bye Jee Pee.

Grande descoberta Sr. Ministro! -No nosso pais existem graves problemas de saneamento!


O Ministro da Saude do nosso pais o dinamico Dr. Paulo Ivo Garrido acaba de fazer uma 'descoberta genial', que certamente o levara a ganhar o Premio Nobel da Saude!

Depois de tres anos como titular da pasta da saude, o nosso compatriota acaba de descobrir. nada menos e nada mais aquilo que todo o pobre mortal ja sabe- 'que o noosso pais'tem graves problemas de saneamento'! '

E mais, o nosso querido ministro acaba de anunciar que o Chefe de Estado ira auscultar a religiosos, lideres comunitarios ara saber que medias tomar para limitar o numero de criancas e maes que morrem em partos! Whhhaaaauuuuu! Dai certamente que vira oura 'descoberta genial'!

Queremos inventar a roda? Sera que ainda nao se sabe o que e que se deve fazer nesses casos?

Oh sr. Ministro, give me a break! E ja agora amiga Conceicao, quem disse que isso e 'noticia?'

Um abraco

Existem graves problemas de saneamento
-afirma ministro da Saúde, Ivo Garrido

Maputo (Canal de Moçambique) – O nosso país tem graves problemas de saneamento que não foram resolvidos durante muitos anos por isso que nos últimos tempos os surtos de doenças ocorrem com enorme facilidade disse ontem em conferência de imprensa, o titular da pasta do Ministério da Saúde, Ivo Garrido. Ivo Garrido diz que "vamos trabalhar de forma a inverter o cenário de saneamento do meio. Vamos apostar pela prática do que teoria empregue em anos transactos de forma que existam mudanças palpáveis". "Queremos iniciar uma nova etapa relacionada com questões do saneamento do meio e higiene. Temos que parar de lamentar e criticar para agir e corrigir o errado em tempo útil", garantiu Ivo Garrido. Ainda segundo o ministro da Saúde, Ivo Garrido "o chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza esta próxima semana vai auscultar os líderes religiosos, comunitários, mulheres e pessoal de saúde como forma de se inteirar do elevado número de mulheres e crianças que perdem a vida por complicações de parto e a nascença". "Armando Guebuza precisa de auscultar os diversos sectores da sociedade para juntamente encontrar uma forma de articular o caso das mulheres e crianças que perdem a vida por complicações de parto e a nascença", disse Ivo Garrido. Garrido acrescenta ainda que "existem muitos problemas de complicações antes e depois do parto na zona rural. Encontramos muitas mulheres e crianças na zona rural que perdem a vida". Por outro lado Ivo Garrido reconheceu que "não estamos com uma situação boa. A situação da cólera é má". Acrescenta ainda que "estamos com cólera na cidade e Província de Maputo, Gaza, Tete, Manica, Sofala, Cabo Delgado e Zambézia". Ainda segundo ele "a cólera aparece como consequência de problemas de saneamento do meio. Muitas vezes as condições não são das melhores por isso que rapidamente aparecem surtos de cólera". "O nosso saneamento do meio é ineficiente. Temos que apostar seriamente no saneamento do meio", disse Ivo Garrido. Referir que ontem a capital moçambicana, Maputo acolheu o evento da iniciativa presidencial para saúde da mulher e criança e a partir da próxima semana vai acolher o início da campanha nacional de saneamento do meio e da promoção de higiene.
(Conceição Vitorino)

Ramos Horta reganha consciencia!












Depois de quase uma semana em estado de coma, o Presidente de Timor Leste, o Premio Nobel da paz Ramos Horta re-ganhou consciencia. Ramos Horta fora atingido por varias balas (no dia 11 de Fevereiro) disparadas por elementos rebeldes que o pretendiam sequestrar em frente a sua residencia em Dili! Ramos Horta regressava a casa depois de uma sessao de exercicios matinais a beira da praia.

Rapidas melhoras senhor presidente! Timor Leste e o mndo precisam de ti!


Um abraco,
MA

Timor president regains consciousness: spokesman

by Lawrence Bartlett 1 hour,

SYDNEY (AFP) - East Timorese President Jose Ramos-Horta has regained consciousness and spoken to family members after being in an induced coma since he was shot 10 days ago, his spokesman said Thursday.

"Doctors at Royal Darwin Hospital have reported that President Jose Ramos-Horta continued his steady recovery today and is slowly waking up," spokesman Luke Gosling said in a statement.
"The president has said a few words to family and is resting."
The Nobel peace laureate was airlifted to the hospital in northern Australia after being shot by rebel soldiers outside his home in Dili on February 11.
Hospital general manager Dr Len Notaras told AFP the president was aware that he had been shot but was probably unsure about details of the attack after being unconscious for so long.
"He certainly knows he was shot and that it was a very traumatic event. As to who did it and the rest of it, I'm not too sure about that and I would say that given the trauma there's probably a degree of confusion," he said.
The president had responded well to five operations to repair the damage caused by bullet wounds to the back and chest, including significant reconstruction work, Notaras said.
"His condition now, while it is still serious, is stable and it is a very satisfactory prognosis in the sense that without complications we expect him to continue on a smooth course to recovery."
Notaras said he expected Ramos-Horta to remain in intensive care for perhaps another week before the leader was in good enough condition to be moved to a more general area of the hospital.
Asked for a timeline for the president's recovery and ability to return to East Timor and to work, the doctor said he expected him to be up and moving "and possibly able to make decisions" in the next few weeks.
"But in terms of being able to be fully active and moving around with the punishing lifestyle of a president, I expect he will need more convalescence before he gets to that particular state," Notaras said.
The type of injuries Ramos-Horta suffered could take from six to eight weeks to heal in a basic sense, and up to six months overall, Notaras said.
"He has missed the last ten days of his life. Once he has the ability to reorient himself he will be able to be a lot clearer in his thoughts," he said. "But we need to keep him in a relaxed and stress-free environment so he can let his body heal."
East Timor has been under a state of emergency, with an evening-to-dawn curfew in place and gatherings banned, since the attacks blamed on rebels led by Alfredo Reinado who was killed in the gunfire.
Prime Minister Xanana Gusmao was ambushed on the same day but survived uninjured.
Australian-led international peacekeepers along with UN and national police have been searching for at least 17 renegade soldiers accused of trying to kill the president and prime minister.

MENSAGEM DO SENADOR McCAIN




My Friends,


Last night, I was able to thank the people of Wisconsin and Washington for bringing me one step closer to securing our party's nomination for president. Today, I want to specially thank my online supporters for your hard work that has brought me to this point. As we move toward officially securing the nomination, I am actively working to unite our party for the great contest that we face in November. If I am to succeed in this endeavor, I will need your help as a valued and active member of my team.
We have traveled a great distance together already in this campaign, and overcome more than a few obstacles. But as I said last week, now comes the hard part and for America, the bigger decision. Will we make the right changes to restore the people's trust in their government and meet the great challenges of our time with wisdom and faith in the values we hold dear? Or will we heed appeals for change that ignore the lessons of history, and lack confidence in the intelligence and ideals of free people?
I will fight every moment of every day in this campaign to make sure Americans are not deceived by an eloquent, but empty call for change that promises no more than a holiday from history and a return to the false promises and failed policies of a tired philosophy that trusts in government more than people. Our purpose is to keep this blessed country free, safe, prosperous and proud. And the changes we offer to the institutions and policies of government will reflect and rely upon the strength, industry, aspirations and decency of the people we serve.
The most important obligation of the next president is to protect Americans from the threat posed by violent extremists who despise us, our values and modernity itself. The institutions and doctrines we relied on in the Cold War are no longer adequate to protect us in a struggle where suicide bombers might obtain the world's most terrifying weapons.
That is why my friends, while I am confident of the eventual outcome of this primary race - the stakes are too high to take the nomination for granted. There are still more primaries, there are still three of us competing for the nomination and I am still working night and day to make sure that we have the funds necessary to compete and win the remaining state primaries.
I don't often get much free time on the campaign trail, but I was able to record a special video message that I hope you will take a few minutes to watch by following this link today.
Thank you for your continued support.
Sincerely,John McCain
P.S. With each primary contest, our campaign moves closer to officially securing the Republican Party's nomination for president. I have recorded a special video message and I hope you will take a few minutes to watch it by following this link. Thank you, I am grateful for your dedication and support.

Ciclone IVAN: Preparemo-nos!


O ciclone Ivan de categoria IV atravesou o Madagascar e caminha perigosamente para a nossa costa! Todo o cuidado e pouco. Se vive na zona costeira ou se trabalha no Canal de Mocambique devera prestar atencao aos anuncios meteorologicos! Consulte o o estado do tempo antes de sair de casa (Radio, jornais, internet!)

Um abraco, MA


MADAGASCAR: Cyclone Ivan sweeps across Madagascar, heads for Mozambique
JOHANNESBURG, 18 February 2008 (IRIN) - Tropical cyclone "Ivan" made its way across the Indian Ocean and slammed into Madagascar's northeastern coast on Sunday, 18 February. The exact extent of the destruction is not yet known, but government and aid agencies fear the worst as the storm makes its way through some of the island's most heavily populated areas.
According to Dia Styvanley Soa, spokeswoman for the National Office for Natural Disasters Preparedness (BNGRC), "Nine people were crushed under the rubble of a hotel," and have been presumed dead, at least two other people were reported dead and thousands more have been affected.
Ivan, a category four cyclone - the scale only goes to five - while still over the sea, and winds of up to 210km per hour just before it hit, made its way across the island as a category three, slowly diminishing in strength to a tropical storm. Its expected trajectory has taken it just north of the capital, Antananarivo.
No figures but fear for the worst
"There are no figures yet. Assessment are underway but we expect extensive damage, initially because of the winds, and over the next few days because of flooding," Edouard Libeau, Emergency Specialist at the UN's Children Fund (UNICEF) in Madagascar, told IRIN while he was stranded in Madagascar's second city, Toamasina, in the east of the island, while trying to reach the affected areas.
"We are 100 kilometres [south] from where the eye of the cyclone landed. There are very strong winds, infrastructure has been damaged, bridges have been flooded and we cannot pass. Electric cables are broken, roofs have been ripped off, one out of every five electricity poles is down." He said schools and hospitals had also been severely damaged.
Libeau estimated that over two million Malagasy lived in the towns, cities and villages that had been in the path of the storm, though he expected fewer would have been directly affected.
According to the BNGRC's Soa, "Ivan passed though highly populated areas and there was lots of rain. Almost all the towns where Ivan has passed are flooded now. The level of rivers and the sea is rising, and in the capital there is also risk of floods."
A BNGRC team and helicopter were deployed to assess the situation on Monday. "Assessment is the priority now, to know exactly the extent of the damage. We know there is a need for food, for shelter, but we don't know for how many people," Soa said.
Ivan is now moving toward the Mozambique Channel. Across the channel, flood-drenched Mozambique, where over 200,000 people are still at risk from rising rivers, has been put on cyclone alert. Although the storm looks likely to continue dissipating, there are fears that the heavy rain associated with Ivan could bring further flooding.
Not the first time and certainly not the last
Madagascar has a history of devastating cyclone encounters: the previous one, Fame, in late January 2008, claimed 12 lives; in the 2007 cyclone season, the worst in living memory, six of these storms ravaged the island, killing over 150 people.
During 2006/07 there was unprecedented flooding in the centre and north of the country, with chronic drought in the south. The island nation faced an unusually difficult period and by the end of March 2007, the combined effects of the disasters had left nearly half a million people in need of humanitarian assistance.
tdm/he
© IRIN. All rights reserved. More humanitarian news and analysis: http://www.irinnews.org/

Joao Paulo foi a enterrar! PAZ A SUA ALMA!


Joao Paulo conceituado musico nacional foi a enterrar no cemiterio de Lhanguene. Aos musicos em geral e a familia enlutada apresentamos as nossas mais sentidas condolencias!


MA

UMA IDEIA A APOIAR! Mais equipamento para a producao agricola



Esta e uma daquelas medidas do governo que merece o apoio e aplauso! So com accoes desta envergadura e que venceremos a batalha da criacao da riqueza e combate a pobreza!

Esta de parabens o Ministerio da Agricultura e quica o novo titular, Soares Nhaca!


Mais de 30 tractores são esperados para a produção agrícola, entre finais deste mês e princípio de Março, no Centro de Máquinas da Manhiça, no posto administrativo 3 de Fevereiro, em Maputo, para posterior distribuição pelos agricultores de todo o país. Trata-se de equipamentos para vender aos camponeses num sistema “leasing”, onde os interessados têm como condição de levantamento o pagamento 33 porcento do valor, 443 mil meticais.

Liquidado este valor, o produtor poderá proceder ao levantamento do seu tractor e o remanescente pago em quatro prestações durante dois anos, com juros bonificados, o que se espera venha a favorecer o fomento da produção agrícola.
Este é o segundo grupo de equipamento agrícola financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Agrícola. O primeiro veio no ano passado, sendo constituído, não só por tractores, mas também por um outro tipo de máquinas, como auto-combinadas, que se encontram a operar em regime de aluguer, basicamente nos distritos da zona sul, com grande potencial de produção de arroz.
De um grupo de doze auto-combinadas importadas no ano passado, mais de metade estão alocadas nos diversos centros de produção, como o regadio de Chókwè, Macia e em Matutuine, estando a ser preparadas outras máquinas para os campos de produção.
De acordo com Marcelino Fulane, director-técnico do Centro de Máquinas da Manhiça, tanto os tractores como auto-combinadas estão a ter uma aceitação que sugere um aumento nos investimentos feitos pelo governo neste domínio, uma vez que está a crescer solicitação de máquinas por parte dos camponeses, quer para comprar como para alugar.
“As auto-combinadas são exclusivamente para aluguer enquanto os tractores são para a venda. Achamos que esta componente de tractores está a ter uma grande aceitação por parte dos agricultores, porque da primeira vez recebemos 27 máquinas e todas foram vendidas e os compromissos assumidos honrados. Presentemente temos muitos pedidos que nem sabemos se estamos em condições de satisfazer”, disse Fulane, para quem este programa tem como principal objectivo colocar o equipamento ao alcance do agricultor.
Como forma de minimizar os custos de operação por parte dos agricultores, o Parque de Máquinas garante qualquer tipo de manutenção dos tractores fornecidos, a título gratuito, o que se acredita vai contribuir bastante para impulsionar a produção.

OTM REPROVA VANDALISMO



A posicao da OTM e interessante! Apesar de correcta acho ser extemporanea. Ha seculos que o sindicato em Incomati nao funciona! Nao e funcao da OTM promover a sindicalizacao dos trabalhadores? Penso ser importante irmos para alem das condenacoes ou solidariedades. Porque e que as greves tem uma tendencia violenta? Uma das possiveis razoes e o facto de nao haver mecanismos de canalizacao, gestao e resolucao dos problemas. Urge a OTM e outros sindicatos, e quica outros actores da sociedade (patronato, governo, partidos politicos, academia) de repensarem (os) sobre os modelos de gestao e resolucao de conflitos.



A Organização dos Trabalhadores de Moçambique Central Sindical (OTM-CS) reprova os actos de vandalismo protagonizados pelos trabalhadores da Açucareira de Xinavane, no distrito da Manhiça, província do Maputo, que entraram em greve na quinta-feira da semana passada.
Maputo, Quinta-Feira, 21 de Fevereiro de 2008:: Notícias

De acordo com o porta-voz da OTM-CS, Francisco Mazoio, a OTM-CS está do lado dos trabalhadores quando reivindicam melhores condições de trabalho e salariais, porém não concorda com actos de vandalismo protagonizados durante a greve.
“A OTM-CS reprova os actos de vandalismo, porque as greves organizadas não realizam actos de vandalismo. Não concordamos que os trabalhadores destruam tractores, máquinas, instalações e outros instrumentos que vão precisar e já não vão ter”, referiu.
Mazoio explicou que as greves organizadas não realizam actos de vandalismo.
“A greve é um direito dos trabalhadores e deve ser realizada no quadro da legislação laboral em vigor no país, sempre na perspectiva de privilegiar o diálogo e procura de soluções negociais”, apontou.
Um comunicado da OTM-CS enviado à AIM refere ainda que “no dia 14 de Fevereiro os trabalhadores da Açucareira de Xinavane entraram em greve exigindo melhores salários face ao custo elevado de vida e a dureza do trabalho que realizam. A greve foi expontânea, tendo ocorrido sem pré-aviso, num contexto em que o Comité Sindical local estava empenhado na negociação salarial com a direcção da empresa”.
No decurso da greve ocorreram actos de vandalismo, tendo sido danificadas infra-estruturas e equipamento diverso da empresa.
Nesse comunicado, a OTM-CS refere que, como organização sindical defensora dos direitos e interesses dos trabalhadores, identifica-se com as justas reivindicações dos trabalhadores e apoia o esforço das estruturas sindicais locais para a solução negociada dos problemas salariais e outros que afectam a vida sócio -laboral.
Porém, a OTM-CS distancia-se de greves expontâneas e actos de vandalismo que não só perigam a continuidade produtiva como também a prevalência dos postos de trabalho.
Com isto, segundo o porta-voz, a OTM-CS não se distancia da greve, mas dos actos de vandalismo protagonizados no sábado último, que resultaram em vários feridos, do quais quatro em estado grave.
Os grevistas partiram os vidros dos escritórios da empresa e destruíram parte dos computadores existentes e queimaram 20 hectares de cana-de-açúcar ainda em fase de maturação.
A Polícia foi chamada a intervir para restabelecer a ordem no local por causa da destruição do canavial.
Assim, a OTM-CS apela aos trabalhadores para que se mantenham calmos e serenos, abstendo-se de actos que violam a legalidade laboral, por forma a que o Comité Sindical local possa continuar a negociação com a entidade empregadora.
A greve dos trabalhadores da Açucareira de Xinavane iniciou na passada quinta-feira e eles estão a reivindicar um aumento salarial em mais de cem por cento, passando dos actuais 1100,00 para 2500,00 meticais.
Os trabalhadores reivindicam a sua efectividade na empresa, o fornecimento de equipamento de trabalho, assinatura de contratos de trabalho, entre outras exigências.
Os gestores da açucareira dizem que a reivindicação não se justifica porque a empresa está a pagar salários acima da média fixada pela tabela nacional, que estabelece o salário mínimo nacional a pagar aos trabalhadores do sector agrário.
Durante a ronda negocial, que decorre sob mediação da Direcção Provincial do Trabalho de Maputo, os gestores manifestaram a sua disposição em pagar o salário mínimo que for acordado na concertação social a vigorar a partir de Abril próximo.
A empresa comprometeu-se ainda a fornecer equipamento de trabalho, a pagar os dias de folga e domingos, dispensas em caso de falecimento, entre outras preocupações reivindicadas pela massa laboral. – (AIM)

LIBERAIS AFRICANOS REUNEM-SE EM MAPUTO




PARTIDOS políticos liberais africanos reúnem-se a partir de hoje em Maputo para analisar assuntos sobre a gestão das organizações políticas, processos eleitorais e angariação de fundos, tendo em conta que a democracia africana tem estado a encarar inúmeros problemas.
Maputo, Quinta-Feira, 21 de Fevereiro de 2008:: Notícias

Segundo o presidente do Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (PDD), Raul Domingos, que falava ontem em Maputo, em conferência de Imprensa na qualidade de vice-presidente da rede que congrega os “Liberais”, a reunião vai servir para a concertação de posições para uma participação condigna nos processos eleitorais.
Raul Domingos explicou que dos 18 países membros da rede apenas três é que estão no poder, tomando como exemplo o Senegal.
São vários os assuntos que esperamos tratar, desde questões eleitorais, a gestão dos partidos políticos, incluindo a angariação de fundos, disse o presidente do PDD, para quem a aposta dos liberais é chegar ao poder.
Raul Domingos disse que o encontro realiza-se num momento em que o país est]a a atravessar um ambiente político bastante delicado, que se traduz pelo descontentamento dos cidadãos devido ao custo de vida e interferência política nas suas vidas.
Acrescentou que as manifestações de 5 de Fevereiro, contra a subida do preço dos transportes públicos privados foi o ponto mais alto do descontentamento da população. São vários os problemas que o país está a atravessar e os mesmo ameaçam a própria democracia. Temos células do partido no poder na função pública e em alguns órgãos de Informação, disse o nosso interlocutor, questionando como é que a democracia pode desenvolver nestas condições.
O presidente do PDD é de opinião de que o Governo devia ter encontrado outra forma para ultrapassar a crise que vinha atravessando com os transportadores privados, mas não a decisão que tomou de subsidiar os mesmos.
Eu acho que deve haver uma investigação cuidadosa para sabermos de onde o Governo vai buscar este valor, rematou.O PDD é membro desta organização de partidos de orientação liberal, presidido pela Costa de Marfim desde 2004. O segundo dia do encontro está reservado para a Assembleia Geral. (NOTICIAS)

The Obama delusion






The Obama Delusion





It's hard not to be dazzled by Barack Obama. At the 2004 Democratic convention, he visited with Newsweek reporters and editors, including me. I came away deeply impressed by his intelligence, his forceful language and his apparent willingness to take positions that seemed to rise above narrow partisanship. Obama has become the Democratic presidential front-runner precisely because countless millions have formed a similar opinion. It is, I now think, mistaken.
As a journalist, I harbor serious doubt about each of the most likely nominees. But with Sens. Hillary Clinton and John McCain, I feel that I'm dealing with known quantities. They've been in the public arena for years; their views, values and temperaments have received enormous scrutiny. By contrast, newcomer Obama is largely a stage presence defined mostly by his powerful rhetoric. The trouble, at least for me, is the huge and deceptive gap between his captivating oratory and his actual views.
The subtext of Obama's campaign is that his own life narrative -- to become the first African American president, a huge milestone in the nation's journey from slavery -- can serve as a metaphor for other political stalemates. Great impasses can be broken with sufficient goodwill, intelligence and energy. "It's not about rich versus poor; young versus old; and it is not about black versus white," he says. Along with millions of others, I find this a powerful appeal.
But on inspection, the metaphor is a mirage. Repudiating racism is not a magic cure-all for the nation's ills. The task requires independent ideas, and Obama has few. If you examine his agenda, it is completely ordinary, highly partisan, not candid and mostly unresponsive to many pressing national problems.
By Obama's own moral standards, Obama fails. Americans "are tired of hearing promises made and 10-point plans proposed in the heat of a campaign only to have nothing change," he recently said. Shortly thereafter he outlined an economic plan of at least 12 points that, among other things, would:
• Provide a $1,000 tax cut for most two-earner families ($500 for singles).
• Create a $4,000 refundable tuition tax credit for every year of college.
• Expand the child-care tax credit for people earning less than $50,000 and "double spending on quality after-school programs."
• Enact an "energy plan" that would invest $150 billion in 10 years to create a "green energy sector."
Whatever one thinks of these ideas, they're standard goody-bag politics: something for everyone. They're so similar to many Clinton proposals that her campaign put out a news release accusing Obama of plagiarizing. With existing budget deficits and the costs of Obama's "universal health plan," the odds of enacting his full package are slim.
A favorite Obama line is that he will tell "the American people not just what they want to hear but what we need to know." Well, he hasn't so far. Consider the retiring baby boomers. A truth-telling Obama might say: "Spending for retirees -- mainly Social Security, Medicare and Medicaid -- is already nearly half the federal budget. Unless we curb these rising costs, we will crush our children with higher taxes. Reflecting longer life expectancies, we should gradually raise the eligibility ages for these programs and trim benefits for wealthier retirees. Both Democrats and Republicans are to blame for inaction. Waiting longer will only worsen the problem."
Instead, Obama pledges not to raise the retirement age and to "protect Social Security benefits for current and future beneficiaries." This isn't "change"; it's sanctification of the status quo. He would also exempt all retirees making less than $50,000 annually from income tax. By his math, that would provide average tax relief of $1,400 to 7 million retirees -- shifting more of the tax burden onto younger workers. Obama's main proposal for Social Security is to raise the payroll tax beyond the present $102,000 ceiling.
Political candidates routinely indulge in exaggeration, pandering, inconsistency and self-serving obscuration. Clinton and McCain do. The reason for holding Obama to a higher standard is that it's his standard and also his campaign's central theme. He has run on the vague promise of "change," but on issue after issue -- immigration, the economy, global warming -- he has offered boilerplate policies that evade the underlying causes of the stalemates. These issues remain contentious because they involve real conflicts or differences of opinion.
The contrast between his broad rhetoric and his narrow agenda is stark, and yet the media -- preoccupied with the political "horse race" -- have treated his invocation of "change" as a serious idea rather than a shallow campaign slogan. He seems to have hypnotized much of the media and the public with his eloquence and the symbolism of his life story. The result is a mass delusion that Obama is forthrightly engaging the nation's major problems when, so far, he isn't.


(washingtonpost.com)

Morrendo silenciosamente no Zimbabwe





Um artigo interessante sobre a crise economica no Zimbabwe!

Dying Silently In Zimbabwe
By Michael GersonWednesday, February 20, 2008

One of the most reckless and cruel acts of government is the destruction of a currency.
During the hyperinflation of Germany's Weimar Republic, the number of marks in circulation went from 29 billion in 1918 to 497 quintillion in 1923. Workers were paid twice a day and given breaks to spend their money, carted in wheelbarrows, before it became worthless. Most Germans lost their life savings, leaving many prepared to blame others for their impoverishment. The Nazis blamed the Jews.
This kind of hyperinflation is rare in history, but we are seeing it once again, in Zimbabwe. Government officials claim an inflation rate of 66,212 percent (most months they refuse to release inflation figures at all). The International Monetary Fund believes the rate is closer to 150,000 percent -- about the level reached by Weimar Germany. By some estimates, about 50 percent of Zimbabwe's government revenue comes from the printing of money. At independence in 1980, the Zimbabwean dollar was worth more than one U.S. dollar. Recently, the state-controlled newspaper raised its cover price to 3 million Zimbabwean dollars. Two pounds of chicken were recently reported to cost about 15 million Zimbabwean dollars.
A Zimbabwean friend who runs a business recently told me, "If you don't get a bill collected in 48 hours, it isn't worth collecting, because it is worthless. Whenever we get money, we must immediately spend it, just go and buy what we can. Our pension was destroyed ages ago. None of us have any savings left." Zimbabwean nationals who work on the U.S. Embassy staff in Harare have seen all their retirement funds wiped out. American government officials in the country carry boxes of money to pay at restaurants and must begin counting out currency at the beginning of the meal to finish by its end.
The government of Robert Mugabe has responded with the normal economic policy of tyrants: price controls. And these have naturally emptied the shelves in grocery stores and caused shortages of most basic goods. My friend's wife travels to Botswana to buy flour and sugar.
Mugabe manages to pay off his military leaders and political cronies with hard currency that comes from mining gold and platinum. He also sells farmland to Chinese and Libyan speculators -- land expropriated from white farmers, supposedly in the cause of Zimbabwean nationalism. Mugabe is literally putting his country on the block to maintain his power.
So why don't the impoverished people of Zimbabwe revolt? "The tragedy is that nobody is in the streets," says my Zimbabwean friend. "People are dying silently."
Zimbabwe's odd stability has several causes. More than 3 million discontented people have fled the country -- often the talented and educated -- leaving Mugabe with less internal opposition. Many of the Zimbabweans who remain avoid starvation with the help of international aid and remittances from relatives in prosperous neighboring countries. Mugabe's political opponents have generally been weak and divided -- when not being jailed and tortured by the government. And some residual support for Mugabe remains, particularly in rural areas, because he is an anti-colonial hero; it is hard for many to accept the idea that their founding father is also a corrupt, brutal incompetent.
There are, however, signs of resistance. My friend reports that lower-level members of the military and police seem increasingly alienated and disillusioned. At a demonstration last year, he says, "they were unenthusiastic and malnourished, with ragged uniforms. They pleaded with us to go away, because they didn't want to hurt us. And then I was saluted for the first time by the police."
And Mugabe's ZANU-PF party is beginning to fracture. The former finance minister -- who opposed the policy of printing money and price controls -- is running as an independent against Mugabe in the March 29 election. Simba Makoni is viewed by U.S. officials as a smart, honest technocrat. He clearly possesses bravery, though not much grass-roots support.
The March 29 vote, as usual, will be a fraud. Mugabe -- despite pressure from surrounding nations -- will conduct a police-state election, with tight control of the media, corrupt voter rolls and massive intimidation, including the use of food as a tool of political control. But the opposition has little choice but to participate. It may gain some support in local councils and the parliament. And if opponents abandon the electoral route, says my friend, the only alternative would be "street action, which is fraught with problems."
And so Mugabe remains on his bayonet throne as his country becomes the Weimar Republic and totalitarian, all in one.
michaelgerson@cfr.org (Washington Post.com)

Wednesday, 20 February 2008

CRISE QUENIANA: RICE E ANNAN EM NAIROBI




A SECRETÁRIA de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, de visita ao Quénia, enviou uma mensagem muito forte às autoridades deste país, fazendo saber que Washington manterá relações apenas com um governo legitimamente constituído no país.
Maputo, Quarta-Feira, 20 de Fevereiro de 2008:: Notícias

A posição norte-americana defendida por Rice constitui um golpe duro para o presidente Mwai Kibaki, que recusa a proposta das Nações Unidas e da União Africana (UA) relativa à formação de um "grande governo de coligação interina" no Quénia.
"Os EUA foram sempre um bom amigo do Quénia e continuaremos a sê-lo, mas é preciso que sejamos bons amigos de um Quénia estável, que tem um governo legítimo que está verdadeiramente em condições de dirigir o seu povo e pode ultrapassar esta crise, um governo que tem a confiança do seu povo", declarou Rice à Imprensa, no termo do seu encontro com o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que lidera as negociações.
Rice chegou segunda- feira a Nairobi para apoiar os esforços do painel de eminentes personalidades africanas com vista a acelerar a busca de uma solução para o actual imbróglio político no Quénia. Annan lidera o painel de mediação que integra Graça Machel, esposa do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, e o antigo chefe de Estado tanzaniano, Benjamin Mkapa.
Pelo menos mil pessoas morreram e milhares de outras foram expulsas das suas casas desde a publicação, a 29 de Dezembro de 2007, dos resultados das eleições presidenciais que deram vitória ao presidente cessante, Mwai Kibaki.
"Apesar de os EUA desejarem que tudo isto termine, há necessidade de um acordo de governação que permitirá uma verdadeira partilha do poder, a formação de uma grande coligação para que o Quénia possa ser governado", insistiu Rice.
Na sua declaração, de acordo com a PANA, Rice deu e entender como “ilegal” a presença do presidente Kibaki no poder, afirmando que um outro fórum “será organizado para examinar as razões pelas quais as eleições presidenciais de Dezembro último não produziram um vencedor incontestado”.
Washington recusou-se a reconhecer o governo de Kibaki, após diferentes relatórios dos observadores internacionais terem sugerido que o presidente não venceu a eleição honestamente.
A União Europeia, o Canadá e a África do Sul expressaram igualmente o seu cepticismo quanto à vitória de Kibaki.
Entretanto, as equipas dos dois rivais, Mwai Kibaki e Raila Odinga, líder da oposição, retomaram ontem em Nairobi, as negociações para encontrar uma solução que ponha fim a sete semanas de crise. Os debates entre as duas equipas e sob a mediação de Kofi Annan decorrem num hotel de Nairobi à porta fechada.
Na última sexta-feira, quando as negociações foram suspensas para o fim-de-semana, Kofi Annan considerou que um acordo global estava “muito próximo”, mas que ainda faltava um compromisso sobre a composição “de um novo governo”.