
AP – Italian neurologist and senator for life Rita Levi Montalcini, Nobel Prize winner for Medicine in 1986, …
ROME – Rita Levi Montalcini, a Nobel Prize-winning scientist, said Saturday that even though she is about to turn 100, her mind is sharper than it was when she was 20.
Levi Montalcini, who also serves as a senator for life in Italy, celebrates her 100th birthday on Wednesday, and she spoke at a ceremony held in her honor by the European Brain Research Institute.
She shared the 1986 Nobel Prize for Medicine with American Stanley Cohen for discovering mechanisms that regulate the growth of cells and organs.
"At 100, I have a mind that is superior — thanks to experience — than when I was 20," she told the party, complete with a large cake for her.
The Turin-born Levi Montalcini recounted how the anti-Jewish laws of the 1930s under Benito Mussolini's Fascist regime forced her to quit university and do research in an improvised laboratory in her bedroom at home.
"Above all, don't fear difficult moments," she said. "The best comes from them."
"I should thank Mussolini for having declared me to be of an inferior race. This led me to the joy of working, not any more unfortunately, in university institutes but in a bedroom," the scientist said.
Her white hair elegantly coifed and wearing a smart navy blue suit, she raised a glass of sparkling wine in a toast to her long life.
Source: AP: Associated Press
Monday, 20 April 2009
Italian scientist, turning 100, still works
Prof Issa G. Shivji ou seja quem e o homem ue o IESE convidou para abrir a sua 2a Conferenicia Anual?
Issa Shivji is one of Africa's leading experts on law and development issues. He has a boundless commitment to an Africanist ideal of proper social, political and economic emancipation for its entire people.
His books, The Silent Class Struggle, published in 1972, and then more significantly Class Struggles in Tanzania, were compulsory readings for all students keen to understand the continent from an African perspective.
Shivji has influenced at least three generations of African intellectuals. Even South African scholars, normally cut off by the academic boycott, could not ignore his analyses on a wide variety of topics, from the concept of the bureaucratic bourgeoisie, to the role of education and culture, to human rights, to the nature of the post-colonial state, to the land question, law and constitutionalism, democracy, development, nationalism and so on.
He was a scholar when progressive thinkers across the world converged on the University of Dar es Salaam to try to map out a future for a young independent country emerging from many years of colonial rule. The famous Dar debates undoubtedly form a central feature of the historiography of African Studies. Shivji has written very eloquently about this period in his book, Intellectuals at the Hill.
Shivji brings an engaging radicalism to African Scholarship. His work is sophisticated, original, theoretically informed and empirically rich. His arguments carry a deep appreciation of the destructive effects of particular policies on African people. He has published 18 books, many of them of groundbreaking significance to our scholarship.
Amongst his seminal works is the book The Concept of Human Rights in Africa which is an attack on the dominant narrowly focussed rights-based discourse. In his most recent book published last year entitled Pan-Africanism or Pragmatism: Lessons of the Tanganyika Zanzibar Union, Shivji shows that he has lost none of his intellectual powers. A very influential recent book is his Let the People Speak: Tanzania Down the Road to Neo-Liberalism, a collection of 90 short essays by Shivji at his best as a public intellectual.
Shivji is not only a renowned African legal and social science scholar, he has played a crucial institutional role as well. He was a founder member of CODESRIA (Council for the Development of Social Science Research in Africa) in 1973. He has held many posts as editor of various journals and newsletters and he has been involved in a wide variety of important consultancies, most notably, he was the chairperson of the Presidential Commission of Inquiry into Land Matters in Tanzania.
Shivji served the University of Dar es Salaam for almost 40 years starting as a tutor in 1970 and developing into a Professor of Constitutional Law. He retired in 2006, but was appointed again last year to the distinguished Mwalimu Julius Nyerere Research Chair in Pan African Studies at the same university. He has also served as an Advocate of the High Court and the Court of Appeal in Tanzania since 1977 and Advocate of the High Court of Zanzibar since 1989.
His work is essentially characterised by a multi-disciplinary approach. He knows the history of our continent, he understands its sociology and its politics and he is a keen interpreter of its economics and law. His work is epitomised by a normative concern that his scholarly contribution is used for the benefit of the masses.
Issued by Rhodes University - Communications and Development Division
Prof. Issa G. Shivji
This it to inform you that Mwanazuoni Prof. Issa G. Shivji has been conferred with Honorary Doctorate in Laws by Rhodes University. The event took place on 18 April 2009. I would like to take this opportunity to congratulate you, Prof. Shivji, for your work that has inspired many a people from Cape to Cairo as well as from Dar to Dakar and beyond. For more information about why Rhodes University decided to honor Prof. Shivji click here.
Incidentally, according to Sunday Citizen (19 April 2009), Prof. Keto Mshigeni has won the African Association of Universities (AAU) African Higher Education Award for his contribution to higher education and research. For more information about why Prof. Mshigeni won the award click here.
As we celebrate the achievements of our Wanazuonis we may as well take a leaf from this great Mwanazuoni whose mind is 80 years old younger:
Saturday, 18 April 2009
PATRIMONIALISMO, NACIONALISMO ECONOMICO, OU PURA CORRUPCAO?
O jovem tigre, empresario de sucesso que funciona como um testa de ferro do presidente Guebuza, aliado aos seus amigos e socios Egideo Leite e Daniel Gabriel, mais uma vez aproveitando o seu poder lobbista e praticamente de patroes de todos os ministros e representantes do estado Mocambicano, usando as costas largas a que tem direito dadas pelo seu padrinho, usurparam instalacoes que funcionavam como o parque estacionamento do ministerio do trabalho, na esquina entre a Av. 24 de Julho e Karl Marx para cosntruir um edificio privado que pertence ao Banco BCI.
Na mesma onda, e sem qualquer concurso publico o Governo concedeu o edificio dos ex Ginasio de Maputo ao lado do Repinga onde funcionava a Direcccao nacional de Desportos para erguerem outro edificio tambem pertencente ao BCI.
Ao lado da TVM, onde seria construido o nov tribunal da cidade, o Governo atribuiu ilegalmente ao Grupo Insitec para construir mais um edificio seu.
Agradecia que todos nos juntassemos para colocar um travao nesta pilhagem descarada que o presidente Guebuza e os seus comparsas estao a fazer perante o olhar impavido de todos nos.
Biografia de TVM
Tomás Vieira Mário Licenciado em Ciências Jurídicas pela Universidade
Politécnica, onde foi também docente do Direito e Deontologia da Comunicação.
Frequenta o Curso de Mestrado em em Ciências Jurídidas pela Faculdade de Direito
da Universidade Eduardo Mondlane e Faculdade de Direito da Universidade de
Lisboa. É jornalista e escritor, tendo ao longo de 30 anos de carreira,
desempenhando as seguintes funções: Correspondente-Delegado da Agência de
Informação de Moçambique (AIM) em Lisboa; Director de Informação da Televisão
de Moçambique (TVM) e Editor Executivo do Relatório Nacional do
Desenvolvimento Humano, do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD) em nome do Centro de Documentação e Pesquisa para
África Austral (SARDC).
A sua carreira profissional inclui ainda sete anos de trabalho com a UNESCO, como
Coordenador Nacional do Projecto de Desenvolvimento dos «Media» nos anos do
pós-guerra em Moçambique. É presentemente Presidente do Conselho Nacional
Governativo do Capítulo Moçambicano – do Instituto de Comunicação Social da
África Austral (MISA-Moçambique). Em 2004 publicou o livro «Negociações de Paz
de Moçambique Crónica dos Dias de Roma» um relato jornalísitico desenvolvido
das conversações de paz que levaran ao fim da guerra em Moçambique em 1992.
Como ficcionista tem também publicados os seguintes livros: «Vovó Sailifa e Outras
Estórias» (2004); e «Terra no Alambique» (1996).
Comunicado de Imprensa
Exmos. Senhores,
A Sociedade Editorial Ndjira, Lda e a Moçambique Celular —Mcel têm a honra de informar que no dia 22 de Abril corrente, realizarão a sessão de apresentação pública da obra Direito à Informação e Jornalismo em Moçambique da autoria de Tomás Vieira Mário, às 18 horas, no Instituto Camões – Centro Cultural Português.
Esta obra constitui o regresso à escrita analítica do jornalista com créditos firmados na imprensa nacional, do escritor/ ficcionista, agora jurista, apresentando estudos e comunicações à volta do direito à informação e do jornalismo, temas candentes na actualidade nacional e internacional.
Em Direito à Informação e Jornalismo em Moçambique, Tomás Vieira Mário explora questões de âmbito legal e jornalístico tais como: Legislação da Radiodifusão ; Direito à Informação: Quadro Legal e Desafios Institucionais; Crimes da Imprensa; Pluralismo Informativo ou Imprensa de Subsistência; Ética Jornalística e o Processo Eleitoral, dentre outras.
No prefácio à obra, o Prof. Doutor Lourenço do Rosário diz a dado passo que, continua a não ser de excluir mecanismos de censura velada por variados interesses, nem atitudes de autocensura por questões de pudor político e até ideológico e a presença de um estado vigilante. Na base destas atitudes, podemos encontrar razões de ordem filosófica ou de interesse político como inibidores da liberdade de expressão, segundo Tomás Vieira Mário.
A presença de V.Excia muito nos honrará
At summit, Obama gets friendly with Chavez

By MARK S. SMITH, Associated Press Writer Mark S. Smith, Associated Press Writer
PORT-OF-SPAIN, Trinidad – President Barack Obama extended a hand to America's hemispheric neighbors on Saturday at a summit where he offered a new beginning for U.S.-Cuba relations and accepted a book about the exploitation of Latin America from Venezuela's fiery, anti-American leader.
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Moçambique: Direitos Humanos e Políticas Públicas
Sábado, 18 de Abril de 2009
Por Josué Bila
A institucionalização aberta de Direitos Humanos em Moçambique, em 1990, transformou o país africano num palco de debates sobre direitos e liberdades individuais, ainda que essa discussão fosse fragmentada e retalhada, por causa da experiência nova e conhecimentos limitados da maior parte de autoridades e agentes do Estado e da sociedade civil.
Nessa esteira, a referida discussão, fragmentada e retalhada, condicionou a que o catálogo de direitos humanos, em larga escala, fosse ligado à Polícia, vítimas de abusos policiais, cadeias e tribunais e não visto como temática de políticas públicas.
Para começar a exercer o meu direito à opinião, coloco as seguintes perguntas:
1 - Quem ousa apontar que a recente morte indefesa de 12 reclusos, por asfixia, nas celas da Polícia moçambicana, em Nampula, é resultado da falta de políticas públicas (nas instituições de Administração da Justiça)?
2 – Por que as vítimas das balas da Polícia são supervisibilizadas nos espaços mediáticos, ligando-as aos direitos humanos e os outros, por falta de cuidados hospitalares ou saneamento básico, são, bastas vezes, invisibilizados na temática de direitos humanos e políticas públicas?
3 – Por que agentes policiais já responderam em tribunal, em razão de terem torturado cidadãos e nunca agentes do sector de educação foram colocados à barra do tribunal, por falta de vaga escolar para uma criança?
Qual é a importância de direitos humanos e políticas públicas?
Discurso policializante e judicializante
Ora, em Moçambique, a proteçção, defesa e implementação de direitos humanos foi tradicional e publicamente vítima do discurso policializante e judicializante, defensor das liberdades individuais, quando violadas pelo Estado. Dificilmente, os direitos humanos, num passado recente, eram debatidos em prisma de políticas públicas, para o direito à Vida, Educação, Saúde, Saneamento, Alimentação, Habitação, Emprego e outros. Como resultado, o discurso policializante e judicializante é o que mais abunda no imaginário dos moçambicanos, até ao ponto de qualquer pesquisa em direitos humanos apontar, em larga escala percentual, respostas que os ligam aos criminosos, tortura e instituições de Administração da Justiça.
Posso afirmar que duplos critérios na avaliação de direitos humanos aleijaram a perspectiva de políticas públicas. Primeiro, o surgimento de organizações não-governamentais de direitos humanos e a sua consequente dependência e ligação umbilical aos financiadores das ONG’s e países ocidentais obrigou a que adoptassem, em grande medida, o discurso policializante e judicializante, usado, historicamente, pela Amnistia Internacional, por exemplo. Isso aconteceu, dentre vários factores, como mecanismo de perpetuação de parcerias e apoios financeiros. Segundo, Moçambique, com a Constituição de 90’ – respeitadora dos direitos e liberdades dos cidadãos -, acabava de revogar as leis sobre tortura, pena de morte e outras similares. As ONG’s moçambicanas aproveitaram o inaugurado momento histórico para denunciar a violação de direitos humanos, ligados à protecção da vida e da liberdade, expurgando e alimentando o debate público, por meio dos média. Sem sombra de dúvidas, tudo isso contribuiu, em grande escala, para que os direitos humanos não fossem vistos e nem discutidos como tema de políticas públicas, mas, sim, assunto de Polícia, pessoas vítimas de agentes da Polícia, Tribunal, Criminosos e ONG’s, salvo raras e honrosas excepções.
Por que direitos humanos e políticas públicas?
A temática de direitos humanos dá argumentos e fundamentos éticos à vida digna, que qualquer pessoa deva ter em sociedade, independentemente de sua nação, posição social, credo, cor de pele, género ou outros atributos. Assim, para que os argumentos éticos de direitos humanos se materializem são necessárias políticas públicas, em todas e quaisquer áreas, que irão orientar a política do governo/Estado, para a obtenção de resultados satisfatórios à justiça social e criação da riqueza. Não há como não acreditar que direitos humanos e políticas públicas, quando executados dentro de princípios éticos de funcionamento do Estado, irão diminuir gradualmente as mazelas sociais a que os moçambicanos se encontram.
Assim colocado, torna-se urgente que Moçambique defenda, promova e implemente direitos humanos, numa visão de políticas públicas, discutidas e desenhadas pelos actores estatais, governamentais e vários segmentos da Sociedade Civil. A união discussional e planificadora dos moçambicanos, para a resolução de seus problemas comuns, reduzirá a idéia de que direitos humanos é assunto de ONG’s, polícia e criminosos, e políticas públicas coisa do Estado-Governo. Na discussão, nem um e nem outro deve apropriar-se de algo, embora, em última instância, as autoridades governamentais tenham obrigações e responsabilidades acrescidas sobre a Sociedade Civil, no que tange ao cumprimento material de direitos humanos e políticas públicas.
Para a nossa infelicidade, o Estado moçambicano é uma paisagem de contrariedades. Como desenhará e implementará políticas públicas com um compromisso titubeante perante a pobreza espiritual e material dos moçambicanos? Os Planos de Acção Para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA’s) não têm uma qualidade de documento de políticas públicas e nem são desenhados para esse efeito, a não ser para reduzir a pobreza em termos estatísticos. O exemplo da educação é elucidativo: há mais crianças, com acesso ao ensino primário, indiscutivelmente; porém, a maioria delas termina o ensino primário sem saber ler e escrever. Se, ao menos, soubessem escrever uma simples receita de mathapa, mesmo que não seja detalhada, ficar-se-ia grato pela “escrita estomacal”. Uma outra insensatez do Estado moçambicano é a falta de coerência para com a Agenda 2025. Este documento, para a sua elaboração, mobilizou recursos humanos, materiais e financeiros de Moçambique e, hoje, ninguém das autoridades governamentais, eleitas em 2004, ousa referenciá-lo. Ele está engavetado e servirá para os historiadores e pesquisadores. Ninguém justificará e nem será responsabilizado pelo não uso dele, quando abarcou e representou sensibilidades moçambicanas. Sem dúvidas, a Agenda 2025 seria um documento que inspiraria políticas públicas exequíveis para o progresso moçambicano. Outra malandragem político-parlamentar-diplomático está no facto de o Estado moçambicano não ter ainda ratificado, por exemplo, o Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais e nem ainda conseguiu organizar e programar políticas públicas para a erradicação da exclusão social, denunciada recentemente pelo Mecanismo Africano de Revisão de Pares da União Africana e por demais institutos.
Por todas essas mazelas, Moçambique deve respirar um outro ambiente de progressos. Por isso, a proposta de dar atenção às políticas públicas e direitos humanos é, na militância cívica, legítima e coerente. São as políticas públicas que respondem os sonhos éticos de direitos humanos. O Estado é obrigado a garantir e materializar positivamente os direitos dos seus cidadãos. Será a materialização de políticas públicas, dentro de princípios de direitos humanos, que esclarecerá que as pessoas, ao lado de morarem numa casa habitacional condigna, educação de qualidade, alimentação adequada, saúde, saneamento básico e outros direitos sociais, têm direito à segurança e tranquilidade públicas, liberdade, vida, protecção contra a tortura, liberdade de expressão e religiosa, direitos reclusórios, eleger e ser eleito, respeito de agentes e autoridades estatais e demais direitos, catalogados no Direito Internacional dos Direitos Humanos.
E agora?
O desafio para a discussão e alargamento da perspectiva de direitos humanos nas políticas públicas, em Moçambique, é duplo. Primeiro, as autoridades estatais precisam de remover a sua arrogância e negligência para com as causas nacionais, construindo um novo modelo de justiça social, baseado em direitos humanos e políticas públicas. Segundo, o Estado precisa de se adequar a um modelo de direitos humanos e políticas públicas em todas suas áreas, evitando acomodar-se, em cada época, a qualquer modelo de desenvolvimento, chantagem e mesmice dos doadores. É necessário um paradigma comum - direitos humanos e políticas públicas - aceite por todos. E o papel e envolvimento de todos moçambicanos é fundamental, por mais que seja necessário verterem suor, para desbaratarem aqueles que agirem contra o paradigma de direitos humanos e políticas públicas. E quem está disposto a verter suor pelos direitos humanos e políticas públicas, hoje e agora?! Certamente que serão moçambicanos que não pensam com o estômago...
São Paulo, 25 de Março de 2009
Former Labour MP quits party

Former Labour MP quits party Alice Mahon, MP for Halifax between 1987 and 2005, said she also felt "absolutely scandalised" by the Damian McBride affair.
Ms Mahon, 71, a vocal critic of Tony Blair and the Iraq War, has now written to Halifax Constituency Labour Party tendering her resignation, where she had been a member for more than half a century.
In her letter, she said: "This has been a difficult decision to take as I feel I was almost born into the Labour Party.
"However, I can no longer be a member of a party that at the leadership level has betrayed many of the values and principles that inspired me as a teenager to join."
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The problem isn't Jacqui Smith, the problem is the government

It's only been a matter of time before Jacqui Smith came face to face with the resignation question.
She's never been particularly likeable, although, to be fair, no-one is charismatic enough to appear likeable while selling the inane and vindictive policies emanating from the Home Office recently. The expenses scandal serious damaged her both in terms of her crude claim for a second home allowance and the renting of questionable movies using public money.
But the final nail on the coffin, according to the growing media consensus, is the Damian Green affair. This is an unfortunate angle for newspapers to take. We're in danger of overlooking the real problems through an unhelpful concentration on personality. Jacqui Smith is not the problem. The British government is the problem
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Letter from David

Dear MANUEL,
I think it's been a pretty defining week in the history of this Government.
It started with all that nonsense over Easter when it emerged that while people up and down the country were worried about their jobs, homes and futures, one of the Prime Minister's main advisers was busy cooking up lies to spread about me, my colleagues and our families. After five days, the Prime Minister finally took full responsibility and said sorry. But, in many ways, that's the easy part. The hard part is what comes next - addressing the culture of spin and smear in Downing Street. As anyone who works in an office knows, it's the boss who sets the culture - so Gordon Brown's got to ask himself some serious questions.
And it ended with the Director of Public Prosecutions chucking out the charges against Damian Green. Let's be clear what happened here. An Opposition MP was arrested, and he and his family put through hell, for simply doing his job. It was wrong. He's been vindicated. And the Home Secretary's got to ask herself some serious questions.
Taken together, these episodes demonstrate clearly the need for change. Not, as Gordon Brown would have it, change in some advisers' code or a review into police operations. But a change in leadership at the very top. This lot have been in power far too long - they're out of touch, forgotten who they're serving, what they're in power for and how they're meant to behave. To bring some integrity back to Downing Street, the only answer is an election and a change of government.
But this week hasn't been all about politics. I visited Stafford Hospital on Tuesday - that's the place which had really unacceptable standards of care. It was incredibly moving to meet victims and their friends and family. And though it was little consolation to them, I outlined how the Conservatives would help stop another Stafford from happening again by having an information revolution so hospital failings are exposed quicker.
I'm sure there'll be as much to write about next week - it's the Budget.
David
Letter from Boris

Dear MANUEL,
There are a few, unique occasions in life that warrant genuine joy and wonderment. Births, marriages, lottery wins and without doubt the day Gordon Brown gives his last press conference as Prime Minister.
There are also a few, unique occasions in life that warrant genuine fury and despair. The headlong, kamikaze dive of the buttered side of toast, descending majestically earthwards. The fact that Gordon Brown is still Prime Minister. Or the tie chewing rage caused by being penned into one side of the road, engine running with nowhere to go as the other side is coned off, a gaping hole unattended.
Lately, it seems as if the fly diggers have slipped in by night and taken over the city. They're everywhere you turn and they are the scourge of us all. When I was elected, I promised to launch a holy war on holey streets. Well, this week I was able to announce the start of, if not a war, then what the U.N would call a diplomatic offensive.
It all started one Sunday many months ago. I was required to drive across London for an official event. The journey was hell. I came across hole after hole, unmanned, impenetrable. I was so furious at the delay that I summoned my transport officials the next morning and demanded to know what was going on. They scurried away, and soon returned with a large map of London, a constellation of dots spread across it. The dots, they explained, represented each roadwork site that they didn't previously know about that weekend. They were as flabbergasted as I was.
The problem, they said, was that under existing rules, any utility company can roll up, start digging and ask questions later. At no stage are they required to ask permission. Yes, they have to notify us, but this is often done with about three days notice. Or none at all, as was the case that weekend. How could they be allowed to get away with this?
Emboldened by my righteous anger, I summoned every Chief Executive of all the utility companies into my office to demand an explanation. Sensing the Mayoral fuse was short, they readily acknowledged that, as a New Labour minister would say, more could be done.
Flowing from that showdown overlooking the Thames, this week I was able to announce that indeed, more will be done. Thames Water get the most brownie points for agreeing to start 'plating' some of their sites. This means cars can literally drive over holes dug in the road when they're not being worked on. All the companies have signed up to a Code of Conduct, agreeing to do things like putting up signs explaining who they are and who to shout at, and work out of peak hours where possible.
The most technocratic, but easily the most significant promise was to start preparing for a permit scheme. Once the Government gets it act together and approves a formal permit scheme, the companies will be ready to implement it from day one. This will mean that every time they so much as look at a shovel, they will need to get our sign off first.
The code is self policing, so as much as I would like dish out eye watering fines, I can't. But the companies have approached this in good faith, and they know the eyes of Londoners are on them. I will be holding them to account on their promises, and I need your help. If you come across an enigmatic hole, and there is no sign or no explanation as to why it seems to have been abandoned get in touch and report it.
Hopefully, they will up their game. And then the only thing you need rage about is why Gordon Brown is still in office.
Let me know your thoughts by commenting on the Blue Blog.
All the best,
Boris Johnson
Deputados com remunerações aumentadas
Fonte:Club-k
Luanda - O valor médio mensal das remunerações dos deputados angolanos (vencimento base+subsídios) foi elevado para c USD 10.000 – c três vezes mais que na legislatura anterior. A medida terá sido influenciada por critérios políticos, entre os quais o de tornar atractivo o cargo de deputado, de modo a acomodar grupos internos do regime.
Ao vencimento base de um deputado, aumentado de c USD 1.250 para c USD 5.000, por votação em plenário, acrescem subsídios vários, tais como os seguintes:
- Subsídio de instalação: c USD 35.000 (ocasional).
- Subsídio para aquisição de viatura de função: c USD 75.000 (ocasional).
- Subsídio para manutenção de viatura: n/c
- Subsídio de manutenção de residência: c USD 35.000 (anual).
- Subsídio mensal de renda de casa: c USD 1.500 (mensal).
- Subsídio de atavio (vestuário): c USD 1.500 (mensal).
- Subsídio para pagamento de empregados domésticos: c USD 1.600 (mensal).
Uma nova modalidade de usufruto dos subsídios foi também adoptada. Os valores correspondentes passaram a ser depositados em contas dos deputados, cabendo aos mesmos a sua administração. Anteriormente era o Parlamento que processava pagamentos de aquisições e serviços prestados aos deputados, mediante apresentação de facturas.
At summit, Obama offers partnership - and humor

PORT-OF-SPAIN, Trinidad – With modesty and a touch of humor, President Barack Obama extended a hand to America's hemispheric neighbors — including its harshest critics — and offered a Cold War foe the hope of a "new beginning."
At the Summit of the Americas in this island capital, Obama signaled he was ready to accept Cuban President Raul Castro's proposal of talks on issues once off-limits for Havana, including the scores of political prisoners held by the communist government.
Obama also sought out Venezuela's fiery leftist president, Hugo Chavez, for a quick grip and grin.
What did he say to a leader who once likened his predecessor to the devil?
"I said 'como estas'", Obama told reporters with a laugh.
In an opening speech to the 34-nation gathering, the president promised a new agenda for the Americas, as well as a new style.
"We have at times been disengaged, and at times we sought to dictate our terms," Obama said to loud applause. "But I pledge to you that we seek an equal partnership. There is no senior partner and junior partner in our relations."
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Friday, 17 April 2009
ELEICOES 2009
O Presidente da República, Armando Guebuza, convocou para segunda-feira, 20 de Abril, uma reunião do Conselho de Estado, com a finalidade de este órgão se pronunciar sobre o processo eleitoral agendado para este ano.
ELEICOES 2009
De acordo com uma nota do Conselho de Ministros, a actualização do censo eleitoral para as provinciais, legislativas e presidenciais a terem lugar este ano vai decorrer de 15 de Junho a 29 de Julho em todo o país. De 10 a 29 de Julho será feito o recenseamento de raiz dos moçambicanos na diáspora.
Conta Geral do Estado de 2007 Governo reconhece fragilidades de gestão

...e diz que já estão em curso medidas para exigências de responsabilidades pelas irregularidades detectadas pelo TA, no exercício de 2007
Maputo) O Governo reconheceu, ontem, na Assembleia da República, as irregularidades detectadas pelo Tribunal Administrativo (TA) nas auditorias sobre as operações de tesouraria referente ao exercício de 2007, tendo assegurado estar em marcha
medidas para a responsabilização dos culpados pelas mesmas.
De acordo com o Governo, representado pela Primeira-Ministra, Luisa Diogo, todas as irregularidades detectadas pelo TA nas auditorias que efectuou, são inclusas no Plano de Actividades da Inspecção Geral de Finanças (IGF) para que esta entidade
proceda ao seu acompanhamento e sejam tomadas medidas em conformidade com a Lei. Outra medida que foi tomada é o reforço do sistema de controlo interno com a afectação de novos inspectores, prevendo-se que, nos próximos três anos, o efectivo seja acrescido de mais 100 inspectores, no sector público.
Ajuntou que o TA também tem feito o julgamento dos casos, embora o processo seja mais moroso, em virtude dos procedimentos que tem de seguir. Neste momento, garantiu, todos os processos de 2005 e 2006 encontram-se em fase jurisdicional.
Quanto à inclusão no inventario do património do Estado dos valores das reparações, reabilitações e obras e aprovação do pacote informativo relativo ao património do Estado, duas actividades interligadas, o Governo informou que esta acção ainda está em curso, pois não está ainda disponível o financiamento necessário para o seu desenvolvimento. Contudo, para minimizar os efeitos da falta deste módulo, foi desenvolvida uma funcionalidade no e-SISTAFE que irá permitir a extracção da informação sobre o inventario do património do Estado, com uma qualidade superior à actual. Referir que, não obstantes estas deficiências a Assembleia da República
apreciou positivamente a Conta Geral do Estado de 2007, valendo para o efeito o voto
unilateral da Bancada da Frelimo. A oposição parlamentar recomendou ao plenário a sua reprovação. (Daniel Paulo MEDIAFAX 17.04.09
ANE lança concurso internacional para estrada na Zambézia

A Administração Nacional de Estradas (ANE) lançou quarta-feira em Maputo um concurso internacional para a realização de obras de melhoramento da estrada entre Milange e Mocuba, província da Zambézia.
Trata-se de um troço de cerca de duzentos quilómetros, fazendo parte do caderno de encargos a secção urbana da vila de Milange.
"A participação está aberta a todas as empresas participando individualmente ou em consórcio dos estados membros da União Europeia e dos países e territórios das regiões abrangidas e/ou autorizadas pelo regulamento ou outro instrumento específico aplicável ao programa sobre o qual o contrato é financiado", diz um documento da ANE.
A ANE acrescenta que os concorrentes deverão submeter uma proposta cujo valor da garantia é de 600 mil euros.
As obras, que deverão iniciar-se ainda este ano em data não especificada, terão uma duração de 36 meses.
Conversas de Sexta …
em Abril 09…
…no Centro do Graal
“Olhando para a Integração Regional em Moçambique...”
17 de Abril: Da Zona de Comércio Livre à União Aduaneira: Que Passos e Implicações?
com: Dr. Belmiro Rodolfo (Especialista em Relações Internacionais)
24 de Abril: Implicações Sociais da Integração Regional
com: Dr. Silvestre Baessa (Especialista em Relações Internacionais)
__________________________________
Sextas-feiras das 18 às 19:30 horas
Outras actividades do Centro do Graal
• Tertúlias de Sábado – Espaço de convívio literário e cultural (mensal)
• Encontros de formação humana (mensal)
Centro do Graal
Av. Patrice Lumumba, 899
Maputo- Tel. 21307032
graalmozambique@gmail.com
em Abril 09…
…no Centro do Graal
“Olhando para a Integração Regional em Moçambique...”
17 de Abril: Da Zona de Comércio Livre à União Aduaneira: Que Passos e Implicações?
com: Dr. Belmiro Rodolfo (Especialista em Relações Internacionais)
24 de Abril: Implicações Sociais da Integração Regional
com: Dr. Silvestre Baessa (Especialista em Relações Internacionais)
__________________________________
Sextas-feiras das 18 às 19:30 horas
Outras actividades do Centro do Graal
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• Encontros de formação humana (mensal)
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Tertúlias de Sábado
Centro do GRAAL
Av. Patrice Lumumba, 899
Tel. 307032
graalmozambique@gmail.com
Maputo
Das 16 às 17.30
Programa Anual 2009
25 de Abril: Apresentação crítica da obra A Febre dos Deuses de Andes Chivangue, por António Cabrita.
30 de Maio: Conversa com escritores Moçambicanos (por definir).
27 de Junho: Declamação de poesia e música (Por definir).
25 de Julho: Apresentação crítica da obra A Biblia dos Pretos, de Dó Midó Das Dores, por Nataniel Ngomane.
29 de Agosto: Apresentação crítica da obra A Virgem da Babilónia, de Adelino Timóteo, por Aurélio Cuna.
26 Setembro: Apresentação crítica da obra O Alienista, de Machado de Assis, por Francisco Noa.